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Eventos
Novas Confirmações: Twin Shadow, Niki & The Dove, The Dø, Emika, Dillon, King Krule, Norberto Lobo, Lacraus, Diego Armés, Portable Live, Makam Live, Peak & Swift, Russian Red, Muchachito Y El Trio Infierno, Dani Black, Norton, David Pires, Alto!, The Underdogs, Social Disco Club, Rui Murka, 1ª Linha Soundsystem, André Cascais, Freshkitos, Nuno Forte, Rui Trintaeum. Coliseu do Porto | Garagem Vodafone FM | Cinema Passos Manuel | Sala Super Bock Super Rock (Maus Hábitos) | Café Majestic | FNAC Sta Catarina | Pitch Club | Ateneu Comercial do Porto | Teatro Sá da Bandeira | Café Guarany sexta-feira e sábado, 2 e 3 de março www.vodafonemexefest.com | www.facebook.com/vodafonemexefest
Em articulação com a Câmara Municipal do Porto, através da Porto Lazer, o Vodafone Mexefest Porto pretende não apenas proporcionar uma descoberta da cidade mas, sobretudo, apostar na dinamização do outro lado da baixa portuense, devolvendo à Rua Passos Manuel o seu estatuto de ponto de unificação cultural. Atendendo às exigências do público nortenho, manteve-se a preocupação em criar um cartaz com alguns dos nomes mais relevantes da actualidade no que toca à música com um alinhamento coerente mas diversificado, entre sonoridades que tocam em vários espectros musicais, do rock ao house, passando pelo drum 'n' bass, hip-hop ou folk, entre tantos outros rótulos, alguns deles ainda não inventados. Entre as aclamações da crítica e do público, delineou-se um cartaz onde artistas nacionais e internacionais partilham o protagonismo. Assim, depois dos já anunciados St. Vincent, Josh Rouse, Ladrões do Tempo, Cass McCombs, Supernada, Hanni El Khatib, Fink, Tiger & Woods Live, Foals DJ Set, Beatbombers, Capitão Fausto, Best Youth, Salto e The Glockenwise, surgem agora novas confirmações que prometem manter o festival no roteiro dos verdadeiros amantes de música. Do lado internacional, Twin Shadow, Niki & The Dove, The Dø, Emika, Russian Red, Dillon, King Krule, Muchachito Y El Trio Infierno, Dani Black estarão encarregues dos palcos e Portable Live, Makam Live e Peak & Swift tomarão conta das pistas de dança. Do lado nacional, há espaço para os concertos de Norberto Lobo, Norton, Diego Armés, Lacraus, David Pires, Alto! e The Underdogs, mas também para a produção de Social Disco Club e para os discos de Rui Murka, 1ª Linha Soundsystem, André Cascais, Freshkitos, Nuno Forte e Rui Trintaeum. Mas ainda há algumas novidades no que toca aos espaços onde o festival decorrerá. Além do Coliseu do Porto, da Garagem Vodafone FM, do Cinema Passos Manuel, da Sala SBSR (Maus Hábitos), da FNAC Sta. Catarina, do Ateneu Comercial do Porto, do Pitch Club e do Teatro Sá da Bandeira, o Vodafone Mexefest Porto passará igualmente pelos Cafés Majestic e Guarany, aproximando a música da população e integrando-se deste modo na própria vivência da cidade. O público poderá comprar um passe único, que deverá ser trocado por pulseira no Coliseu do Porto e que dará acesso a todos os concertos em todas as salas, sempre de acordo com a lotação de cada uma. Já se sabe, haverá sempre lugar para assistir a um concerto mas, para assistir aos mais concorridos, será conveniente chegar cedo! O preço mantém-se – 40€ para duas noites com mais de quatro dezenas de concertos. De palco em palco, a música vai mexer na cidade.
Locais de Venda: www.ticketline.pt, Fnac, Worten, El Corte Inglês (Lisboa e Gaia), Centros Comerciais Dolce Vita (Amadora, Porto, Vila Real, Ovar, Coimbra e Funchal), Casino de Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Abep, Estações de Correios e em www.ctt.pt .
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Além das melhorias técnicas, logísticas e outras, as regras do nosso Festival têm sofrido de anos a anos, alterações que o melhoraram, indo ao encontro do anseio e às necessidades das bandas para se revelarem... Assim em 1996 o Festival nasceu só para bandas a Sul do Tejo com temas originais e em português, produzindo-se uma colectânea ímpar e memorável. Logo em 1997, embalados por esse êxito, decidiu-se, então, abrir as inscrições a bandas de todo o país, continuando a “obrigação” de se cantar em português e então aí as seguintes colectâneas deram excelentes retratos da Música MODERNA Portuguesa dos finais dos anos 90 a nível nacional. Depois a partir de 2000 foi instituído o CD-EP Prémio à banda vencedora do Festival. E em 2002 os Ashfield vencem o Festival beneficiando da nova mudança do regulamento que possibilitou a expressão em Inglês. E agora, passados dez anos, vamos lançar outra alteração: além dos quatro temas originais, as bandas que o pretendam, podem tocar ainda um quinto tema: que terá de ser uma versão de um tema em português já editado. Assim, na inscrição, os concorrentes devem obrigatoriamente enviar a concurso quatro temas originais em qualquer idioma ou instrumentais e quem quiser tocar a versão, além dos quatro temas originais, terá também de juntá-la à inscrição, isto é, não será possível tocar temas na sua actuação que não constem da inscrição. Queremos um Festival 2012 cada vez melhor! Corroios é outra música! Regulamento: http://www.festivaldecorroios.net/regulamento2012
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2012 traz consigo mais uma edição do “Sons”, desta feita numa versão
verdadeiramente “histórica”, uma vez que são celebrados dez anos, contínuos, de realização
desta Mostra dedicada a várias sonoridades exclusivamente nacionais. Volvida uma década,
exatamente a que iniciou o novo século, as várias edições foram por isso mesmo um espelho
das sensibilidades e perspetivas de abordagem musical de um país que não cessou de se
transformar, com tudo o que isso tem de positivo e negativo, com repercussões óbvias na
forma de entender e produzir música; de forma não consciente o “Sons de Vez” transformou-
se, provavelmente, no único evento reincidente, “não veraneante”, de apresentação dos
músicos e dos projetos “lusos” mais significativos da última década.
THE GIFT
Os The Gift anunciam uma digressão de dois meses em Portugal e Espanha
onde apresentam temas novos. A digressão chamar-se-á “Primavera/Explode – Mil
cores possíveis”. Baseado em temas novos gravados recentemente numa jornada de
10 dias no Centro Cultural de Belém e os mais recentes do último disco Explode, esta
digressão apresentará os The Gift nas principais salas nacionais e espanholas. Depois
desta digressão, a banda estará parada alguns meses, período durante o qual Sónia
Tavares dará à luz o seu primeiro filho.
JP SIMÕES
Belle Chase Hotel e Quinteto Tati têm sido os habitats onde JP Simões tem
concebido e produzido muitas das composições com que se foi distinguindo como
magnífico escritor de canções e intérprete. Em 2006, preparou um novo espetáculo
intitulado de "Canções do jovem cão" e anunciou o lançamento da sua carreira a solo.
O seu primeiro disco em nome individual, com o título de "1970", é editado no início de
2007. O disco recebeu elogios dos críticos. O público também se rendeu ao trabalho,
tendo o álbum passado pelo top 30 de discos mais vendidos em Portugal durante 3
semanas, tendo chegado ao 12º lugar. No Outono de 2007, é publicado o livro "O
Vírus da Vida", contos de JP Simões, ilustrados por André Carrilho.
FRANKIE CHAVEZ
Frankie Chavez é um dos mais promissores talentos da nova música
portuguesa, tendo vindo a ser referido como a mais recente revelação blues do Sul da
Europa. A sua música, conjuga diferentes tipos de sonoridades, resultando num Blues/
Folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Apesar de
se identificarem diferentes influências musicais (Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly
Joe Phelps, Ry Cooder), é difícil encontrar um único termo para definir a sua música, o
que lhe garante um estilo único e inconfundível.
OSSO VAIDOSO + GODOT Ana Deus e Alexandre Soares, os Osso Vaidoso, cruzaram as suas experiências musicais nos Três Tristes Tigres. Para trás, nos anos 80, estavam os Ban e os GNR. Longe de serem novatos, procuram, no entanto, sempre uma perspetiva nova que oriente as suas criações e é neste Osso vaidoso que de novo se encontram. Canções simples onde o texto marca a pulsação e as guitarras fogem ao lugar-comum. As canções sempre foram o objeto de trabalho de Alexandre Soares. Guitarrista pop, de frases simples e melodias fortes, marcou o som dos GNR na década de 80 e mais tarde a identidade dos “Três Tristes Tigres” nos anos 90.
A NAIFA
Nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luis Varatojo, músicos
associados à pop portuguesa dos anos 80 e 90, aos quais se juntou uma nova voz,
Maria Antónia Mendes. O repertório totalmente original resulta de letras de novos
poetas portugueses e temas com base em referências da música de raiz lusa. Em
cinco anos editaram três álbuns e realizaram espetáculos dentro e fora de Portugal.
Com uma nova formação que inclui Sandra Baptista no baixo e Samuel Palitos na
bateria, A NAIFA regressa mais afiada que nunca! O ano de 2011 foi dedicado em
exclusivo à internacionalização da banda, com concertos em diversos países, com
destaque para a Tour por vários países da África Austral e a presença na edição do
vigésimo aniversário do reputado Festival criado por Peter Gabriel, WOMAD.
PAUS + TWO WHITE MONSTERS AROUND A ROUND TABLE
Os PAUS são o Hélio Morais, o Joaquim Albergaria, o João Pereira e o Makoto
Yagyu. Não gostam de biografias, nem têm paciência para elas. Por isso ficamo-nos
por aqui: São estes quatro gajos, que gostam de fazer música juntos e que gostam de
se meter em sítios estranhos. Editaram um EP no ano passado, considerado um dos
discos do ano por uma série de publicações, fizeram um churrasco na sua garagem
para o apresentar, correram uma data de festivais fixes de verão, como o Paredes de
Coura, Optimus Alive ou o Milhões de Festa, fartaram-se de tocar as músicas do EP
vezes sem conta e por isso mesmo criaram o Só Desta Vez – No Lux, onde tiveram a
oportunidade de, ao longo de seis meses, convidar os seus amigos para
reinterpretarem essas mesmas músicas. Em Outubro editaram o álbum de
estreia "PAUS" pela Valentim de Carvalho.
KUSSONDULOLA
Ao fim de vinte anos de existência, Kussondulola sabe que está quase a
ocupar o espaço deixado vazio pelo CD «Tá -se bem», de 1995. Mesmo sem ser uma
obra de viragem na sua carreira, “AmaJah ”, o seu novo trabalho, é um álbum sem
cedências. Kussondulola continua a fazer sentido, e essa é a principal lição a retirar
destes discos. Se hoje o seu grito ecoa por milhões de ouvidos, é por mérito e não por
a banda alguma vez ter cedido ao sistema.
B FACHADA
Há três anos ninguém lhe sabia o nome, mas B Fachada, (Queluz, 1984),
já se torna claro para muita gente (mesmo que não unânime – como sempre, com
os grandes) que é o maior escritor de canções português da sua geração. Desde
João Peste ou Variações que não havia esta “vibrância” e frescura que só quem
canta com a verdade na voz consegue comunicar, ainda mais potente pelo deserto
temporal e artístico que separa a década de 80 a 2010 neste campo de atividade
artística.? O seu poder resulta, acima de tudo, como nos maiores da história da canção
Ocidental moderna e contemporânea, de uma leitura de crítica e lucidez de ímpeto
inquebrantável. Bernardo Fachada diz-nos que “há o cuidado de não substituir uma
convenção por outra. Destruir sem fazer, sem ser moralista”.
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Galeria Solar ENTRADA LIVRE A Galeria de Arte Cinemática Solar, em Vila do Conde, apresenta a exposição “Densidade” de Miguel Palma, artista plástico português,nascido em Lisboa em 1964. Com uma carreira artística invejável, já apresentou exposições em Portugal e em vários países europeus,como Espanha, Holanda, França, Áustria, Japão e E.U.A, sendo também representado em inúmeras colecções públicas e privadas. Miguel Palma dedicou-se, desde muito cedo, à construção de máquinas e outros engenhos,assumindo-se como uma espécie de artista-engenheiro. Nesta atividade quase obsessiva de manipular os materiais e a tecnologia e, assim, reinventar os objetos e as imagens do mundo, reconhecemos nele uma dimensão lúdica e uma inclinação para a fantasia que nos transportam para o universo da infância. A sua forma de pensar os espaços, e as suas construções, remetem-nos também para um universo imaginativo e inventivo, em relação ao qual somos levados a discorrer acerca do universo de Georges Méliès, o realizador (inventor dos primórdios do cinema). Contudo, sob uma aparente dimensão lúdica, as obras de Miguel Palma transmitem frequentemente uma visão crítica e irónica do mundo atual e da falência das utopias associadas ao progresso que marcaram o século XX, remetendo-nos para Jacques Tati e o emblemático filme Playtime. O historial da galeria tem também sido marcado por um incentivo e apoio à produção artística e pelo desenvolvimento de um trabalho contínuo de divulgaçãode obras originais, através da cooperação com artistas e outras instituições. Nesse âmbito, foi criado um projeto de incentivo à criação de peças originais para jovens artistas portugueses, denominado Cave. Nas exposições mais recentes temos vindo a solicitar aos artistas convidados para se associarem a um criador que desenvolva um trabalho no âmbito deste projeto, que promova um diálogo com os trabalhos do artista. O autor proposto por Miguel Palma para este trabalho foi Pedro dos Reis, cuja obra se debruça sobre contextos espaciais e temporais através da fotografia. O resultado do trabalho entre os artistas e a curadora convidada, Sandra Vieira Jürgens, permitiu desenvolver, ao longo dos últimos meses, um projeto de diálogos, o qual deu origem à conceção de um conjunto de peças originais de Miguel Palma e Pedro dos Reis e da qual resulta esta exposição. + info: http://curtas.pt/solar/index.php?menu=514&submenu=515
Organização: Curtas Metragens CRL Solar - Estrutura financiada por: Secretaria de Estado da Cultura, Direcção-Geral das Artes
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