Home Aftershow Eventos Discos A.A.A. Banda X Porta 253 Borlas Fenther TV Passatempos Arquivo Ficha Técnica #fenther






El Señor – de Fafe estrearam-se em 2017 com “Alvorada Beat”, um EP expresso mas eficaz de “rock n’ roll despretensioso” e despenteado. Há ócio e cheiro a mar, mas há mais inquietações e gritos ao aborrecimento e ao desprazer, ao tédio dos lugares em que se demoram e dos quais querem sair; entre o garage, o pop e o surf, percorreram o país e marcaram presença em festivais como Vodafone Mexefest, Party Sleep Repeat, Mucho Flow, Black Bass ou Gliding Barnacles; após curta pausa para pensar na vida, regressam renovados aos concertos e preparam-se para lançar material novo no final de 2019.

Elisa Rodrigues


Electric Man – projecto a solo de Tito Pires; depois do álbum de estreia homónimo, apresentou ‘Electric Domestique’. Uma aventura em modo ‘do it yourself’ e formato ‘one man band’ que explora um universo sonoro contruído com efeitos e batidas electrónicas, guitarra, sintetizador, theremin e voz, revelando uma identidade musical em ebulição.

Elisa Rodrigues – acumulou muitas experiências de palco, integrando equipas de outros artistas portugueses ou assumindo o desafio em nome próprio; o seu disco de estreia, “Heart Mouth Dialogues”, editado em 2011, revela todo o seu talento. Sem nunca perder a identidade marcada pelo jazz, conseguiu trabalhar com influências muito distintas; depois desse disco, foi recrutada para gravar com a banda britânica These New Puritans, assumindo essa responsabilidade no disco “Field Of Reeds”, editado em 2013, e acabando por manter esse posto de destaque na digressão intercontinental do grupo; o novo disco. “As Blue As Red” é um registo amadurecido, mas que dispensa muitas invenções. Com dez temas originais, conta com a inspirada produção de Luísa Sobral e também com um núcleo de excelentes instrumentistas. Surpreende aqueles que já conhecem a artista de “outros carnavais” e seduz os muitos que começam agora a conhecer a voz de Elisa; juntamente com Isabel Rato formam Veia.

ENES – Andrés Malta apresenta a nova banda da cidade do Porto; juntou Jonny Abbey na guitarra, na bateria Gonçalo Lemos, Leonardo Pinto como teclista e Jay no baixo, e começou a traduzir sentimentos, pesares, dores e alegrias num cocktail explosivo de temas rock, pintalgados de arranjos pop, e com uma secção rítmica protagonizada por uma electrónica de pés a puxar para a pista de dança; "Lighter Weight" foi o tema que deu a conhecer as aventuras e desventuras protagonizadas por "Charlie", personagem principal do álbum de estreia, com o mesmo nome, editado em abril de 2018.

Ermo

Ermo – dupla de Braga formada por António Costa e Bernardo Barbosa; apresentam-se em 2013 com “Vem por Aqui” carregado de ambientes electrónicos e com algumas mãos de Luís Salgado à mistura; dois EP’s surgem. O primeiro sem nome em 2012 e o “Amor Vezes Quatro” em 2015; no final de 2017 editam "Lo-Fi Moda" um dos grandes discos deste ano.

Espírito – a nova visão musical de Toli César Machado, compositor dos GNR, que agora se estreia a solo, como compositor de todas as canções; a solo, mas pouco, pois Espírito é mais um coletivo: para a lírica das canções, o compositor convidou José Luís Peixoto, Tiago Torres da Silva, Mário João Alves, Adolfo Luxúria Canibal e Jónatas Pires num jogo de sedução criativa, onde em alguns temas o compositor se inspirou na lírica, e noutros o escritor se inspirou na música, num resultado surpreendente. Para dar voz a oito dos dez temas, Toli César Machado convidou Ricardo Ribeiro, Adolfo Luxúria Canibal, Selma Uamusse, Dom La Nena e Marcela Freitas. Com uma clara intuição por parte do autor de que estes seriam os cantores certos para cada uma das canções, estes com as suas magníficas interpretações acabaram por as elevar ao sublime; a produção musical do álbum é de Rui Maia (X-Wife e Mirror People), que acabou por ter uma contribuição decisiva no resultado final; Espírito é música portuguesa com inspiração na interculturalidade, um projeto global que pretende expressar o espírito lusófono em constante mutação.

Estádio José Alvalade – admiradores, ou nem por isso, dos Rolling Stones, uma multidão de 60 mil pessoas rumou ao Estádio José Alvalade a 10 de junho de 1990. Ao som de "Start Me Up", a estreia do grupo num palco português representava o início de uma nova era de concertos entre nós e ninguém queria faltar. É bom lembrar que não era a primeira vez que um estádio português recebia um concerto. Os Roxy Music e King Crimson, por exemplo, tinham passado por Faro e pelo Restelo em agosto de 1982. E neste estádio lisboeta os Police tinham já atuado dois anos antes. O próprio Estádio José Alvalade já tinha acolhido uma atuação de Roberto Carlos em junho de 1981 e outra, dos The Cure, em junho de 1989 (mas numa configuração para 15 mil pessoas). Com uma multidão consideravelmente mais expressiva, o concerto dos Rolling Stones, que então apresentavam a Urban Jungle Tour, marcava contudo o encetar de uma rotina. O circuito internacional dos concertos de estádio juntava, então, Portugal às suas agendas, com aquele espaço lisboeta como o palco mais vezes visitado. 20 mil foram ver a Sound + Vision Tour, de David Bowie, e 60 mil compareceram pouco depois na estreia nacional de Tina Turner (ambos os concertos ainda em 1990); o estádio, inaugurado em 1956 com um jogo entre o Sporting (a equipa da casa) e os brasileiros do Vasco da Gama, tornou-se um destino regular também para a música nos anos 90. Depois desse trio que cativou primeiras atenções em 1990 por ali passaram Santana, Simple Minds, Joe Cocker, Paul Simon e Bryan Adams, todos eles em 1991; em 1992, ano em que ficou célebre o tropeção de Axl Rose num dia em que os Guns N'Roses partilhavam o palco com os Soundgarden e Faith No More, o estádio viu ainda os Dire Straits, Elton John, Genesis e Michael Jackson, além dos GNR que, com o sucesso de Rock in Rio Douro, chegavam a um patamar inédito. A música portuguesa regressaria ali em vários outros momentos, com a primeira edição do festival Portugal Ao Vivo (1993) ou a homenagem a José Afonso, Filhos da Madrugada (1994). Prince, Depeche Mode, os U2 (por duas vezes, uma com a Zooropa Tour, outra com a PopMart Tour), os Pink Floyd (em duas noites), R.E.M., os Bon Jovi (por duas vezes, uma delas com Billy Idol) ou Whitney Houston foram outros entre os muitos que assinalaram passagens por Portugal com visitas a Alvalade; em 2003, com o Euro 2004 no horizonte (e a notícia da demolição do velho estádio), a música despediu-se daquele relvado com um festival onde, entre outros, atuaram David Fonseca, os Xutos & Pontapés, Sérgio Godinho e Caetano Veloso. - in Blitz (Nuno Galopim)

Estilhaços


Estilhaços – surgido em 2004, na sequência de um convite para uma das Quintas de Leitura – o nome das sessões mensais com que o Teatro do Campo Alegre, no Porto, homenageia a poesia e os poetas –, “Estilhaços” nasceu como um espectáculo de spoken word, em que Adolfo Luxúria Canibal lia alguns textos e poemas do seu livro homónimo acompanhado ao piano e outros teclados por António Rafael. Posteriormente, mantendo as mesmas características, passaria a contar com a participação de Henrique Fernandes (contrabaixo), formação que iria gravar o primeiro disco do projecto, de título homónimo, editado em 2006 pela Transporte de Animais Vivos, selo discográfico da Quasi Edições. Prosseguindo apresentações regulares, o colectivo foi renovando o seu reportório, acrescentando novos textos e poemas – mais uma vez retirados do livro “Estilhaços”, mas também alguns de génese mais recente – aos inicialmente interpretados; em Novembro de 2010, e depois de Jorge Coelho (guitarra) se ter juntado ao grupo, foram convidados pela Fundação Cupertino de Miranda – Museu do Surrealismo para uma sessão de homenagem a Mário Cesariny. Essa intervenção daria azo a uma remodelação radical do espectáculo, que mudaria a designação para “Estilhaços de Cesariny” e, a par dos escritos de Adolfo Luxúria Canibal, passava a incluir poemas do poeta surrealista. Seria este formato que, já em 2011, constituiria a base para a digressão que se seguiu e que os quatro músicos iriam gravar para a edição de um novo CD, “Estilhaços e Cesariny”, editado pela Assírio & Alvim no final do ano juntamente com o livro homónimo. Mas antes, em Novembro de 2011, sairia o disco “Desenho Diacrónico”, sob a chancela da Galeria Perve, integrado no catálogo da exposição homónima inaugurada a 15 desse mês, em Lisboa, com o longo poema que Adolfo fez para o livro-objecto com o mesmo título, inspirado pelos desenhos também aí incluídos do pintor, fotógrafo e poeta surrealista Fernando Lemos; em Abril de 2012 o colectivo edita o tema “Nevoeiro” na colectânea de bandas de Braga “À Sombra de Deus IV – Braga 2012”, uma reinterpretação do texto e da música compostos por Adolfo Luxúria Canibal e António Rafael para o filme de videoarte “S/ Título (Minha Voz)” que Adolfo Luxúria Canibal e o artista plástico João Onofre tinham apresentado no ano anterior no 19.º Festival Internacional de Cinema – Curtas de Vila do Conde; são convidados pela associação Ao-Norte para comporem pequenas peças a partir dos livros por ela editados na colecção “O Filme da Minha Vida”, onde vários ilustradores interpretam graficamente os filmes que os marcaram. É o conjunto dessas peças, a musicarem os textos de Adolfo despoletados pelos livros da colecção, que origina o novo espectáculo denominado “Estilhaços Cinemáticos”, cuja estreia ocorreu a 11 de Maio de 2013 nos Encontros de Cinema de Viana do Castelo, e que depois de gravadas constituíram o álbum homónimo editado pela Cobra no início de 2014. De então para cá têm feito apresentações regulares, em formato quarteto mas também como trio, com um reportório constituído por um conjunto variável de textos e poemas, quer de Adolfo Luxúria Canibal quer de Mário Cesariny, retirados desses três espectáculos. ★

Eu Fúria – em Junho de 2015 nasce um grupo de três amigos que começaram a tocar juntos muito antes dessa data no mítico bairro de Alvalade; João Barradas na voz, Rafael Matos na bateria e Ivo Martins no Baixo estrearam-se ao vivo em Setembro nas Festas da Nazaré’15 num recinto com capacidade para 20 mil pessoas; em Novembro do mesmo ano, lançaram a primeira canção. “Tudo o que fizemos” teve uma critica muito positiva por parte do público e dos media; não tem parado de tocar e já passou por conhecidas salas e festivais, como o AgitÁgueda, Festas da Nazaré, CAE Portalegre, Texas Bar ou Sabotage Club; gravado no final de 2017, "Diversão D'Almas" é o primeiro longa duração com edição do selo Ás de Espadas.

EVAYA – Beatriz Bronze apresenta-se como EVAYA, cantora, compositora e produtora. É através da voz que se entrega às palavras que chegam nas suas canções onde explora a sua percepção do que é ser humano, a capacidade de viver no presente através da encarnação de um conceito mais elevado de nós mesmos; sem apego ao género, traz-nos um projeto de influência synth pop que nos envolve numa viagem de texturas rítmicas e melódicas num imaginário singular; "Echoes", o seu primeiro single, é sobre lembrar de respirar. Sentir que temos um corpo e que nada lhe rouba mais a capacidade de ser livre do que o medo. É sobre aceitar a responsabilidade da encarnação de um conceito novo e mais elevado de nós mesmos aceitando as nossas projeções mentais e deixando de resistir às prisões em que as sensações nos encerram, oferecendo um primeiro passo para o alcançar de um estado mais consciente e por isso mais presente.

Evols


Evols – são uma banda formada em 2008 por França Gomes, Carlos Lobo e Vitor Santos; influenciados por toda a música psicadélica que se reinventa há quase 60 anos os Evols são uma banda em que as guitarras são Deus e o seu culto, uma religião. Com uma secção rítmica com poderes ilimitados, entram frequentemente em convulsão levando ao limite as potencialidades sónicas do seu arsena; depois de terem lançado o seu primeiro álbum em 2010, tocaram em vários locais como a Casa da Música do Porto, o Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde, Serralves em festa, Festival Milhões de Festa em Barcelos e o extinto Nasti Club em Madrid, abrindo concertos para bandas como Abe Vigoda, Spectrum (Sonic Boom/Spacemen 3) e The Dodos; sempre tiveram uma forte vertente visual nos concertos e já contaram com a colaboração de artistas visuais como Pedro Maia ou Hugo Amaral nos seus concertos além de terem musicado filmes experimentais do realizador norte-americano Robert Todd; em 2015 lançaram “II”, o seu segundo álbum juntando mais dois elementos à banda: Jorge Queijo (Torto / Os Príncipes / Ensemble Gamelão) na bateria e Rafael Ferreira (Glockenwise) no baixo com edição a cargo da editora Wasser Bassin em parceria com a Cultura FNAC. Para este segundo álbum a banda tocou em vários locais onde se destacam o Sabotage, MusicBox e Festival FNAC Live em Lisboa, Passos Manuel no Porto, Theatro Circo em Braga e Festival Milhões de Festa em Barcelos; em 2017 lançam o single Father Death antes de se apresentarem no Festival NOS Primavera Sound onde tocaram no palco principal do festival. Ainda nesse ano foram convidados para tocar nos 25 anos do Curtas Vila do Conde e ainda no Festival Ficavouga; no fim de Janeiro de 2020 foi lançado o single “Cops” cujo videoclip foi realizado pelo Hugo Amaral e o lançamento do álbum III foi lançado em Março. Este álbum teve a participação de Pedro Oliveira (Krake; Peixe:Avião) na bateria, Sérgio Bastos (S. Pedro; Space Ensemble) nos teclados. Para a nova fase de concertos juntam-se à banda André Simão (Dear Telephone e Sensible Soccers) na bateria e Sergio Bastos (S. Pedro e Space Ensemble) nos sintetizadores.



www.fenther.net ® Todos os direitos reservados @ 2020       Para corrigir ou acrescentar algo: geral@fenther.net       (em actualização permanente...)

     

      geral@fenther.net       Ficha Técnica     Fenther © 2006