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After show
Sons de Vez
Wraygunn
“There but for the grace of god go I” assinou o tiro certeiro para um auditório, uma vez mais a rebentar pelas costuras.
Nesta noite de Sexta feira (24 de Março), e acabadinhos de chegar de uma extensa agenda por terras francesas, os Wraygunn vieram com o album «Eclesiastes 1.11» no bolso. De lá, “Soul City” na novidade em versão gospel com a preciosa ajuda da segunda voz feminina.
Raquel Ralha a surpreender como sempre com sua voz poderosa ultra delicada, culminando com as batidas tribais de João Doce nas percussões e com toda a loucura de Furtado. Perfeito!
Tema final previsto “All Night Long”, com a já habitual visita de Paulo Furtado ao núcleo do publico presente, para um inquerito pessoal bem olhos nos olhos, e acabando assim por resgatar oito aventureiros para o palco, participando no refrão da musica. Uma anedota! Como é possivel alguém perder estes momentos? Dia 31 há mais. Pedro Khima e os In. A 21 de Abril ainda há Dead Combo, Jorge Cruz a 28 e o final desta fase está programado para o inicio de Maio com a FestHipHop. Apareçam! -
Vitor Pinto

Wraygunn – Estado de Sítio em Arcos de Valdevez!

Os sete magníficos vindos de Coimbra, invadiram este espaço da Casa das Artes de Arcos de Valdevez, com todo o seu esplendor Power Blues, por entre a loucura controlada em mais uma etapa do Sons de Vez. Evento este que já demonstrou provas de como é palco credível para a passagem dos grandes nomes a nível nacional.
“O espaço é pequeno mas podem-se levantar e dançar!”- apelos constantes de Paulo Furtado para uma plateia que permanecia adormecida no conforto deste belissímo auditório.
“Don’t you know?” e “Ain’t gonna break my soul” do registo de estreia «Soul Jam», aqui na força dançante destes dois temas quebrando o gelo dos presentes e movimentos de dança, já se faziam sentir.
Seguiu-se “Going Down” no regresso ao album de estreia, “Keep on Prayin’” no seu maximo potencial e a concluir a sequência, “Drunk or Stoned” no momento mais louvado e mais forte da noite, conseguindo assim levantar finalmente toda a plateia das cadeiras.
“How long, How long?” num fabuloso momento blues em forma plena e “She’s a speed freak” até á exaustão que não chegou a rebentar. Muito bom mesmo!
Encore pedido, encore consedido e de volta ao palco com o antiguinho “Snapshot” a rematar desta forma o óptimo momento de forma dos Wraygunn.

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