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Passados 5 anos (Reverence 2015) finalmente voltaram à carga os muito aguardados Fat White Family (para quem já os conhecia ou passou a conhecer nestes 5 anos), e voltaram a meio da semana, directamente para o Lisboa Ao Vivo.
A primeira parte esteve a cargo dos Cancro, é mesmo esse nome?!...eles são três alfacinhas (voz, guitarra e sintetizadores e pedais). Falando de música, batida electro/techno/rap/pop dependendo, e guitarrada por vezes noise/ácida… Vocalização para agarrar um fio condutor (às vezes lembrava-me certa pessoa, sem o sotaque de Braga).
Eram 22 horas e os “meninos” saltavam para o palco, eram 6 ao todo, liderados pelo carismático vocalista Lias Saoudi. O LAV à hora do começo destes já se encontrava muito bem composto de público, vindo aliás com a pré-disposição para “party-fiesta”. “Auto neutron“ abriu as hostilidades, seguindo-se a música/homenagem “I am Mark e Smith” ao malgrado cantautor dos The Fall.
A música desta banda de Peckham, sul de Londres, vê-se que vai beber a muitos lados, mas uma coisa é certa: eles são genuínos na abordagem com que se apresentam, tanto em letras como em textura. Muitos 60’s, 70’s e 80’s soul/funk, New Velvet Underground, Gun Club, Devo, etc…
Lias e seus muchachos provocaram com a sexta música, “Touch the Leather”, e a partir de “Hits Hits Hits” ou mesmo de “Cream of the Young”, o público aderiu em massa. O vocalista começou o concerto com casaco e camisa, e o certo é que a menos de meio já estava como o “tio” Iggy, em tronco nu…e assim se deixou estar até ao fim da noite! E se o público ainda não estava conquistado, ficou com “When I Leave”, “I Believe in Something Better”, “Feet”, “Whitest Boy on The Beach”, “Is it Raining in Your Mouth?” e “Bomb Disneyland” para terminar.
O público saiu do LAV com um sorriso na boca e nos olhos…Até para o ano, ou até daqui a mais cinco…cá vos espero! J.J. ☆