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Kaló – nascido Carlos Mendes, é natural de Coimbra; atualmente é baterista e vocalista da banda The Twist Connection; começou a tocar bateria na sua primeira banda Garbage Catz, no ano de 1992. Fez ainda duas demos com esta banda. Foi baterista dos Tiguana Bibles e dos Bunnyranch; entrou para os Tédio Boys em 1992, depois de Nito ter largado o posto e permaneceu com este grupo até ao final da sua actividade em 2000, gravando três álbuns e dois EPs. E foi ele que assegurou o pulso da banda até ao final, em 2000. Depois disso teve ligações aos Wraygunn, grupo comandado por Paulo Furtado que lançou quatro álbuns entre 2001 e 2012, aos Bunnyranch, onde assumiu, além da bateria, a dianteira vocal, durante todo o seu percurso, e ainda martelou durante um par de anos nos Parkinsons, ao lado do companheiro Victor Torpedo. Mais recentemente criou os Twist Connection com Sérgio Cardoso, que também passou brevemente pelos Tédio Boys, logo no arranque da aventura, e Samuel Silva. O último trabalho da banda, "Is That Real", data já de 2020 e volta a contar com a colaboração de Raquel Ralha, cantora com que Kaló primeiramente se cruzou nos Wraygunn.

Kappa Jotta – começou a sua caminhada no hip-hop em 2004, com apenas 14 anos; com Mnémiko e Arma Vokal, foi pioneiro ao formar um grupo de rap da Linha de Cascais “Guerrilha Urbana”, que surgiu em 2006; a primeira mixtape a solo chegou em 2010, intitulada “Violência Musical”; em 2013, é lançado o EP “Joker”, um registo reuniu Kappa Jotta, Lhast, Khapo e Dj Big, alcançando um grande sucesso junto do público do hip-hop português; em 2014 Kappa ganhou o prémio de “Artista Revelação” atribuído pelo HipHopWeb; o seu primeiro disco, “Vírus”, chegou em 2015 e contou com as participações de Carolina Deslandes, Bispo, Lhast, Jackpot BCV, João Tamura, Khapo, Dj BIG e Charlie Beats, entre outros. Dois anos depois, foi a altura de editar o segundo álbum, intitulado “Ligação”. E no final de 2018, o rapper lançou o single “Tribo”, mais um tema que coloca Kappa Jotta no topo das apostas musicais para o ano de 2019.

Karbonsoul – os membros da banda são Mário Rodrigues nas guitarras, Muffy na voz, Mário Pinheiro no baixo e Carlos Pereira na bateria; movem-se nos estilos Death e Black Dark metal; editaram Frozen Bodies em 2009, The Sirene em 2010, Bleeding Sorrow em 2013 e 2014 dupla edição de Decadent Empire e 3logy.

Keep Razors Sharp – são Afonso (Sean Riley & The Slowriders), Rai (The Poppers), Bráulio (ex-Capitão Fantasma) e Bibi (Pernas de Alicate); uma banda de amigos que começaram a frequentar a sala de ensaios nos intervalos das saídas à noite; o percurso iniciou-se naturalmente e as músicas foram surgindo sob a premissa de nunca se prenderem a estilos ou limitações estéticas. “Keep Razors Sharp” foi composto e gravado durante os últimos seis meses em três sessões de estúdio espalhadas no tempo e de espírito tão livre quanto a composição. O resultado é um disco no qual a visão da banda, ao nível de som e espaço, foi enriquecida pelas várias contribuições ao longo do processo de gravação e mistura; a parte visual de “Keep Razors Sharp” foi desenvolvida pela ilustradora Sara Feio que criou de raiz uma imagem com enfoque na dicotomia presa/ predador, temática amplamente explorada - sob diversas formas - na componente lírica das canções. Keep Razors Sharp é uma viagem que em tudo reflecte paixão. Por vezes resultado directo da sua vivência, outras espelhando a sua ausência, mas sempre intensa e nunca indiferente.

KNOT3


Killimanjaro – nasceram em 2011 em Barcelos e são descritos como uma banda do género “heavy-rock”; Os três membros da banda são José na Guitarra e voz, Masquete no baixo e Joni na bateria; editaram “Killimanjaro”, “Hook” e “Shroud”.

King John – é António Alves nascido e criado na ilha de São Miguel, nos Açores; passou a sua adolescência e os "jovens" 20's em diferentes procuras, mas é em 2015 que a música se torna a escapatória final para o corpo e a mente; com alguma experiência ao vivo, King John já actuou em festivais como o Tremor, Maré de Agosto e APorta e em salas conceituadas do país como o MusicBox, Popular Alvalade e o Sabotage Club;  "All the Good Men that Did Ever Exist" foi o primeiro disco de longa duração de King John, um multi-instrumentista e produtor que traz consigo uma sonoridade Blues e Rock n Roll com influência de grandes artistas como Charles Bradley, Andrew Bird e The Arcs. É o conceito que está por trás do disco que vem dar nome ao mesmo: recordar e homenagear todos os grandes homens e mulheres que existiram e existem no mundo.

KNOT3 – um casamento entre a menina de coro e o irrequieto ex-tédio boy seria tão improvável quanto os dois se juntarem para um indigente encontro musical; com carreiras musicais bastante distintas que viajam, da parte do para sempre Toni Fortuna, do frenético rock n roll dos "d3ö" e as canções cinematográficas dos "Mancines" à explosiva África urbana do projecto a solo de "Selma Uamusse" ou a intimista música de "Rodrigo Leão", a quem esta também empresta a voz desde 2014; o ponto de encontro destas duas figuras deu-se por obra e graça divina no mundo espiritual da música gospel. É por isso como um cordão de 3 dobras onde dois cantores com um lado performativo muito vincado largam o seu "eu" para se entregarem a um 3º amor e casamento divino, no palco e fora deles; electrónica, guitarradas, teclados... o corpo, a alma e as vozes serão certamente os instrumentos principais deste projecto que surge por insistência do amigo e radialista Nuno Calado, que os convida a fazerem a sua estreia no Festival Indigente Live em Outubro de 2019.

Krypto – sabe mais o diabo por ser velho do que por ser diabo e os Krypto, na estreia “Eye18”, mostram que sabem desta poda como ninguém. Oito malhas que nos recordam um tempo que já não volta, que piscam o olho ao passado sem nunca soarem saudosistas e que aproveitam para resgatar todo aquele balanço que a música de e com peso parece, por vezes, ter esquecido. Não sabemos quem teve esta ideia, mas por nós mereceria uma medalha. Juntar aquele que é, sem dúvida alguma, o melhor e mais alucinado vocalista que este país viu nascer (um título que, por mérito próprio, exibe desde meados da década de noventa com os Zen e recentemente renovado na insanidade dos Plus Ultra) aos Greengo, provavelmente a maior força propulsora que a Invicta viu nascer por entre baforadas carregadas de intenção e acidez; Gon encontra no baixo de Martelo e na bateria de Chaka as carruagens de fogo ideais para se lançar numa infindável lista de diatribes sobre isolação, alienação, corrupção, o vazio consumista deslumbrado com a tecnologia ou a cultura empresarial. É brutalista o som que nos despejam em cima e, apesar de um ou outro laivo psicadélico, impossível de acorrentar, numa viagem que se refugia na atitude primitiva, natural e pura de quem tem o dom de nos deixar num estado cataléptico. Música que exige ressonância e espaço para ser sentida, que cresce em urgência no espírito carbonário com que nos obriga a uma reflexão sobre a vida sem regras e responsabilidades hipócritas. Rejeitemos a ideia de que temos de nos tornar num ideal, um camarada devoto do pensamento único, distante de sermos um indivíduo e não apenas parte de uma tribo; “If we moved in next door to you, your lawn would die”, palavras de Lemmy que se aplicam na perfeição a este “Eye18”, disco em trepidação constante pelo vazio insaciável, com sede de sobreviver e uma vontade que nos deixa atordoados, encanecidos, amortalhados, mas também num alerta constante e eufórico provocado pela privação de sono e sonho que a música dos Krypto teima em nos inflingir ao longo dos seus 23 minutos. O disco transforma-se numa banda desenhada da autoria de Rui Moura e inspirada no som bruto e psicadélico dos Krypto, bem como nas suas letras, a banda desenhada complementa e explora um universo ácido e atemporal. Guiado entre rituais e o oculto, transportando a psique por labirintos infinitos.

Kumpania Algazarra


Kumpania Algazarra – nasceram nas ruas de Sintra em 2004 e estarfrente a frente com o público faz parte da sua identidade desde o início. Éao vivo que a banda mostra a sua potência máxima. Saltimbancos pornatureza, filhos da rua por destino, estes músicos apaixonados em permanentefolia, trazem na bagagem quase duas décadas de estrada, palcos, romarias,festivais e festas, pondo sempre toda a gente a dançar; trazem tatuadas na pele influências musicaisde todas as cores, formas, geografias e latitudes, do ska ao folk, dosritmos latinos ao funk e ao afro, do reggae às inebriantes melodias dos Balcãs.Enérgicos e vibrantes, já levaram a sua música aos quatro cantos do mundo,actuando em diversos países como a Bélgica, Itália, Suíça, Brasil, França,Espanha, Macau, Reino Unido, Sérvia, entre tantos outros; em 2019 comemoraram 15 anos de vida e para assinalar ecelebrar a data, a banda gravou um álbum ao vivo onde reúnem temasde todos os discos editados até ao momento. Festa rija dura mais do que umdia e, ao longo do ano, a banda tem vindo a organizar várias iniciativas epassatempos nas redes sociais numa constante celebração deste aniversário. Mestres na arte de transformar cada espectáculona mais louca e inesquecível festa, lançaram em Junho de 2020 o seu 7º álbum, "Live". Um registo gravado ao vivoque conta com a participação especial de Ikonoklasta (Luaty Beirão) notema “Actuality”, o primeiro single do disco com um vídeoclipgravado nas Azenhas do Mar. Todos os temas foram gravados ao longo de2019 em diversos concertos muito especiais de celebração destes 15 anos ecristalizam para sempre os momentos únicos vividos no palco na Festa do Avante,na Feira da Luz em Montemor-o-Novo, no MusicBox, nas Festas de São Lourenço nasAzenhas do Mar, no Festival do Caracol em Castro Marim e na Festa da Liberdadeno Porto; as pessoas são a festa. Não há festa sem pessoas.A música dos Kumpania Algazarra celebra a vida, os afectos e o estarmos juntospartilhando o mesmo céu, o mesmo planeta e o mesmo amor. Haja Festa! 



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