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After show

Zen no Hard Club

Dupla reportagem do Fenther



O Regresso aos palcos

Os Zen surgiram no Porto em 1996 com Rui Silva (Voz), Miguel Barros (Baixo), dos extintos No Creative Solution, André Hollanda (Bateria e Voz) e Jorge Coelho (Guitarra), ex-guitarrista dos Cosmic City Blues.
Em 1997 lançam o “Zen-Ep, REVCD97001”, em 1998 editam "The Privilege of Making the Wrong Choice", gravado em Vigo e masterizado em Nova Iorque e em 1999 fazem um concerto no Hard Club, Porto, que acabou por ser editado em CD em 2000.
Nesta altura Jorge Coelho que tinha sido a causa de alguma instabilidade sai da banda sendo substituído por Jorge Loura.
Rui Silva abandona o projecto em Outubro de 2002 e é substituído por João Fino. Já em 2004 editam o seu segundo álbum "Rules, Jewels, Fools".
Tiveram também participações nas seguintes colectâneas:
"Tejo Beat", com o tema "Air"; "Cais do Rock", com o tema "Here"; "Cais do Rock III", com o tema "Redog (ao vivo)".

Após uma longa ausência, regressaram aos palcos numa das salas mais emblemáticas no panorama da música nacional: o Hard Club e apresentaram-se com a seguinte formação: Gon (Rui Silva) na voz, André Hollanda (Demitidos, …) na bateria e voz, Miguel Barros (Comité Caviar) no baixo e Marco Nunes (ex-Blind Zero, ex-Demitidos e actual Comité Caviar) na guitarra.
Aquando da entrada em palco a carga de emoção que transparecia no rosto de cada elemento da banda e o frenesim dos seus movimentos era de tal forma visível, que só por ai já se antevia uma noite carregada de emoção e sem duvida que o foi.

A ventilação em pouco tempo se tornou insuficiente, a sala estava cheia, ou até cheia de mais, mas tratava-se de um público sedento de um concerto de Zen, onde as expectativas eram altas, mas creio que foram bem superadas.
Se havia qualidade em palco, o publico não ficou atrás, eram verdadeiros fãs, estavam ali para ver, ouvir, cantar e dançar (aos saltos e ao moche (esta parte dispensava-se)) as músicas de Zen, das quais a maioria acompanhava todas as letras!

Gon, “o Rei do Surf crowd” como li algures, tem uma energia indescritível em palco e fora dele, pois estava constantemente como que a nadar naquele mar de gente!
O Hard Club já por si tem uma grande influencia em todos os concertos que lá vi e esta foi uma noite para ficar na memoria de cada um dos presentes, foi sem duvida um grande concerto e que marcou um regresso em grande.

Há mais concertos agendados, o próximo será já dia 17 do corrente mês em Braga, inserido no evento “120 dias em Festa” https://www.facebook.com/vilabraga e um outro também já anunciado para o Festival Barco Rock Fest, que decorre entre os dias 24 e 27 de Agosto na Praia Fluvial do Barco _ Guimarães http://blog.barcorockfest.com/?p=514.

Texto: Maria João de Sousa
Fotos: Gonçalo de Sousa



Texto: Maria João de Sousa
Fotos: Gonçalo de Sousa



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Após longa ausência dos palcos os mui desejados ZEN regressaram à “casa” que os viu nascer, o Hard Club a 04 de Junho. Gon (Rui Silva) na voz, André Hollanda na bateria, Miguel Barros no baixo e Marco Nunes na guitarra protagonizaram esta viagem no tempo partilhada por várias gerações de público; os antigos seguidores de ZEN e malta mais nova a querer conhecer este bom exemplo do que é nacional.

A sala composta por quase 1000 pessoas cedo foi preenchida pelo sedento público que aguardava expectante pelos primeiros acordes da banda. O calor abundante já se fazia sentir e aumentou brutalmente mais com o começo da performance, com a plateia a vibrar com o seu rock contagiante e com a voz e presença de Gon, que continuamente interpelava, provocava e namorava com o público.

“True Funk” e “Redog” foram o ponto de partida para esta viagem de temas e no semblante dos membros da banda era notório o duplo contentamento que estavam a sentir; o regresso aos palcos como banda e a reacção dos fãs que os aclamavam. Abraços partilhados e palavras trocadas, eis que André Hollanda decide tocar em guitarra acústica os temas “Space” e “Time Cross Flow”, regressando mais tarde ao seu posto para os ZEN finalizarem em grande com Not Gonna Give Up”, “U.N.L.O.” e “11 AM” com a plateia ao rubro com os múltiplos stage dives de Gon.

Um concerto excepcional em termos de energia positiva, uma demonstração do que de qualidade se faz por cá, uma experiência intensa em termos de concerto, são pensamentos que percorrem a minha mente ao relembrar este espetáculo.

Agradecimentos: Hard Club

Texto e Fotos: Helena Granjo



Texto e Fotos: Helena Granjo



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