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Hard Club – com mais de vinte anos de existência, é um centro cultural de Portugal, inaugurado a 18 de Dezembro de 1997, em V.N.de Gaia fundado por Kalu, dos Xutos & Pontapés. Durante nove anos fez história com uma sala de concertos, recebendo entre 1997 e 2006 mais de 500 mil espectadores em 1300 espectáculos, num total de mais de 5 mil artistas vindos de 34 países; o primeiro concerto foi com os Dubwar a 18 de Dezembro; passaram inúmeros nomes nacionais e internacionais como os Muse, Rammstein ou Morphine; entre apresentações de bandas portuguesas Ornatos Violeta, Clã e Blind Zero passaram por lá repetidas vezes; a sala encerrou em 2006 voltando a abrir quatro anos mais tarde no centro do Porto no Mercado Ferreira Borges com os alemães Atari Teenage Riot; o novo local tem espaço de estúdio e de sala de ensaios, um auditório com capacidade para 150 pessoas sentadas ou 300 de pé, para além de espaços de cafetaria e restauração assim como venda de livros e discos.

Harold – está a dar cartas na sua carreira a solo, que avança a par do seu percurso no coletivo GROGNation; depois dos singles “Torre Eiffel” e “Do fim”, editou “Sem Horário”, o primeiro single de Harold com a chancela da Universal Music Portugal. Conta com a participação do rapper Vado Mas Ki Às e produção de El Conductor, Wonder Beatz e FRXH.

Henrique Amaro – Henrique José Gomes Amaro nasceu em Lourenço Marques em 23 de Julho de 1970; desperta para a música portuguesa ouvindo os programas da Rádio Renascença, lendo o suplemento do "Portugal Hoje" e vendo o programa "Vivamúsica" na RTP; no Liceu de Queluz havia um núcleo de rádio, começa por levar discos e estreia-se aos 15 anos. Esteve alguns anos na Rádio Mais, na Amadora. Depois foi convidado para a TSF. Com Vitor Marçal apresenta na TSF o programa "Aprendizes de Mecânico"; em 1991 colabora durante alguns meses no programa "Pop-Off". Entra Para a NRJ-Rádio Energia, ligada à TSF, onde apresenta o programa "Johnny Guitar" com Zé Pedro dos Xutos & Pontapés. Também foi um dos apresentadores do programa "Vira o Video" da RTP; entra para a Antena 3 onde apresenta, pela primeira vez como profissional, o programa diário "100%" de divulgação de música portuguesa e ainda "Músicavariada", este com Zé Pedro, programa de duas horas que se regia por um princípio de liberdade total (a ideia era levar uma série de discos para o estúdio, com ou sem alinhamento); o disco "100%" é editado em 1995 com algumas das bandas divulgadas no programa. Colabora como A&R na editora União Lisboa com nomes como Ramp. Convida os Xutos e Pontapés, após uma primeira experiência com os GNR, a apresentarem-se ao vivo no auditório da Antena 3; em 1996 continuam os espectáculos, acústicos ou não, apresentados no âmbito do programa "100%". Da Weasel lançam uma nova edição de "Dou-lhe Com a Alma" com os temas gravados nessa apresentação; alarga o conceito do programa à música brasileira lançando nomes como Chico Science e Mundo Livre S/A. Simentera, noutro quadrante, é outro dos nomes divulgados; em 1997 é convidado para apresentar, na RTP2, durante seis meses o programa "Spray", com Pedro Fradique e José Pinheiro. É, na época, o único espaço de divulgação da música moderna nacional. Numa das emissões é divulgado "Maracatu Atómico" de Chico Science e A Nação Zumbi;

Henrique Amaro

foi programador do Palco 6 na Expo-98 e fez direcção artística do disco "Tejo Beat". As 10 bandas apresentam-se ao vivo na Expo-98. É editado a compilação "Ao Vivo Na Antena 3" com algumas das bandas que passaram pelo auditório da Antena 3; no início de 1999 é um dos convidados do debate "Rádio 99: A Rádio que temos, a Rádio que queríamos" realizado na Fonoteca de Lisboa. No Parque das Nações é responsável pela programação das bandas do Palco 6 - Sound Sytem que se realizou em 1999 e 2000; colaborou na realização dos Festivais "Mangue Beat" e "Transatlântico" realizados em Julho de 2000, por ocasião dos 500 anos da "descoberta" do Brasil; é um dos jurados do concurso de videoclips integrado no Fantasporto de 2001. Após o fim do programa "100%", que passa a rubrica diária, é um dos realizadores, conjuntamente com Nuno Galopim e Nuno Calado, do programa "Rádio Clube". Chegaram a ter convidados especiais que se apresentaram em directo. Exemplos são Jorge Palma e Gomo. O programa "Rádio Clube" promoveu a semana da maqueta na semana de 27 a 31 de Maio de 2002. Em Setembro participa no debate "A Música Portuguesa em 2010" realizado na FNAC. Começa um novo programa diário na Antena 3: "Portugália ("Os conhecidos e os desconhecidos. Para de uma vez por todas, sentir o pulso à música lusófona."); no início de 2003 apresentaram-se nas "sessões da Antena 3" nomes como Xutos e Pontapés e Coldfinger. Convida os Mão Morta a apresentarem o espectáculo "Carícias Malícias" no auditório da Antena 3. Desse espectáculo resulta o disco com o mesmo nome. É o coordenador do disco "Movimentos Perpétuos - Música para Carlos Paredes" e faz a escolha do repertório dos discos "Rádio Brasil" e "Amor Samba Clube". É também a voz oficial do Disney Channel; chega a coloborar numa numa série documental, em seis episódios, sobre a história do pop-rock em Portugal e num disco que assinalaria os 10 anos do disco "Rapública" mas esses projectos não se chegam a concretizar; em 2004 é o responsável pela programação do palco Quinta dos Portugueses no Super Rock. Começa a rubrica "3 Pistas" com nomes como Mesa, Los Hermanos ou Ovo. Escreve uma das 17 histórias inéditas publicadas no "Livro Pirata-Disco Pirata" dos Rádio Macau. Cada texto é acompanhado pela letra da música e por uma ilustração de Alexandre Cortez Pinto. No dia da música, a Fnac ofereceu o disco "Uma Outra História" que teve a coordenação de Henrique Amaro. Foi um dos entrevistados da iniciativa "20 Anos 52 Pessoas" do jornal Blitz; em Abril de 2005 foi editado o disco 3 "Pistas" e realizou-se também um festival no Fórum Lisboa. A Fnac edita uma versão alargada de "Uma Outra História". A mesma entidade publica o livro "251 discos" com textos e escolha de Amaro, Pedro Félix e Jorge Mourinha; no dia 23 de Outubro de 2006 foi lançada a colectânea em mp3 "Acorda!" com 120 músicas de 60 artistas portugueses e cujos lucros reverteram para o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa. A selecção dos participantes foi feita por Henrique Amaro, em colaboração com a Cobra Discos, e recaiu sobre projectos sem disco editado ou ligados a edições de autor e editoras independentes; em 2007 são divulgados os chamados "concertos de bolso" na Portugália. Em 18 de Junho de 2007 começa a 3ª série "3 Pistas" com 15 nomes da música portuguesa. Entretanto coordena a edição da compilação "Novos Talentos FNAC 2007"; no ano de 2008 é editada uma nova compilação "Novos Talentos Fnac", agora num disco duplo, e ainda continua a ser editada anualmente até hoje; em 2009 tornou-se Director Artístico da iniciativa Optimus Discos, uma plataforma editorial nascida com a ideia de partilhar e fomentar o uso da música de vários artistas; hoje assina o programa de autor Portugália; ao longo da sua carreira, foram muitos os grupos que Henrique Amaro apadrinhou, ajudou e aconselhou; está também envolvido na realização de festivais e eventos musicais, como é o caso do Optimus D’Bandada, de que é programador artístico.

Hércules – dedicam-se ao rock, inspirados por atmosferas mais psicadélicas, mas sem nunca esquecer a importância da palavra cantada. “Tarefas Modernas” é o disco de estreia, editado em 2018, e que nos oferece 8 desabafos em formato de canção. Já se sabe que não é fácil viver na modernidade, mas o rock dá uma ajuda.

Hey, Pachuco! – associação cultural sediada no concelho do Barreiro, que nasceu a 30 de Setembro de 2000 enquanto grupo informal de jovens; para além de ter organizado o Barreiro Rocks, lançou álbuns de artistas como Nicotine’s Orchestra, The Act-Ups e Fast Eddie Nelson, entre outros.

HHY & The Macumbas


HHY & The Macumbas – quando uma brass band passa nas ruas de Nova Orleães para-se para ouvir. As marchas efusivas, som cheio, unidireccional, que na sua forma circular assume múltiplas direcções, o carácter cerimonial do movimento e da música aprazem a atenção, os sentidos apuram-se e o corpo vibra. Mais do que um ritual, é uma celebração. E é nesse registo de celebração que a música dos HHY & The Macumbas existe; liderados por Jonathan Saldanha e com João Pais Filipe, Brendan Hemsworth, Filipe Silva e Frankão na percussão, e André Rocha, Álvaro Almeida nos metais, partilham no seu segundo álbum, depois do aclamado “Throat Permission Cut” (Silo Rumor, 2014), uma euforia de movimentos invisíveis em constante êxtase. Em “Beheaded Totem” há uma ausência de boas maneiras para meter o corpo a vibrar. Isto é, os ritmos febris contagiados pela secção de metais entram de rompante em “WIlderness Of Glass”, o movimento circular – e não repetitivo – das peças situa-as no improviso entre o rock e a dança: não se sabendo o que fazer, dança-se. Afinal, é uma celebração; sente-se a luz dos Boredoms, a constância dos African Head Charge, a electricidade rítmica do dub de Adrian Sherwood influenciada pelas paisagens ambientais de Wolfgang Voigt enquanto Gas, a substância house/techno de Vladislav Delay misturada com a destilação de Fela Kuti se tivesse subido ao placo com os This Heat. À medida que os ritmos envolvem e se conquista uma percepção sobre o movimento da música dos HHY & The Macumbas, ela transforma-se, torna-se sónica, ideologicamente alinhada ao rock e a uma dissonância de sorriso largo que poderia ter existido na Nova Iorque de início dos 1980s. Havia o rock a aprender com o disco – e vice-versa -, em “Beheaded Totem”, as guitarras não podem aprender, porque não estão lá, mas fazem-se ouvir pela mistura invencível dos elementos que compõem a música dos portuenses.

Holly Hood – o interesse pelo hip hop acompanha-o desde sempre. Tinha 11 anos quando começou a fazer as suas primeiras rimas; em 2016 avançou com o seu primeiro tema a solo, “Qualquer Boda”. Seguiram-se “Cobras e Ratazanas” e “Fácil” — os maiores sucessos de “O Dread Que Matou Golias”, a primeira parte do seu álbum, que é uma trilogia. Iniciou a partir daí um percurso que o levou a vários palcos memoráveis, como o MEO Sudoeste e, em 2018 e 2019, o Sumol Summer Fest. Da segunda parte do seu disco, “Sangue Ruim”, destacaram-se os singles “Ignorante”, “Cala a Boca” e “Miúda” que é uma heart break song e cujo vídeo ultrapassou as 7 milhões de visualizações.

Homem em Catarse – alter ego musical do músico Afonso Dorido; explora as cordas da guitarra e o corpo da mesma como ninguém; depois de ter recebido vários louvores da crítica com os EPs "Homem em Catarse" e “Guarda-Rios” e o aclamado álbum “Viagem Interior”, iniciou 2020 com o novíssimo e conceptual “sem palavras | cem palavras”, baseado num poema da sua autoria que dá mote e título ao disco onde ouvimos pela primeira vez um piano e laivos de eletrónica em sintonia com a sua inconfundível guitarra. O disco saiu com a chancela e apoio da Fundação GDA a 24 de janeiro de 2020; para além desta aventura solitária é membro fundador dos Indignu desde o seu inicio em 2004.

Homem em Catarse


Huggs – simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte na guitarra/voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade; ao vivo, apresentam-se como power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme (Ditch Days), que depois de assistir a um ensaio não só se encarregou do baixo como ajudou a completar as primeiras canções da banda e a gravar as demos do primeiro EP; cantam sobre como é crescer em Lisboa e, provavelmente, em qualquer outro lado, transportando-nos para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante; “Take My Hand” foi o single de apresentação da banda e foi retirado do primeiro EP com edição no último trimestre de 2018, gravado pelo Gonçalo Formiga (dos Cave Story) no seu estúdio das Caldas da Rainha e produzido pelo próprio em conjunto com a banda.

Hugo Trindade – guitarrista versátil e descomplexado; natural de Alcobaça, percorre maioritariamente a área do jazz e da world music, mas sempre atento aos restantes universos musicais; teve uma curta estadia em Nova Iorque, em 2008, onde pode estudar com os gigantes John Scofield, Marc Ribot e Jonathan Kreisberg; concluiu a licenciatura em guitarra jazz e o mestrado em performance, ambos na Universidade de Évora, tendo como mentores os guitarristas Mário Delgado e André Fernandes; é membro fundador da banda Audible Architecture e tem-se apresentado ao vivo com o seu Trio, Quinteto e a solo; em 2012 venceu o concurso EDP Cool Jazz Talents; recentemente integrou o grupo de jazz / world music / spoken word - ''Sea Groove & The Ocean Travellers''. 



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