Fields of The Nephilim + Bal Onirique
31.03.18 – Hard Club, Porto


Embora não inéditos, os Fields of The Nephilim há muito que não pisavam solo nacional, acrescendo a isso que esta digressão, a Black Easter tour, se resumia a uma data em Madrid e outra no Porto, era mais que justificável que a sala 1 do Hard Club esgotasse, como veio a acontecer.

Numa subida ao placo bem cedo, logo pelas vinte e uma horas, os portuenses Bal Onirique foram tocando para os que iam entrando, infelizmente só deu para ver o último tema e perceber que as palmas na assistência eram escassas, embora pela amostra se tenha percebido que o grupo se esforçou em palco.

“Dawnrazor”, antecedido do intro “(Dead but Dreaming)” arrancou a actuação do quinteto britânico, seguindo-se “Endemoniada” que fez par com “Love Under Will” para celebrar o segundo disco do grupo, «Nephilim». Com os músicos actuando em contraluz, ficando apenas os seus vultos na imagem, por cima de um tapete de luzes sempre em mutação, os temas foram desfilando ao longo de um hora: “Moonchild”, com o ritmo mais acelerado até aí, “Prophecy”, “At the Gates of Silent Memory”, a fabulosa “Psychonaut” e “Mourning Sun”, do último disco de estúdio, a encerrar.
Cinco minutos fora de palco, alguns assobios de quem queria mais e o regresso para mais quinze minutos de música com os temas “Vet for the Insane” e “Last Exit for the Lost”. Por essa altura ouviu-se um “Thank you very much” da boca de Carl McCoy e encerrava-se assim um fabuloso concerto, que só pecou por ser curto.☆


Texto: Rita Afonso
Fotos: Emanuel Ferreira



      

    

    

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