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After show
Dresden Dolls

Dresden Dolls estiveram por cá!
Thomas Truax – o Maluco! Ele que abrilhantou mais uma etapa do aniversário, o quinto, da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, aquecendo os motores para um dos melhores concertos já realizados por cá. Já lá vamos.
Thomas Truax
Ao som de Michael Jackson no intervalo, as luzes apagam-se para a presença em palco dos estreantes em Portugal, e muito aguardados, Dresden Dolls ! Entrada triunfal com o piano e bateria alinhados e a imagem de uma dupla de “Mimos” sobre as extravagancias do cabaret á lá “Clockwork Orange”, eles que um dia se conheceram num negro baile de mascaras.
O teatro agora trágico a continuar, com “Half Jack”, o tema que eles tanto adoram tocar ao vivo, e por entre verdadeiras disputas dos dois, saíu o energético “Girl Anachronism” para um final perfeito, de nos deixar com água na boca (de espanto e de querer mais).
A fechar em definitivo este concerto memorável para ambas as partes, ficou “Good Day” num momento festivo com os presentes, musicos e a própria Casa, que está de parabéns! A dupla Dresden Dolls adorou a recepção e nós pedimos um regresso. Será pedir muito? Claro que não! Texto: Vitor Pinto - Fotos: Ana Sousa
Fotos: Ana Sousa
O norte americano que se apresentou sozinho em palco, juntamente com a sua amiga bateria, que não era mais do que uma invenção em torno de uma rodela metalica que emitía o ritmo desejado. Perfeito! Por entre aventuras da internet, luzes psicadélicas que piscavam por entre os dedos de Thomas e temas maravilhosamente interpretados em acustico com direito a visitas ao meio do publico, por entre as cadeiras e as varandas do auditório, tudo aconteceu no teatro cómico deste contador de histórias, aclamado tambem como “singer-songwriter”. O ciêntista louco encantou -nos no final com o voar de uma borboleta representado por uma pequena ventoinha que tocava guitarra. Brilhante!

Com o auditório muitíssimo bem composto, Amanda Palmer e Brian Viglione, apresentam-se sorridentes e com”Backstabber” e “Coin Operated Boy” fazem delirar os presentes que permaneceram todo o concerto em pé. Muito bem. O primeiro pó estava levantado, o resto foi um não parar de emoções com uma bateria aterrorizante e um piano que teima em não partir.
Naturalmente boa parte do alinhamento foi composto por temas do segundo registo “Yes, Virginia”, editado há dias, fazendo com que os temas antigos do álbum homónimo marcassem os verdadeiros momentos de loucura na sala, que prendava, como já é habitual, com um som de excelente qualidade. Pelo meio, uma versão de Jaques Brel cantada em francês a pedido do publico, em formato simples de voz e guitarra. Perfeito o momento.


Encore feito com Amanda ao piano para nos oferecer dois temas de rara beleza,”Me & The Minibar” e um tema escrito momentos antes do espectáculo, ali mesmo na Casa das Artes. Uma canção suave que ficou intitulada como “Portuguese Song”. Momento para mais tarde recordar.




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