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Palankalama– quarteto dedicado à música instrumental, oriundo da cidade do Porto; as suas composições baseiam-se na música tradicional/folk de diversas regiões e imaginários. Cada música é uma procura de um cenário onde se desenvolve um argumento. Recorrendo à energia do rock, a narrativa é traçada pelos quatro elementos da banda, numa busca de lugares de "ficção".

Palmers– surgidos nas Caldas da Rainha, acabaram 2018 carregados de concertos e um 2019 de agenda cheia; juntando o Garage, Surf e Punk Rock, o trio mantém-se fiel a riffs eletrizantes e ritmos acelerados, numa sonoridade já bem demarcada e com claras influências do século passado; lançaram no final de 2018 o EP "Younger Days".

Panado– formados pelo Diogo na guitarra e na voz, Lourenço no baixo e na voz, e Bernardo na bateria; utilizaram o seu 2016 da melhor forma, fazendo o máximo de barulho possível por metro quadrado e a feliz consequência está prestes a sair cá para fora. Sem antecedência de aviso ou um EP para quebrar o gelo, dizem agora olá ao (sub)mundo, com "Juventude Coxa"; sediados na Amexoeira, mas com as asas viradas para o mundo, é lá que chateiam os vizinhos e todos os mecânicos das redondezas; depois de assegurarem que os mais diversos palcos deste país tinham apoio lombar, a jovem banda acampou por breves momentos nos Estúdios King (Hey Pachuco!) durante o passado Inverno, e com a ajuda do seu fiel companheiro Cláudio Fernandes, (PISTA, Nada-Nada, Cangarra entre outros), regurgitou o seu primeiro longa-duração. "Juventude Coxa" são 3 putos, 8 músicas e tudo o que ficou pelo meio. Mais do que músicas são canções. E mais do que canções, são malhas. São 35 minutos de feedback, distorção e esquizófrenia latina; com mais ouvidos que barriga, presenteiam-nos com uma viagem alucinante ao rock sónico dos anos 90, misturada numa nuvem de delay e melodias hipnóticas, onde o ritmo, a cor e a atmosfera das suas canções tornam "Juventude Coxa" num teatro sonoro especial.

:Papercutz


Pântano– banda de Hard-rock, Southern, Grunge cantado em bom português; constituída por Nuno Rodrigues(WAKO, CUT) , Miguel Mateus(Subversive) e Arlindo Cardoso(Low Torque, NON) ; tem como principais influências e referências, tudo que envolve os finais dos anos oitenta e principio dos noventa, em grande parte os filmes e sonoridades que ficaram alojadas no imaginário.

Papaya– banda de rock/punk/noise composta por Bráulio Amado, Oscar Silva e Ricardo Martins, divididos entre Lisboa e Nova Iorque; lançaram em 2013 o seu primeiro 12' LP “UM/I” através da editora alemã Adagio830 Records e lançam em Junho deste ano o seu novo 7' EP “DOIS/II” através da RVLV Records; já é tradição que Bráulio, Óscar e Ricardo se juntem todos os anos durante uns dias, pelas férias de Natal, quando o Bráulio se desloca a Portugal, e gravem disco novo. Foi o que fizeram em Dezembro de 2019, adoptando o habitual método de cientistas punk, resultando no que é provavelmente o disco mais maduro e experimental deles. "SEIS / VI" foi editado em maio e o primeiro single foi "Nave Especial".

:Papercutz – do premiado produtor Bruno Miguel, tem vindo a desvendar a sua nova sonoridade em festivais entre Ásia e Estados Unidos; a nova vocalista, Catarina Miranda (convidada para o Festival da Canção 2018) conhecida pelo seu trabalho como Emmy Curl, é um dos elementos responsáveis por essa nova abordagem sonora, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais; polirritmia e melodias interpretadas por sintetizadores analógicos, batidas urbanas, texturas ambientais e percussões de raiz tribal são outros dos elementos que se dispersam pela estética renovada do projecto portuense; em 2018 edita o álbum de nome "King Ruiner"; já editou o EP “Ultravioleta rmx’s” em 2008, no mesmo ano saiu o álbum “Lylac”, dois anos mais tarde “Do Outro Lado do Espelho”, em 2012 editou “The Blur Between Us” e em 2013 mais dois EP’s. “Where Beasts Die” e “Rivers”.

The Partisan Seed– uma longa aventura do barcelense Filipe Miranda que começa em 2005; editou “Visions Of Solitary Branches” em 2006, “Indian Summer” em 2008, “SpiritWalking” em 2012, dois anos mais tarde surge “Angels On The Boardwalk” e em 2017 “Insomnia”.

Paradigma– banda de rock formada em 2011 em Oliveira de Azeméis; só a partir de 2013 é que tocaram, gravaram e produziram na formação atual com Araújo na guitarra e na voz, Samuel na bateria e Monteiro no baixo; servem de escola e inspiração bandas e músicos como Rolling Stones, Pink Floyd, Nirvana, Sex Pistols, Ornatos Violeta, Xutos & Pontapés, Jorge Palma, António Variações ou o imortal Zeca Afonso; "Eixo do Mal" é o mais recente trabalho; após o lançamento em 2014 do disco DEMO "Perdidos no Tempo", a banda revela-se com um som mais consistente e maduro. O álbum conta com 8 temas cantados em português que passam por críticas, histórias e, sobretudo, passam pela vontade de expressão artística e intelectual da banda.

PAUS


Paulo Praça - praticante consumado de preciosas jóias que são as canções, efémeras e essenciais no tempo; cantautor, multi-instrumentista e produtor, é natural de Vila do Conde; colaborou com grupos e artistas como Sequoia, 3 Tristes Tigres, GNR, Pedro Abrunhosa e The Gift, fundou os grupos TurboJunkie, Grace e Plaza e foi um dos protagonistas do projecto “Amália Hoje”.

Paulo Segadães - fotografo; baterista nos Men Eater e Vicious Five entre 2003 e 2009; baterista de The Legendary Tigerman desde 2013, partilhando o palco com Paulo Furtado e João Cabrita.

PAUS - continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Um ofício que foi mudando desde que pela primeira vez nos deram a beber da sua música no ep de 2010 “é uma água”; as canções destes quatro nunca foram bem canções. Sempre foram vontades de estar em sítios estranhos, desafiantes, com cor e horizontes largos; 8 anos, 3 LP’s, 2, ep’s, várias tours internacionais, do País de Gales ao Texas, da Sardenha ao México, a sua viagem levou-os à Madeira. A convite de Pedro Azevedo e da família ALESTE, foram em Setembro de 2017 filmar e fotografar todo o aspecto visual de um disco que tinham começado a preparar em Julho desse ano. A perspetiva de aterrar no mais longínquo e maravilhoso subúrbio de Lisboa impregnou, ainda antes de chegarem ao Funchal, a música que então estavam a terminar. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha, gente rodeada a mar, sem condição. “Madeira” são 9 canções e vídeos onde vemos e ouvimos os PAUS sempre em viagem e sempre em casa. Não é só um Disco, é um Videodisco e um Vinil, e foi lançado a 6 de Abril de 2018.

Pavilhão dos Desportos - depois do 25 de abril, Portugal começou, lentamente, a entrar na rota dos grandes concertos internacionais e o Pavilhão dos Desportos, situado no topo do Parque Eduardo VII, em Lisboa, representou aí um importante papel; o Pavilhão tem uma história extraordinária: foi desenhado pelos arquitetos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e ainda por Alfredo Assunção Santos e construído no Brasil para a Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro, tendo sido inaugurado em maio de 1923. Foi mais tarde reconstruído em Lisboa. Chamou-se Palácio das Exposições e, depois da II Guerra Mundial, foi convertido para eventos desportivos acolheu importantes finais de hóquei em patins, por exemplo, e só viria a conhecer o seu derradeiro nome quando Carlos Lopes conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1984; houve notáveis concertos, antes ainda da mudança de nome, incluindo Pete Seeger (em 1983, ocasião documentada em disco) e os Can (com os portugueses Arte & Ofício na primeira parte, logo em 1977). Contudo, uma das primeiras memórias musicais do espaço dá conta da entrega de um prémio pela Casa de Imprensa ao Quarteto 1111, em 1968; já como Pavilhão Carlos Lopes, aquela sala lisboeta recebeu muitos concertos entre finais dos anos 80 e inícios dos anos 90: Nick Cave apresentou-se lá em 1988 com os Mão Morta na primeira parte; os Vaya Con Dios assinaram aí um espetáculo no auge da sua popularidade, em 1990. Outros nomes: Marillion, Jesus and Mary Chain, Van Morrison; as bandas portuguesas também usavam o Carlos Lopes como "trampolim": os Delfins gravaram lá um concerto para a RTP, em 1990, e no mesmo ano atuaram os Sétima Legião, num concerto que também seria documentado em DVD. - in Blitz (Rui Miguel Abreu)

Peixe


Pavilhão Dramático de Cascais - abriu à pressa, sem cerimónia de inauguração a condizer. E também fechou sem aviso prévio. O pavilhão que ficou conhecido como Dramático de Cascais (pois era ali que o Grupo Sportivo e Dramático de Cascais passou a ter a sua sede administrativa além da maior parte das suas atividades desportivas) havia sido desenhado pelo arquiteto Henrique Albino; à época, era o pavilhão português com maior lotação, mas não dispunha de eletrificação adequada ou sequer de uma pintura quando abriu portas pela primeira vez. Mas no dia 20 de novembro de 1971 entraram por ali dentro Miles Davis, Keith Jarrett, Dexter Gordon, Ornette Coleman, Charlie Haden e Rão Kyao; o Pavilhão do Dramático, que beneficiava da ausência de locais para espetáculos com aquelas dimensões em Portugal, tinha o destino traçado: seria a música a dar-lhe fama apesar dos feitos do hóquei em patins e do andebol do Cascais; o Festival de Jazz de Cascais permaneceria ali até 1980, recebendo visitas e concertos ilustres dos Giants of Jazz (Dizzy Gillespie, Thelonious Monk, Art Blakey e Sonny Stitt, entre outros), Cannonball Adderley, Dave Brubeck, Elvin Jones, Jimmy Smith, Phil Woods, Duke Ellington, Sarah Vaughan, B.B. King, McCoy Tyner, Charles Mingus, Gil Evans, Sonny Rollins, Betty Carter, Muddy Waters, Art Blakey, George Duke, Toots Thielemans, Tete Montoliu, Freddie Hubbard e John Abercrombie, representantes maiores do jazz e dos blues; seriam, no entanto, os concertos de rock que viriam conceder ao inóspito equipamento desportivo o epíteto de Catedral. Ainda nos anos 70, por ali passaram os Procol Harum, Blood Sweat and Tears (com os Vinegar Joe, de Elkie Brooks e Robert Palmer), Soft Machine, Amon Düul II e, claro, os Genesis, provando que aquele era o local dos concertos de eleição da época; ali tocaram os maiores do rock progressivo e sinfónico que marcaram aquele tempo. Um sinal: os Black Sabbath tiveram dois concertos marcados para ali, em abril de 1973, mas viriam a cancelar a sua estreia em Portugal, tendo a desistência direito a anúncio publicado no semanário Expresso. Porém, seria o punk rock e a new wave, primeiro, e o hard rock e heavy-metal, depois, a dar nome à casa emprestada do Dramático de Cascais. Esse era o tempo em que o corpo de intervenção do COPCON zelava pela segurança com excesso e denodo, mais tarde substituído pela atuação fora do pavilhão do Inspetor Catita, da PSP. Ficaram então na história os motins que antecederam um concerto, também cancelado, dos Stranglers (com os 999 na primeira parte) em 1978. Mas também os tumultos dentro e fora do pavilhão antes, durante e depois das prestações dos Tubes, Dr. Feelgood, Stranglers, Joe Jackson, Lene Lovich, Lou Reed, Steve Harley (com Gang of Four), Clash, Iggy Pop, Ian Dury, Boomtown Rats, Dexys Midnight Runners ou Ramones. Estava aberta uma nova era, ainda que os concertos de rock progressivo, sinfónico e seus derivados ainda espreitassem (Camel, Barclay James Harvest, Mike Oldfield, Supertramp, Nazareth ou Peter Gabriel); o Pavilhão do Dramático tinha passado a ser uma escola de rock em Portugal. Para os músicos, obviamente, mas também para o público, que ali tomava contacto com novas formas de espetáculo e entretenimento, nas quais se incluíam as viagens de comboio na Linha de Cascais. Não vale a pena esconder: tratava-se, para todos, da primeira vez. O profissionalismo, inclusivamente para os promotores de espetáculos, só viria depois. Nos anos 80, já depois dos primeiros concertos de heavy-metal por conta dos Rainbow, Whitesnake, Kiss ou dos Iron Maiden, o Pavilhão do Dramático começa a receber, sobretudo mercê das organizações da Tournée, espetáculos produzidos de acordo com o standard internacional. A lista é quase interminável e transformou o Dramático de Cascais em anfitrião de um rol de artistas de fazer inveja às grandes salas da Europa. Leonard Cohen, PIL, Gary Moore, Kinks, James Brown, Lloyd Cole, Suzanne Vega, Bob Dylan e Laurie Anderson (no mesmo dia), Brian May, Nirvana e Pearl Jam deixaram marcas, numa época em que o heavy-metal e o hard rock já tinham transformado aquele pavilhão em região demarcada. Os Iron Maiden faziam com que todas as suas digressões ali poisassem, mas também WASP, Motörhead, Bon Jovi, Judas Priest (com Annihilator e Pantera), Sepultura, Extreme, Def Leppard, Paradise Lost, Slayer, Machine Head, Megadeth e Manowar tiveram as suas grandes noites dentro daquele aglomerado de betão gigantesco que se dizia albergar mais de dez mil almas em noites de enchente; a 7 de novembro de 1998, quase 27 anos depois dos primeiros acordes, aconteceu o derradeiro concerto, com Slayer, Sepultura e System of a Down. Por essa altura, o risco de derrocada já era aparente e existia uma bancada interditada. Em setembro de 2005, o Pavilhão do Dramático de Cascais começou a ser demolido e no seu lugar, hoje, encontra-se um pacato parque de estacionamento. - in Blitz (Miguel Francisco Cadete)

Pé Grande - nasce de uma mistura entre a música e a natureza; entre os acordes e dedilhados folk, viaja até à floresta mais próxima; o projeto começou a ser pensado em 2017, sendo que em Abril de 2018 lança o seu primeiro single, Time To Wake On Dawn, que dará o nome ao EP.

Peixe - guitarrista dos emblemáticos Ornatos Violeta e construído uma carreira a solo que brotou em “Apneia” e “Motor”; Pedro Miguel Gomes Cardoso é o actual guitarrista da banda Pluto, bem como da banda Zelig; começou a dar nas vistas há mais de vinte anos, ao assinar o som musculado e inconfundível dos míticos Ornatos Violeta, mas isso foi só o princípio de uma longa e rica viagem. Seguiram-se as mais do que muitas colaborações e o resultado de todo o estudo e exploração das possibilidades do seu instrumento de eleição.

Peixe:Avião


Peixe:Avião - banda de indie rock, nascida no verão de 2006-2007 na cidade de Braga; conquistaram a atenção da imprensa nacional através de um EP promissor, "Finjo a Fazer de Conta Feito Peixe Avião", que teve desde o início, forte apoio da imprensa e da Radio Local, nomeadamente da Rádio Universitária do Minho e da Antena 3. O videoclip do single, do referido EP, contou com o apoio de membros dos Mão Morta, que estiveram presentes na gravação do videoclip, e que apadrinharam a banda desde o início da sua carreira; em 2008 lançam o primeiro álbum 40.02, seguindo-se Madrugada em 2010; o disco Madrugada permaneceu 5 semanas no Top da Associação Fonográfica Portuguesa e o disco enquadrou várias listas dos melhores discos do final do ano no panorama nacional português, como a revista Blitz, Cotonete, Sapo, Jornal i, RUC, RUA, e o blogue Provas de Contacto; em 2011, compuseram as canções originais da banda sonora da longa-metragem O Que Há De Novo No Amor?, interpretadas no filme pela banda fictícia Os Ursos Pardos; em 2013 o álbum homónimo "peixe:avião", e em 2016 peso morto; trata-se actualmente, de uma das bandas mais importantes de pop-rock da cidade de Braga, e por conseguinte de uma das bandas que mais marcaram a última década do rock português. O Universo das letras da mesma é, igualmente populado, por uma interpolação da experiência ontológica dos membros do colectivo, sobretudo do letrista Ronaldo Fonseca, interpoladas, com referências a elementos simbólicos, e a conceitos filosóficos simples, bastante imagem arquétipa.

Pedro Abrunhosa – inicia cedo os estudos musicais mais seriamente em 1976. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack.Aos dezasseis anos já dava aulas na Escola de Música do Porto. Pouco depois ensinava também no ensino oficial, na Escola do Hot Clube, em Lisboa, e na Escola de Música Caiús. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a Escola de Jazz do Porto e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve. Trabalha nesta área por toda a Europa com Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood, Steve Brown, Todd Coolman, Billy Hart, Bill Dobbins, Dave Schnitter, Jack Walrath, Boulou Ferré, Elios Ferré, Ramon Cardo, Frankie Rose, Vicent Penasse e Tommy Halferty; em Abril de 1994 é editado o álbum "Viagens", gravado conjuntamente com os Bandemónio. O disco é um enorme sucesso atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação especial do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em apenas dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, Itália e outros; lança em 1995 o Maxi-single "F" e um livro que causam um inesperado impacto; compôe a música "Se Eu Fosse Um Dia O Teu Olhar" para a banda sonora do filme «Adão e Eva», que bate todos os recordes de bilheteira; em 1996 edita "Tempo", agora com uma nova formação dos Bandemónio. "Tempo" vende acima das 180 000 unidades, ultrapassando a marca de quádrupla platina. Para este álbum trabalhou em Minneapolis, Memphis e Nova Iorque com a banda de Prince, os New Power Generation, e Tom Tucker, seu engenheiro principal. Participam ainda Carlos do Carmo, Opus Ensemble e Rui Veloso. É editado o disco "Tempo - Versões e Reimixes"; escreve, compõe e produz o musical "Rapaz de Papel", encomenda do Festival dos Cem Dias. Posteriormente grava todas estas músicas no álbum "Amanhecer" de Diana Basto; é convidado por Caetano Veloso a realizar um espectáculo conjunto na Expo 98. É convidado pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme «A Carta», rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres. Contracena com Chiara Mastroianni. Com esse filme, laureado no Festival de Cinema de Cannes com o Grande Prémio do Júri, tem a oportunidade de fazer a famosa "Subida dos 24 Degraus"; em 1999 edita "Silêncio", um disco de viragem extremamente importante para a carreira dos Bandemónio mas que fica aquém das vendas dos dois discos anteriores: ultrapassa as 40 000 unidades, atingindo a marca de platina; em 2002 edita "Momento", um êxito de vendas e "Airplay" em todas as rádios nacionais, e atingindo novamente a marca de dupla-platina, com vendas superiores a 90 000 unidades. Durante dois anos, a canção "Momento (Uma Espécie de Céu)" foi a mais tocada em Portugal. No ano seguinte edita o álbum triplo, "Palco", resultado dos emblemáticos concertos ao vivo com os Bandemónio e os HornHeads de Prince. Com o disco palco, dupla platina, atinge vendas de 72 000 unidades. Um discos inclui duetos com Lenine e Zélia Duncan; tem feito palestras, debates e conferências por todo o país, sobretudo em Faculdades, Escolas, Bibliotecas ou afins. Escreveu para a TSF, «Magazine Artes», «Fórum Estudante» e tem trabalhos editados nas mais variadas publicações; em 2006 participa numa das músicas do álbum de estreia da banda portuguesa Cindy Kat, música essa - "A Saída". Editou ainda o livro «Canções», que rapidamente esgota, contendo partituras das suas mais emblemáticas músicas; lança em 3 de Abril de 2007 o single "Quem me leva os meus fantasmas", o primeiro single do novo álbum "Luz" lançado em 25 de Junho de 2007. O primeiro concerto de Pedro Abrunhosa e os Bandemónio após o lançamento do álbum "Luz" tem lugar no espaço Paradise Garage, em Lisboa, na noite de 26 de Junho de 2007. É acompanhado ao vivo e em estúdio por: João André no baixo, Cláudio Souto nas teclas, Edgar Caramelo no saxofone, Pedro Martins na bateria e Marco Nunes na guitarra; o álbum "Longe" foi apresentado com a sua nova banda, os Comité Caviar, na Casa da Música, no Porto, a 2 de Maio de 2010, estando nessa altura no 1º lugar no top de vendas; em 23 de maio, apresenta-se, num dueto, ao lado da diva brasileira Ivete Sangalo, durante a Gala de entrega dos Globos de Ouro, promovida pela SIC. No encontro, os dois cantam uma canção de autoria do próprio Abrunhosa chamada "Fazer O Que Ainda Não Foi Feito"; em 2013 lança um novo álbum. Chama-se "Contramão" e o primeiro registo a ser lançado, "Voámos em Contramão", é bastante tocado nas rádios portuguesas. Os 11 temas elegem a canção como forma de olhar para o amor, o estado do país ou até mesmo a intolerância religiosa; em 2016 é o autor do novo cântico de apoio à Seleção Nacional para o Euro 2016, em França. É uma adaptação de "Tudo o que eu te dou" do álbum "Viagens" e em 2019 edita "Espiritual".

Pedro da Silva Martins – compositor, letrista e guitarrista português, celebrizado pelo grupo Deolinda (do qual é autor de todas músicas e letras) e pela autoria de canções para outros artistas e interpretes como Mariza, Ana Moura, António Zambujo, Cristina Branco, Helder Moutinho, Melech Mechaya, Anabela, Marafona e Rita Redshoes; foi autor de vários textos e argumentos para televisão portuguesa; como músico, foi membro fundador do grupo "Bicho de 7 cabeças", onde se destacou como letrista; em 2006, surge o grupo Deolinda, a partir de 4 canções que compôs. É o autor de todas as músicas e letras do grupo. Alguns dos principais sucessos musicais da banda são Movimento Perpétuo Associativo, Fon Fon Fon, Fado Toninho, Clandestino, Mal por Mal, Um Contra o Outro e Passou por Mim e Sorriu ou Seja Agora. É ainda autor da letra e da música Parva que Sou que rapidamente se tornou um hino da juventude; venceu o Prémio "Melhor Canção do Ano" de 2012 com o tema "Desfado", escrito para o disco homónimo de Ana Moura, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores. A mesma canção ganha, em Maio de 2013, o Globo de Ouro para Melhor Canção; em Outubro de 2014, a convite do ilustrador João Fazenda, estreou-se na escrita para teatro na peça infantil intitulada "Retrato Falado", que esteve em cena no Teatro Maria Matos; dois anos mais tarde, o àlbum "Mundo" de Mariza, o qual inclui o tema "Saudade Solta" é nomeado para os Grammy Latinos na categoria de “Melhor álbum pop contemporâneo em Língua Portuguesa”. Nesse ano tinha 6 álbuns e 23 canções no top 30 nacional de vendas; em 2018 participa como autor no disco "Nação Valente" de Sérgio Godinho; no ano seguinte é co-autor, juntamente com Luis José Martins, da banda sonora para o espectáculo de Videomaping "Memórias de Abril" no Terreiro do Paço, inserido nas cerimónias dos 45 da revolução do 25 de Abril;  como autor e produtor, é responsável pelo disco "Desalmadamente" da Lena d´Água. Todas as composições e letras são da sua autoria, incluindo o tema-single "Grande Festa".

Pedro Oliveira (Sonic) – designer e musico; natural de Barcelos toca bateria e percussão há 20 anos; baterista em bandas como Weird Nox, Kafka, sUBMARINe, Green Machine, The Partisan Seed e mais recentemente com Old Jerusalem, peixe:avião, Projecto OZO, La La La Ressonance e Dear Telephone.

Pedro Vasco Oliveira – redator e fotografo no site Mundo de Músicas; fez parte de uma nova fase dos Fat Freddy.

Piruka o rapper somou mais de 200 milhões de visualizações no YouTube, com os seus vídeos a serem dos mais visualizados entre os de artistas nacionais. Exemplo disso é um dos videoclips de Piruka, “Impossíveis”, que já ultrapassou 5 milhões de visitas. Este foi um dos dois singles lançados em 2019, a par de “Até Já”. O seu álbum de estreia “AClara”, apresentado pelo single “Ca Bu Fla Ma Nau (feat. Mota Jr)” foi lançado em 2017.

Platano Kobêrto


Plastic People - são João Gonçalo (voz), André Frutuoso (guitarra) e JT (sintetizadores, teclados, voz); Punk, Rock, New Wave de Alcobaça; são como uma entidade com múltipla personalidade, oscilando entre o amor e o ódio, entre a luz e a escuridão, entre a luxúria e a decadência; canções com máscaras vibrantes, combinando melodias simples e sonoridades atmosféricas como que saídas de um romance punk, onde as guitarras e os sintetizadores debitam riffs sobre batidas e baixos fortes e galvanizantes; vivem num mundo habitado por bandas como The Velvet Underground, Joy Division, Jesus & Mary Chain, Suicide, David Bowie ou Iggy Pop.

Platano Kobêrto - localizado na freguesia de Roriz, Barcelos; sede do festival Souto Rock.

Polivalente - projeto musical que contém composições do músico lisboeta João Valente e direção musical de Tom Maciel, músico de São Paulo residente em Lisboa. O projeto teve início no verão de 2018, quando os dois se juntaram para produzir, arranjar e gravar essas composições que agora veem a luz do dia. Este processo resultou no lançamento do seu primeiro single "Domingar", editado em maio de 2019; o primeiro disco foi “A Revolta Dos Hipersensíveis”, gravado durante o verão de 2019.

Pop Dell’Arte - são uma aventura musical inaugurada por João Peste e Zé Pedro Moura (para além de Ondina Pires e Paulo Salgado) em 1985, vencedora do prémio de originalidade do 2º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-vous nesse mesmo ano; defendendo sempre a transgressão enquanto valor artístico fundamental e a necessidade de amar as contradições, ao longo de três décadas, gravaram discos tão importantes como "Free Pop" (1987), “Sex Symbol” (1995) ou “Contra Mundum” (2010) e tocaram não só nas principais salas de Lisboa e Porto, mas também em Coimbra, Braga, Aveiro, Faro, Vigo, Londres e Barcelona, entre muitas outras cidades; em 2018, com uma formação que integra o baterista Ricardo Martins e o guitarrista Paulo Monteiro (no projecto desde 1994) para além de João Peste e Zé Pedro Moura, regressaram com um álbum novo, “TransgressionGlobal”, que inicia uma nova fase na vida de uma das bandas mais surpreendentes de sempre do panorama musical português.

Porte - também conhecido como Big Porte ou Sonny Porte, é um rapper do Porto; em 2009, com o single “Vem comigo “, foi o primeiro artista independente a solo a conseguir alcançar o 13º Lugar da HitList Portugal da MTV. Este single conta também com a participação de Ace dos Mind da Gap; 2010 foi o ano de reencontro com “Gatos do Beco”, um grupo que fez parte do início da sua carreira. Esta colaboração resultou no LP “O Seu a Seu Dono”. “OG”, com a participação especial de Mundo Segundo, single retirado do álbum de estreia Falsa Fama, que deverá sair no início de 2020. Este single sucede aos temas “Pulso (feat. Mantorras)” e “Franco (feat. Macaia)”, lançados em 2018.

Praça Sony - construída no contexto da Expo'98, a Praça Sony, também conhecida então como Vídeo-Estádio, foi palco de concertos memoráveis; durante a Exposição Internacional de Lisboa, acolheu Lou Reed, Foo Fighters, Garbage, Silence 4 (na concorrida noite de encerramento) e o festival Super Bock Super Rock (com Morphine, Spiritualized e Van Morrison no cartaz); em 1999, os Morphine regressavam àquele palco, dois dias antes da morte de Mark Sandman, para a única edição do festival Alive (Paradise Lost também tocaram) e, em 2000, os Oasis deram lá o primeiro concerto em solo nacional. - in Blitz (Luís Guerra)

Prana - surgiram do ambiente relaxado que resulta da combinação das noites de Verão com amigos, guitarras, cerveja e um jardim. João (guitarra) e Miguel (voz) conheceram-se nesse jardim e, depois do verão, conheceram a Ana (teclas) e o Diogo (bateria); o percurso dos Prana sempre foi fundamentado pela amizade e pela liberdade criativa, com poemas cantados em português e muita energia depositada em cada atuação ao vivo; as influências são muitas e variadas: do clássico ao jazz, de Deftones a Mamonas Assassinas, de Pink Floyd a Carlos Paião.

Primitive Reason - banda formada em 1993 por Guillermo de Llera (baixo e voz), Jorge Felizardo (bateria) e Brian Jackson (voz principal) em Cascais. Rapidamente recrutaram para o projecto Mark Cain (saxofone) e Mikas Ventura (guitarra); a diversidade de proveniências (Portugal, Espanha, Inglaterra, Estados Unidos da América, Suíça), influências e estilos de cada um dos membros tornou-se evidente nos seus primeiros temas, e os seus concertos anárquicos e intensos rapidamente ganharam notoriedade na cena local; em 1996 estreiam-se com o álbum "Alternative Prison"; os temas "Seven Fingered Friend" e "Hipócrita" abalaram a cena musical com a sua proposta inédita de fusão inesperada de estilos, desde o rap, punk, hardcore, reggae, ska, ritmos tribais e africanos, passando pelo jazz e pelo funky; marcaram de imediato presença nos festivais Paredes de Coura, Super Bock Super Rock e Vilar de Mouros; editaram "Tips & Shortcuts" dois anos depois; em 2003 acabaram a gravação de "The Firescroll" na sua própria editora independente, a Kaminari Records.; depois de muitas alterações nos membros da banda ainda editaram "Pictures in The Wall" em 2005, "Cast The Way EP" em 2007, reeditaram "Alternative Prison" em 2008 aproveitaram para festejar o seu 15º aniversário e em 2013 editam "Power to the People" sendo reeditado em vinil no início de 2015.

PZ


PZ – Paulo Zé Pimenta começou a fazer música no seu quarto com um computador, um sampler, e um ou dois sintetizadores quando tinha 16 anos. À medida que foi aprendendo a mexer em máquinas e a tocar vários instrumentos num modo auto-didata, foi desenvolvendo uma sonoridade própria que tomou outra dimensão com o modo como expõe as suas ideias através das suas letras e da sua voz; põe tudo em pratos limpos e fá-lo à sua maneira não só através da música que produz de fio a pavio, como também pela realização dos seus próprios videoclips adulterados por uma variação sui-generis da estética “do-it-yourself” como se pode testemunhar em videos como “Olá”, “No Meu Lugar”, “Nada Mais”, "Mundo", “Passeio”, “O Que Me Vale és Tu”, e ”Cara de Chewbacca" uma música que resultou de uma colaboração com dB; este é o seu projecto mais intimista com 4 álbums editados até a data ("Anticorpos”, "Rude Sofisticado”, “Mensagens da Nave-Mãe" e "Império Auto-Mano"), existem outros trabalhos que permitem ao músico viajar por sonoridades e estados de espirito alternativos como Pplectro (alter ego que toma conta dos seu devaneios puramente electrónicos), Paco Hunter (projecto que desenvolveu com o seu irmão Zé Nando Pimenta), e a Zany Dislexic Band (banda de improviso que conta também com Zé Nando Pimenta, Duarte Araújo e Sergio Freitas); conta também com a preciosa colaboração de realizadores como Alexandre Azinheira (responsável pelos “Croquetes”, a "Neura", as "Bestas", "Sem Ponta Por Onde Se Pegue" e "Caga Nela"), Nuno Beato (realizador da animação monstruosa de “Autarquias”), Filipa Cardoso (que pegou no tema “Sofá Efervescente” e o transformou numa peça dadaísta filmada com uma Super 8) e Joana Areal (que realizou o videoclip da nova colaboração de PZ com dB, "Tu És A Minha Gaja"). O formato do videoclip tornou-se numa variante fulcral da música moderna e a música de PZ não foge à regra conseguindo ao mesmo tempo subverter o próprio formato com experiências visuais e sonoras fora do vulgar, que fogem à norma, e que nos fazem pensar e rir da nossa própria condição humana.



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