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After show

Fonzie - Hard Club
Com cinco álbuns editados nos últimos doze anos, é com "Caminho" que os Fonzie chegam à Sala Dois do Hard Club, álbum integralmente cantado em português.
As palavras enrolam-se mais, são mais brandas. Este é um disco leve, um objecto dos tempos modernos que facilmente se guarda na gaveta do punk descomprometido e sorridente. "Crushin`" é o tema mote, sendo intercalado com as palavras dos temas cantados em português, "Amizade", "Shout", "Olhos", "Rock". Um jogo de línguas alternadas mas sempre a mesma atitude no palco e na assistência, braços no ar, crowd-surfing, sorrisos e letras cantadas em coro pela centena de fãs que acorreram ao Hard Club.
Filhos pródigos de Descendents e Bad Religion, os Fonzie fazem parte da terceira vaga de punk rock, e para cumprir a tarefa de música de contestação recorrem a uma formação clássica, mas pulsante, de baixo, guitarra e bateria, tudo colmatado pela voz incisiva de Hugo Maia.
Texto e fotos: Ana Cancela

O percurso de Fonzie sempre foi peculiar, para além de serem assumidamente a banda punk rock nacional, viajaram quase exclusivamente por salas estranjeiras, numa clara e bem conseguida tentativa de internacionalização. Desde Nova Iorque a Tóquio, Hugo Maia, David Marques, João Marques e Carlos Teixeira reinventam o solarengo punk rock nacional e dão-no a conhecer além-fronteiras, tendo actuado com NOFX, Pennywise, Millencolin, Korn e Bad Religion, entre muitos outros pesos pesados do cenário musical dos últimos anos.
Importante para os Fonzie é a divulgação contínua da sua música, a promoção musical da estética punk, algo que fazem, e bastante bem, há quase quinze anos.






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