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Novas Confirmações:

Twin Shadow, Niki & The Dove, The Dø, Emika, Dillon, King Krule, Norberto Lobo, Lacraus, Diego Armés, Portable Live, Makam Live, Peak & Swift, Russian Red, Muchachito Y El Trio Infierno, Dani Black, Norton, David Pires, Alto!, The Underdogs, Social Disco Club, Rui Murka, 1ª Linha Soundsystem, André Cascais, Freshkitos, Nuno Forte, Rui Trintaeum.

Coliseu do Porto | Garagem Vodafone FM | Cinema Passos Manuel | Sala Super Bock Super Rock (Maus Hábitos) | Café Majestic | FNAC Sta Catarina | Pitch Club | Ateneu Comercial do Porto | Teatro Sá da Bandeira | Café Guarany

sexta-feira e sábado, 2 e 3 de março

www.vodafonemexefest.com | www.facebook.com/vodafonemexefest


Depois de uma edição lisboeta esgotada, o Vodafone Mexefest chega ao Porto nos próximos dias 2 e 3 de março, voltando a fazer a música mexer na cidade. Ao inaugurar o conceito na cidade Invicta, a Vodafone e a Música no Coração expandem a sua aposta na música em Portugal, contribuindo também para a descoberta e dinamização do espaço urbano envolvente.

Em articulação com a Câmara Municipal do Porto, através da Porto Lazer, o Vodafone Mexefest Porto pretende não apenas proporcionar uma descoberta da cidade mas, sobretudo, apostar na dinamização do outro lado da baixa portuense, devolvendo à Rua Passos Manuel o seu estatuto de ponto de unificação cultural.

Atendendo às exigências do público nortenho, manteve-se a preocupação em criar um cartaz com alguns dos nomes mais relevantes da actualidade no que toca à música com um alinhamento coerente mas diversificado, entre sonoridades que tocam em vários espectros musicais, do rock ao house, passando pelo drum 'n' bass, hip-hop ou folk, entre tantos outros rótulos, alguns deles ainda não inventados. Entre as aclamações da crítica e do público, delineou-se um cartaz onde artistas nacionais e internacionais partilham o protagonismo.

Assim, depois dos já anunciados St. Vincent, Josh Rouse, Ladrões do Tempo, Cass McCombs, Supernada, Hanni El Khatib, Fink, Tiger & Woods Live, Foals DJ Set, Beatbombers, Capitão Fausto, Best Youth, Salto e The Glockenwise, surgem agora novas confirmações que prometem manter o festival no roteiro dos verdadeiros amantes de música.

Do lado internacional, Twin Shadow, Niki & The Dove, The Dø, Emika, Russian Red, Dillon, King Krule, Muchachito Y El Trio Infierno, Dani Black estarão encarregues dos palcos e Portable Live, Makam Live e Peak & Swift tomarão conta das pistas de dança.

Do lado nacional, há espaço para os concertos de Norberto Lobo, Norton, Diego Armés, Lacraus, David Pires, Alto! e The Underdogs, mas também para a produção de Social Disco Club e para os discos de Rui Murka, 1ª Linha Soundsystem, André Cascais, Freshkitos, Nuno Forte e Rui Trintaeum.

Mas ainda há algumas novidades no que toca aos espaços onde o festival decorrerá. Além do Coliseu do Porto, da Garagem Vodafone FM, do Cinema Passos Manuel, da Sala SBSR (Maus Hábitos), da FNAC Sta. Catarina, do Ateneu Comercial do Porto, do Pitch Club e do Teatro Sá da Bandeira, o Vodafone Mexefest Porto passará igualmente pelos Cafés Majestic e Guarany, aproximando a música da população e integrando-se deste modo na própria vivência da cidade.

O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira no Coliseu do Porto e que dará acesso a todos os concertos em todas as salas, sempre de acordo com a lotação de cada uma. Já se sabe, haverá sempre lugar para assistir a um concerto mas, para assistir aos mais concorridos, será conveniente chegar cedo! O preço mantém-se – 40€ para duas noites com mais de quatro dezenas de concertos.

De palco em palco, a música vai mexer na cidade.



Preço dos Bilhetes
Passe único €40
(troca obrigatória por pulseira pelo próprio, na bilheteira do festival.)

Locais de Venda:

www.ticketline.pt, Fnac, Worten, El Corte Inglês (Lisboa e Gaia), Centros Comerciais Dolce Vita (Amadora, Porto, Vila Real, Ovar, Coimbra e Funchal), Casino de Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Abep, Estações de Correios e em www.ctt.pt .

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Além das melhorias técnicas, logísticas e outras, as regras do nosso Festival têm sofrido de anos a anos, alterações que o melhoraram, indo ao encontro do anseio e às necessidades das bandas para se revelarem...

Assim em 1996 o Festival nasceu só para bandas a Sul do Tejo com temas originais e em português, produzindo-se uma colectânea ímpar e memorável.

Logo em 1997, embalados por esse êxito, decidiu-se, então, abrir as inscrições a bandas de todo o país, continuando a “obrigação” de se cantar em português e então aí as seguintes colectâneas deram excelentes retratos da Música MODERNA Portuguesa dos finais dos anos 90 a nível nacional.

Depois a partir de 2000 foi instituído o CD-EP Prémio à banda vencedora do Festival.

E em 2002 os Ashfield vencem o Festival beneficiando da nova mudança do regulamento que possibilitou a expressão em Inglês.

E agora, passados dez anos, vamos lançar outra alteração: além dos quatro temas originais, as bandas que o pretendam, podem tocar ainda um quinto tema: que terá de ser uma versão de um tema em português já editado.

Assim, na inscrição, os concorrentes devem obrigatoriamente enviar a concurso quatro temas originais em qualquer idioma ou instrumentais e quem quiser tocar a versão, além dos quatro temas originais, terá também de juntá-la à inscrição, isto é, não será possível tocar temas na sua actuação que não constem da inscrição.

Queremos um Festival 2012 cada vez melhor!

Corroios é outra música!

Regulamento: http://www.festivaldecorroios.net/regulamento2012

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SONS DE VEZ!
10ª Mostra de Música Moderna Portuguesa de Arcos de Valdevez
Fevereiro e Março de 2012

Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez

2012 traz consigo mais uma edição do “Sons”, desta feita numa versão verdadeiramente “histórica”, uma vez que são celebrados dez anos, contínuos, de realização desta Mostra dedicada a várias sonoridades exclusivamente nacionais. Volvida uma década, exatamente a que iniciou o novo século, as várias edições foram por isso mesmo um espelho das sensibilidades e perspetivas de abordagem musical de um país que não cessou de se transformar, com tudo o que isso tem de positivo e negativo, com repercussões óbvias na forma de entender e produzir música; de forma não consciente o “Sons de Vez” transformou- se, provavelmente, no único evento reincidente, “não veraneante”, de apresentação dos músicos e dos projetos “lusos” mais significativos da última década.
Também este ano contamos com a participação expositiva dos fotoresidentes Sérgio Neto e Jorge Silva, que trarão até ao foyer da Casa das Artes a sua captação, atenta, da edição 2010 da Mostra.

THE GIFT
3 de Fevereiro; 23h00

Os The Gift anunciam uma digressão de dois meses em Portugal e Espanha onde apresentam temas novos. A digressão chamar-se-á “Primavera/Explode – Mil cores possíveis”. Baseado em temas novos gravados recentemente numa jornada de 10 dias no Centro Cultural de Belém e os mais recentes do último disco Explode, esta digressão apresentará os The Gift nas principais salas nacionais e espanholas. Depois desta digressão, a banda estará parada alguns meses, período durante o qual Sónia Tavares dará à luz o seu primeiro filho.
A propósito do novo trabalho “Explode”, Nuno Gonçalves declarou: “é um disco de vida feito para toda a vida. O seu real significado? Uma explosão de cores, de luz, de vida, de nova vida. O disco feito e ouvido representa o disco que sempre sonhámos fazer. O disco onde juntámos tudo o que aprendemos, tudo o que lemos, tudo o que vimos, tudo o que ouvimos e em género de conclusão, começamos tudo outra vez.
Do início. Como se hoje, dezassete anos depois do primeiro ensaio, sentíssemos a mesma energia, a mesma força, a mesma confiança, a mesma motivação. Gravámos a emoção como se fosse o primeiro disco. Gravámos a emoção como se fosse o último disco”.

JP SIMÕES
11 de Fevereiro, 23h00

Belle Chase Hotel e Quinteto Tati têm sido os habitats onde JP Simões tem concebido e produzido muitas das composições com que se foi distinguindo como magnífico escritor de canções e intérprete. Em 2006, preparou um novo espetáculo intitulado de "Canções do jovem cão" e anunciou o lançamento da sua carreira a solo. O seu primeiro disco em nome individual, com o título de "1970", é editado no início de 2007. O disco recebeu elogios dos críticos. O público também se rendeu ao trabalho, tendo o álbum passado pelo top 30 de discos mais vendidos em Portugal durante 3 semanas, tendo chegado ao 12º lugar. No Outono de 2007, é publicado o livro "O Vírus da Vida", contos de JP Simões, ilustrados por André Carrilho.
Em 2009 é editado o álbum "Boato", registo do concerto ao vivo onde recupera canções gravadas pelos grupos por onde passou; é um disco sublime que pisca o olho ao passado como reflexo incondicional do seu autor, mas que na sua essência é um disco novo com temas inéditos. Conceptual e brilhante. Ou como alguém observou: “Não há uma melodia fraca, não há dicção que não seja imaculada. JP Simões tornou-se o grande escritor de canções”.

FRANKIE CHAVEZ
18 de Fevereiro, 23h00

Frankie Chavez é um dos mais promissores talentos da nova música portuguesa, tendo vindo a ser referido como a mais recente revelação blues do Sul da Europa. A sua música, conjuga diferentes tipos de sonoridades, resultando num Blues/ Folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Apesar de se identificarem diferentes influências musicais (Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly Joe Phelps, Ry Cooder), é difícil encontrar um único termo para definir a sua música, o que lhe garante um estilo único e inconfundível.
Ao vivo, Frankie Chavez atua em formato de one man band ou com um baterista. Mune-se de várias guitarras com diferentes afinações, de uma bateria improvisada e de vários pedais de efeitos. Ao sobrepor layers de frases de guitarra através de uma loop station, cria uma sonoridade corpulenta mas respirada, onde nada é feito ao acaso. Quando canta cria uma proximidade com o público pelo seu tom intimista e pela natureza pessoal das suas letras.

OSSO VAIDOSO + GODOT
24 de Fevereiro, 23h00

Ana Deus e Alexandre Soares, os Osso Vaidoso, cruzaram as suas experiências musicais nos Três Tristes Tigres. Para trás, nos anos 80, estavam os Ban e os GNR. Longe de serem novatos, procuram, no entanto, sempre uma perspetiva nova que oriente as suas criações e é neste Osso vaidoso que de novo se encontram. Canções simples onde o texto marca a pulsação e as guitarras fogem ao lugar-comum. As canções sempre foram o objeto de trabalho de Alexandre Soares. Guitarrista pop, de frases simples e melodias fortes, marcou o som dos GNR na década de 80 e mais tarde a identidade dos “Três Tristes Tigres” nos anos 90.

A NAIFA
2 de Março, 23h00

Nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luis Varatojo, músicos associados à pop portuguesa dos anos 80 e 90, aos quais se juntou uma nova voz, Maria Antónia Mendes. O repertório totalmente original resulta de letras de novos poetas portugueses e temas com base em referências da música de raiz lusa. Em cinco anos editaram três álbuns e realizaram espetáculos dentro e fora de Portugal. Com uma nova formação que inclui Sandra Baptista no baixo e Samuel Palitos na bateria, A NAIFA regressa mais afiada que nunca! O ano de 2011 foi dedicado em exclusivo à internacionalização da banda, com concertos em diversos países, com destaque para a Tour por vários países da África Austral e a presença na edição do vigésimo aniversário do reputado Festival criado por Peter Gabriel, WOMAD.
O ano de 2012 marcará a saída do seu 4º álbum de originais. A partir de Março o público português será o primeiro a conhecer o novo disco que originará uma tournée de apresentação nacional. O novo disco, com 11 canções compostas a partir de textos de Adília Lopes, Ana Paula Inácio, Margarida Vale de Gato, Maria do Rosário Pedreira e Renata Correia Botelho, tem saída marcada para Fevereiro de 2012.

PAUS + TWO WHITE MONSTERS AROUND A ROUND TABLE
10 de Março, 23h00

Os PAUS são o Hélio Morais, o Joaquim Albergaria, o João Pereira e o Makoto Yagyu. Não gostam de biografias, nem têm paciência para elas. Por isso ficamo-nos por aqui: São estes quatro gajos, que gostam de fazer música juntos e que gostam de se meter em sítios estranhos. Editaram um EP no ano passado, considerado um dos discos do ano por uma série de publicações, fizeram um churrasco na sua garagem para o apresentar, correram uma data de festivais fixes de verão, como o Paredes de Coura, Optimus Alive ou o Milhões de Festa, fartaram-se de tocar as músicas do EP vezes sem conta e por isso mesmo criaram o Só Desta Vez – No Lux, onde tiveram a oportunidade de, ao longo de seis meses, convidar os seus amigos para reinterpretarem essas mesmas músicas. Em Outubro editaram o álbum de estreia "PAUS" pela Valentim de Carvalho.
Henrique Fernandes e João Filipe formaram os “Two White Monsters around a round table” em Setembro de 2009, após um convite para fazerem um concerto de improvisação livre com a formação de um duo de bateria e contrabaixo; decidiram com este projeto experimentar uma abordagem musical diferente da que tinha sido inicialmente proposta, a que passaram posteriormente a denominar por “BLACK SONIC JAZZ“. Esta è a expressão que os próprios usam para definirem o som que fazem, musica que vagueia entre a mais bela orquestra votada ao caos e o mais livre harsh-jazz. Lançaram entretanto pela editora “Latrina do chifrudo” o seu primeiro EP “ Two White monsters around a Round table”, estando para breve o lançamento de um segundo.

KUSSONDULOLA
17 de Março, 23h00

Ao fim de vinte anos de existência, Kussondulola sabe que está quase a ocupar o espaço deixado vazio pelo CD «Tá -se bem», de 1995. Mesmo sem ser uma obra de viragem na sua carreira, “AmaJah ”, o seu novo trabalho, é um álbum sem cedências. Kussondulola continua a fazer sentido, e essa é a principal lição a retirar destes discos. Se hoje o seu grito ecoa por milhões de ouvidos, é por mérito e não por a banda alguma vez ter cedido ao sistema.
Fiel aos seus princípios continua a comunicar através de palavras cortantes e sons originais, em que a exigência é ponto assente para os músicos. “AmaJah ” retrata a vida de um dos mais cortantes e interventivos grupos de reggae dos PALOP e não é especialmente diferente dos anteriores, o que, neste caso, é um bom sinal de fidelidade a ideias muito próprias; os grandes temas da humanidade complementam o que Kussondulola sempre fez: escrever, musicar e alertar a sociedade para os seus problemas mais profundos. Aliás, questões como o ataque às forças políticas são temas constantes, a par da erradicação da pobreza, como se pode escutar em “Custo de Vida”, um dos mais clarividentes depoimentos sobre o crescente fosso entre ricos e pobres que ocorre no mundo de hoje. O amor a Jah é, como sempre, a chave das letras.

B FACHADA
24 de Março; 23h00

Há três anos ninguém lhe sabia o nome, mas B Fachada, (Queluz, 1984), já se torna claro para muita gente (mesmo que não unânime – como sempre, com os grandes) que é o maior escritor de canções português da sua geração. Desde João Peste ou Variações que não havia esta “vibrância” e frescura que só quem canta com a verdade na voz consegue comunicar, ainda mais potente pelo deserto temporal e artístico que separa a década de 80 a 2010 neste campo de atividade artística.? O seu poder resulta, acima de tudo, como nos maiores da história da canção Ocidental moderna e contemporânea, de uma leitura de crítica e lucidez de ímpeto inquebrantável. Bernardo Fachada diz-nos que “há o cuidado de não substituir uma convenção por outra. Destruir sem fazer, sem ser moralista”.
Neste 2011 que agora finda salta à vista a sua recheada agenda ao vivo, a solo e com a sua aclamada banda, com destaque para a triunfal apresentação no Festival Super Bock Super Rock no Verão. Mas com certeza um dos pontos altos, mais recompensadores, foi o lançamento da sua polémica e ambiciosa opus ‘Deus, Pátria e Família’, um magnífico bilhete de vinte minutos para José Mário Branco e um verdadeiro manual (deliberadamente mal disfarçado) do que há para pensarmos neste momento tão particular do nosso país.

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Exposição “Densidade” de Miguel Palma e
“Sometimes the best way to find something is to move away from it” de Pedro dos Reis

Galeria Solar
26 Novembro – 12 Fevereiro

ENTRADA LIVRE

A Galeria de Arte Cinemática Solar, em Vila do Conde, apresenta a exposição “Densidade” de Miguel Palma, artista plástico português,nascido em Lisboa em 1964.

Com uma carreira artística invejável, já apresentou exposições em Portugal e em vários países europeus,como Espanha, Holanda, França, Áustria, Japão e E.U.A, sendo também representado em inúmeras colecções públicas e privadas.

Miguel Palma dedicou-se, desde muito cedo, à construção de máquinas e outros engenhos,assumindo-se como uma espécie de artista-engenheiro. Nesta atividade quase obsessiva de manipular os materiais e a tecnologia e, assim, reinventar os objetos e as imagens do mundo, reconhecemos nele uma dimensão lúdica e uma inclinação para a fantasia que nos transportam para o universo da infância.

A sua forma de pensar os espaços, e as suas construções, remetem-nos também para um universo imaginativo e inventivo, em relação ao qual somos levados a discorrer acerca do universo de Georges Méliès, o realizador (inventor dos primórdios do cinema). Contudo, sob uma aparente dimensão lúdica, as obras de Miguel Palma transmitem frequentemente uma visão crítica e irónica do mundo atual e da falência das utopias associadas ao progresso que marcaram o século XX, remetendo-nos para Jacques Tati e o emblemático filme Playtime.

O historial da galeria tem também sido marcado por um incentivo e apoio à produção artística e pelo desenvolvimento de um trabalho contínuo de divulgaçãode obras originais, através da cooperação com artistas e outras instituições. Nesse âmbito, foi criado um projeto de incentivo à criação de peças originais para jovens artistas portugueses, denominado Cave. Nas exposições mais recentes temos vindo a solicitar aos artistas convidados para se associarem a um criador que desenvolva um trabalho no âmbito deste projeto, que promova um diálogo com os trabalhos do artista. O autor proposto por Miguel Palma para este trabalho foi Pedro dos Reis, cuja obra se debruça sobre contextos espaciais e temporais através da fotografia.

O resultado do trabalho entre os artistas e a curadora convidada, Sandra Vieira Jürgens, permitiu desenvolver, ao longo dos últimos meses, um projeto de diálogos, o qual deu origem à conceção de um conjunto de peças originais de Miguel Palma e Pedro dos Reis e da qual resulta esta exposição.

+ info: http://curtas.pt/solar/index.php?menu=514&submenu=515

Organização: Curtas Metragens CRL
Apoios: QREN, Programa Novo Norte, Comissão Europeia Câmara Municipal de Vila do Conde

Solar - Estrutura financiada por: Secretaria de Estado da Cultura, Direcção-Geral das Artes

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Dimas e Gestas

Um musical para crucificados

de 20 de Janeiro a 19 de Fevereiro
terça a domingo às 21:46
Teatro Helena Sá e Costa

Dimas, o bom ladrão, e Gestas, o mau ladrão, aguardam a chegada de um terceiro elemento que se adivinha que virá pois há um espaço livre entre as cruzes onde os dois estão crucificados. Enquanto aguardam, as personagens vagueiam pelas memórias da sua vida, pelas opções que tomaram e pelas oportunidades que perderam. Afinal como chegaram ao Gólgota?
Segundo o evangelho de Lucas, Cristo foi crucificado no meio de dois ladrões ou malfeitores: “E também conduziram outros dois, que eram malfeitores, para com ele serem mortos.
E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. […] E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.”
Mas será que esta é a verdadeira historia? Claro que não. À luz das mais recentes evoluções da psicologia forense acreditamos que Dimas era na verdade um malandro, bem disposto é certo, um bom malandro, mas não seguramente um bom ladrão. Era um pintas. Um mentiroso compulsivo. Aliás, quem senão um oportunista diria a Cristo: - “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino” Já o pobre do Gestas mais não era que um pai de família que fruto de um desemprego prolongando e da perseguição da usura a que foi obrigado a recorrer, mais solução não teve que enveredar pela profissão e ladrão. Ladrão de pouca monta, ladrão de pão. Não foi blasfémia, foi suplica sentida: - “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.”

Texto e encenação de Ricardo Alves
Interpretação de Ivo Bastos, Nuno Preto e Rodrigo Santos
Direcção plástica de Sandra Neves
Músicas originais de Rodrigo Santos
Desenho de luz e fotografia de cena de Pedro Vieira de Carvalho
Design de Catarina Felgueiras
Produção executiva de Adelaide Barreiros

Para maiores de 16 anos



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SWR BARROSELAS METALFEST XV

Asphyx juntam-se a Immortal, Candlemass e muitos outros no SWR barroselas metalfest XV

A 15.ª edição do SWR barroselas metalfest, agendada para 26 a 30 de Abril de 2012, já tem definida uma boa parte do seu cartaz. A celebração dos quinze anos do festival SWR barroselas metalfest, um evento de renome internacional entre os adeptos das sonoridades mais extremas, motiva uma edição especial alargada a cinco dias.
Sendo um dos nomes mais cimeiros do black metal da actualidade, os Immortal deslocam-se ao nosso país para um espectáculo exclusivo em que se poderão ouvir alguns dos temas mais influentes da banda ao seu estilo muito próprio. Os suecos Candlemass são também uma das grandes atracções do evento. Mantendo o estatuto de uma das maiores referências do doom metal desde o início dos anos noventa, a presença de Candlemass antecipa momentos de muito frio no palco principal do SWR barroselas metalfest XIV.
Os holandeses Asphyx, os thrashers norte-americanos Whiplash e Hirax, os noruegueses Tsjuder ou os japoneses Coffins são nomes que assumem também preponderância no conjunto dos mais de cinquenta artistas dos vários cantos do mundo que compõe o cartaz final do festival. Contando com a inscrição de nomes como Napalm Death, Brujeria ou Ratos de Porão no seu largo historial, o maior festival de metal extremo da península ibérica dispõe este ano de dois palcos interiores e uma zona exterior onde decorrem alguns espectáculos de entrada livre em recinto coberto. O festival coloca ainda ao dispor dos visitantes um parque de campismo em entorno florestal com casas de banho e duches de água quente.

SWR BARROSELAS METALFEST XV | TICKETS

x-mas packs: 75€ including full pass, x-mas card, special edition t-shirt, cup, 5 steels, bag, ear plugs, lighter, pin and sticker [until 31 January | limited stock!]

5-days tickets: 75€ [pre-sale until 15 April] | 85€ [at the box]

daily tickets: friday 35€ | saturday 38€ | sunday 35€ | monday 35€



ticket stores:
TICKETLINE [ 1820 | FNAC ABREU WORTEN DOLCEVITA MEGAREDE ELCORTEINGLÊS ] CTT METALTIX
TICKETMASTER [ 902 15 00 25 | FNAC CARREFOUR HALCÓN VIAJES ] LABOLETERIA BREAKPOINT
BEAT RECORDS GALÁXIA PIRANHA RIBEIRINHO VOMIT YOUR SHIRT LOITA UNDERGROUND

trip&ticket expeditions:
METALHEAD EVENTS | PT | LISBOA > LEIRIA > COIMBRA > AVEIRO
TRUE SPIRIT'S ALIVE | PT | PORTO > GUIMARÃES > BRAGA > BARCELOS
METALTRIP | ES | MADRID > ÁVILA > SALAMANCA
BREAKPOINT | ES | A CORUÑA > SANTIAGO DE COMPOSTELA > VIGO

SWR BARROSELAS METALFEST XV | INFO



location: SWR barroselas metalfest | Barroselas | Av. São Paulo da Cruz | GPS 41.643836; -8.686147
web: www.swr-fest.com | www.swr-inc.net

myspace: www.myspace.com/swr_fest | www.myspace.com/swr_inc
facebook: www.facebook.com/SWR.barroselas.metalfest / www.facebook.com/SWR.inc.pt

forum: www.metalunderground.org
info: info@swr-inc.net | +351 961958558 | +351 919895651



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