After show

Blues Pills e Pristine

Hard Club, Sala 2
4 de Março de 2016
Sala esgotada para receber os suecos Blues Pills que voltavam a Portugal quase no final desta digressão europeia, antes do lançamento do seu segundo longa-duração.

O arranque deu-se com “Black Smoke”, “Bliss e “Astralplane”, num palco em que o espaço maior estava reservado a Elin Larsson que usou todo o espaço para dançar e cantar, ladeada, bem nos cantos do palco pela guitarra de Dorian Sorriaux, à sua direita, e pelo baixo de Zach Anderson, com a bateria de André Kvarnström bem ao lado do palco.

Apesar da celebração que a música dos Blues Pills sugere, a articulação entre músicos foi reduzida, com Elin mais focada em falar com o público. Seguiram-se “No Hope Left For me”, “Gipsy” e “Dig in”, depois “Elements And Things” como amostra do que espera os fãs no próximo disco a sair no Verão.

“High Class Woman”, “Ain’t No Change” e “Little Sun”, foram as faixas que concluíram a actuação. Para o encore, Elin e Dorian entraram sozinhos em palco, para executarem “Yet to Find”, subindo a outra metade do quarteto ao palco para a inevitável “Devil Man”, num concerto que deixou público satisfeito e cumpriu o esperado.

Como banda suporte, actuaram os noruegueses Pristine, que deixaram muito boa impressão entre o público que ia chegando. Para lá da excelente presença da vocalista Heidi Solheim, o guitarrista Espen Elverum Jakobsen trouxe colorido sonoro a um grupo que oscila entre o Pop e os Blues e que teve em “Booty Call” o melhor tema.

Texto: Emanuel Ferreira
Fotos: Barbara Soares



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