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Janeiro – com apenas 20 anos de idade, apresentou o EP de estreia, “Janeiro”, gravado num estúdio improvisado em casa. O tempo passa rápido e nasce o álbum de estreia. Mais profissional, “Fragmentos” representa os momentos que se unem na confusão das referências que invadem o quotidiano do músico.

Joana Espadinha


Jerónimo – os irmãos decidiram juntar-se e formar um projecto homónimo. São eles: Gil Jerónimo (Les Crazy Coconuts), Luís Jerónimo (Nice Weather For Ducks) e Nuno Jerónimo (mais conhecido como Nuno Rancho, dos Few Fingers); a música é de base indie numa simbiose de experimentalismo e de electrónica; lançaram o seu primeiro single “Big bites’ em Outubro de 2017 pela Omnichord Records; foram finalistas na edição de 2018 do Festival Termómetro.

Jibóia – quando Óscar Silva apresentou Jibóia no início desta década tornou bem claro que a sua música iria beber a diferentes trópicos deste mundo, procurando uma conexão entre climas e ritmos que não obedeceriam estritamente a regras de tempo e espaço. Procurar influências na sua música é um exercício imperfeito, porque ela se abre de forma cósmica, sem barreiras, à procura de novos sons ao invés de reflectir sons que se têm presentes; a partilha é um elemento crucial na criação da música de Jibóia. Nos seus três lançamentos anteriores procurou colaboradores que ajudassem a criar a dinâmica que queria no seu som. No passado trabalhou com Makoto Yagyu (If Lucy Fell, Riding Pânico e Paus) como produtor do primeiro EP, homónimo, (2013); Sequin e Xinobi no disco seguinte, Badlav (2014), e juntou-se a Ricardo Martins para criar Masala (2016), produzido por Jonathan Saldanha (HHY & The Macumbas, Fujako). Em OOOO assumiu o formato banda, e a Ricardo Martins (Lobster, Pop Dell’Arte, BRUXAS/COBRAS, entre outros) juntou André Pinto (aka Mestre André, Notwan e O Morto), para formarem o trio com que actualmente Jibóia se apresenta; a viagem de OOOO é mais partilhada do que nas anteriores. Os três músicos partiram à experiência para criar música através de um conceito, pegando em Musica Universalis, de Pythagoras, que relaciona o movimento dos planetas e a frequência (onda) que eles produzem, com uma harmonia interespacial que essas frequências somadas produzem. Como os músicos descrevem, “é uma relação matemática, algo religiosa até, já que essa musica é inaudível. Uma espécie de conceito poético que designa, ao fim e ao cabo, o som do universo em movimento.”

Joana Espadinha – estreou-se em 2014 com “Avesso”, afirmando-se como cantora, autora e executante; do seu mais recente álbum: “O Material Tem Sempre Razão”, “Leva-me a Dançar” e “Pensa Bem” foram os singles do segundo registo da artista que convidou Luís Nunes (aka Benjamim) para produzir. Um disco pop que mergulha no património da música portuguesa, no legado de vozes como a de Lena d’Água ou Gabriela Schaff, se inspira em artistas como Air, Stereolab, Aimee Man, Feist, nas bandas sonoras francesas e na electrónica sensual dos anos 60; ao vivo Joana Espadinha (voz e teclados) faz-se acompanhar por João Firmino (guitarra e voz) e Margarida Campelo (teclados e voz).

Joana Sequeira Duarte – tem desenvolvido o seu trabalho artístico no cruzamento interdisciplinar entre a Música e Performance; no âmbito musical estreou-se em 2019 em nome próprio com o projecto Dela Marmy (Dream Pop / Indie Rock), editando no mesmo ano, os singles “Empty Place”, “Stellar”, “Mari Wolf” e “Secretly Here”, que viriam a resultar no EP homónimo Dela Marmy (KPRecords – edição exclusiva em vinil); em 2017 Joana teve o enorme prazer de participar no Festival da Canção, com a autoria da letra “My Paradise” para a composição de Toli César Machado (GNR) e interpretação de David Gomes; entre 2011 e 2017 integrou a banda The Happy Mess (synthse voz) e participou na criação de dois álbuns, Songs From The Backyard e Half Fiction (Sony Music Portugal), de onde se destacam os singles de sucesso nacional “Morning Sun” e “Backyard Girl”. Entre os inúmeros concertos, dentro e fora de Portugal, evidencia o Festival Eurosonic Noorderslag (NL), NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura, Super Bock Super Rock, Festival do Crato, Centro Cultural de Belém, Casa da Música, Maus Hábitos, Beat Club (Leiria), Centro Cultural de Ílhavo, Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco) e Centro Cultural Vila Flor (Guimarães); estudou piano durante 12 anos na Escola de Música Osnabrück (Vilarandelo/Valpaços) e concluiu o 5º Grau de Piano e Formação Musical (Conservatório de Música do Porto); licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa (2013) e em Arquitectura pela Universidade do Minho (2006), especializou-se, ainda, em Performance e Coreografia no Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica do Forum Dança (2010/2012, Lisboa); deu aulas de Dança Contemporânea e Música a adultos e crianças e foi co-fundadora do extinto colectivo DGM – Do Genius Moves, colectivo de Performance e Dança; como coreógrafa e música, o seu trabalho performativo tem estado sempre muito assente nestas duas áreas artísticas, como são exemplo: o dueto em co-criação com Lucia di Pietro, Fantastic Moments of Understanding (2014); a peça de grupo The Dross (2012); e o solo That soundddddd buuuuufffffff (2011). Como performer, foi intérprete de Madalena Brak-Lamy em In to the Tranquility e Passion Fruits e participou em Oil Aint’ All, JR do Teatro Praga, Sub-Reptício – Corpo Clandestino de Vera Mantero, Ana Borralho, João Galante e Manual de Instruções de Victor Hugo Pontes.

João Aguardela


João Aguardela – nasceu em Lisboa a 2 de fevereiro de 1969; foi um cantor, músico e compositor, conhecido por fazer parte das bandas Sitiados, Linha da Frente, Megafone e A Naifa; cedo mostrou apetência musical, tendo-se destacado como líder da banda Sitiados que fundou em 1987, que apareceu num dos concursos do Rock Rendez-Vous e que logo no início dos anos 1990 registou inúmeros êxitos musicais. Frequentou a escola de artes António Arroio, em Lisboa; foi um activista em muitas causas. Manifestou o seu repúdio pela extrema-direita - mais concretamente pela morte do partidário do PSR José Carvalho, tendo participado em inúmeras manifestações sociais e políticas. Aquando da invasão do Iraque por parte dos EUA, também mostrara o seu total descontentamento; foi distinguido em 1994 com o Prémio Revelação da Sociedade Portuguesa de Autores; em 1995 é convidado por Manuel Faria a participar na compilação "Espanta Espíritos" com o tema "Natal dos Pequeninos"; depois do fim dos Sitiados fez parte dos projectos Linha da Frente e também fundou A Naifa em 2004 com Luís Varatojo. Tinha ainda o seu projecto mais pessoal: Megafone, com quatro discos editados; faleceu no Hospital da Luz, em Lisboa, a 18 de Janeiro de 2009, vítima de cancro do estômago, aos 39 anos de idade; foi um dos compositores essenciais das duas últimas décadas da música portuguesa, um dos impulsionadores da modernização do folclore; Sandra Baptista foi sua companheira até ele morrer.

João André - com mais de 20 anos de actividade na indústria musical João André Piedade é detentor de um vasto currículo com dezenas de trabalhos discográficos como Produtor, músico e engenheiro de som; trabalhou com alguns dos melhores músicos portugueses e estrangeiros como: Maceo Parker, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Lenine, Rui Veloso, André Indiana, Hornheads, Alexandre Frazão, Mónica Ferraz entre outros; em 2012 inicia-se como produtor tendo até à data produzido nomes como Emmy Curl, The Weatherman, WE TRUST e Diana, Martinez & the crib e The Black Mamba entre outros; toca com Mónica Ferraz, We Trust, Alberto Índio, Emmy Curl, Diana Martinez & The crib.

João Carvalho


João Carvalho - amigo e amante e apreciador de musica e das coisas mais simples; divide o tempo entre Braga (onde vive), Paredes de Coura (onde nasceu) e o Porto (onde tem escritório); proprietário da empresa Ritmos onde tem protagonizado, desde 2003, vários eventos de relevo, alguns deles também de periodicidade anual, de onde se destacam o Festival Para Gente Sentada, o Cerveira ao Piano, a produção do Serralves em Festa e o grande Vodafone Paredes de Coura, onde começou a organizar este festival desde 1993 com apenas 20 anos; em 2011, João Carvalho, José Barreiro e Filipe Lopes da Ritmos, juntaram-se ao Primavera Sound de Barcelona e a José Eduardo Martins fundando a Pic-Nic, empresa que organiza o NOS Primavera Sound, no Porto; em 2018 alarga fronteira e organiza o Super Bock Under Fest na cidade de Vigo com Benjamin Clementine à cabeça.

João Gil - ao longo de mais de 40 anos de música portuguesa, distingue-se como compositor de algumas das músicas que farão, para sempre, parte da memória colectiva nacional: “125 Azul”, “Perdidamente”, “Solta-se o beijo”, “Postal dos Correios”, entre tantas outras. A celebração dos maiores sucessos da sua autoria, foi a base para a gravação do álbum “JOÃO GIL POR…”, para o qual convidou alguns dos principais nomes da música portuguesa de diferentes gerações. Ala dos Namorados, Ana Bacalhau, António Zambujo, Carlão, Filipe Pinto, João Pedro Pais, Luís Represas, Miguel Araújo, Tatanka, Tiago Bettencourt ou Tim, entre outros.

João Gomes - destaque no universo do funk nacional e do groove; é produtor e músico profissional; membro e fundador dos Cool Hipnoise, Spaceboys, Cacique 97 e Orelha Negra; é formador na Restart há já vários anos.

João Nuno Silva - melómano, leitor compulsivo, adorador de imagens paradas ou em movimento, num écra, em cima de um palco ou numa paisagem, de preferência que contem uma boa história. É assim que se apresenta o criador do Blog – A Certeza Da Música (11 anos já feitos), promotor e produtor de concertos, ex-radialista, conselheiro do Festival OuTonalidades, DJ ou Mete Discos com uma forte preferência pela música feita por portugueses (desde 1990), recentemente também organizador de mostras de documentários musicais e tertúlias sobre discos, enfim, um entusiasta de tudo o que à música diz respeito.

João Pais Filipe - João Pais Filipe (nascido em 1980) é um baterista/percussionista e escultor sonoro do Porto; o seu percurso enquanto músico é caracterizado pela abordagem a uma grande amplitude de estilos e linguagens, em bandas como os Sektor 304, HHY&The Macumbas, Unzen Pilot e Fail Better!, Pedra Contida, Radial Chao Opera, Two White Monsters Around a Round Table, ao mesmo tempo que mantém uma actividade regular no universo da música improvisada, tendo participado em inúmeros projectos ao lado de nomes como os de Steve Hubback, Fritz Hauser, Evan Parker, Marcello Magliocchi, Stefano Giust, George Haslam, Carlos “Zíngaro” e Rafael Toral; desenvolve, complementarmente ao seu trajecto como músico, um trabalho de construção de gongos, pratos e outros instrumentos percussivos de metal, através do qual explora tanto as propriedades acústicas destes objectos como a sua potencial dimensão escultórica e imagética.

João Pimenta - durante o percurso da primeira banda de João Pimenta foram gravadas duas maquetas, a primeira editada em cassete. “Não tinhamos dinheiro para mais. Agora quer tudo gravar em cassete outra vez, quem nos dera na altura ter gravado em CD”, diz em tom de brincadeira; depois dos Weird Nox, fundou os Green Machine, Alto!, experimentou sonoridades mais extremas como o metal e, já no Porto, passou pelos Botswana e criou os 10000 Russos, banda actual, onde, além de vocalista, é também baterista; ao longo destes anos foi assistindo à progressão do underground nacional, que, com as falhas que ainda existem, está distante desta realidade que aqui conta, sobretudo na sua terra natal.

João Vairinhos - um dos membros fundadores de LÖBO e músico ao vivo de projectos como MURAIS, Ricardo Remédio ou Wildnorthe, apresentou Vala Comum, o single de avanço do seu primeiro EP a solo. A realização do videoclip do tema ficou a cargo de Mariana Vilhena, artista visual que, entre outros projectos, acompanha Kara Konchar nas suas performances ao vivo. A narrativa visual criada por Mariana Vilhena, assente da sobreposição de imagens a preto e branco com um forte sentido rítmico, estabelece um elo de ligação entre os ambientes densos e negros que caracterizam a sonoridade de Vala Comum e uma componente cinematográfica, presente de forma mais vincada na segunda metade do tema.

Joaquim Albegaria


João Vieira - no início dos anos 2000 deixou Londres, onde viveu durante alguns anos e trabalhou como DJ, músico e promotor de clubes, regressando à cidade natal, o Porto, para iniciar as noites Club Kitten, que haveriam de afirmar-se em todo o país; como DJ Kitten, e a partir do Porto, reescreveu a cena clubbing em Portugal nos anos 2000 com o seu inovador Club Kitten; formou, depois com Rui Maia e Fernando Sousa, os X-Wife, da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor; grupo que lançou cinco álbuns em que a energia simples do rock se adaptava aos impulsos eletrónicos; agora, João Vieira, ou seja DJ Kitten, desenvolve novo projeto solitário, White Haus, lançando o álbum homónimo de estreia em 2014 e o segundo "Modern Dancing" dois anos depois.

Joaquim Albergaria - baterista dos Caveira e vocalista dos Vicious Five (entre 2003 e 2009) com Rui Mata, Edgar Leito, Paulo Segadães, Bruno Cardoso (Xinobi); toca bateria siamesa a par de Helio Morais nos PAUS; fundador da sala de ensaios e estúdio de gravação HAUS; esteve no arranque da Vodafone FM em 2011 mudando-se depois para a Antena 3; recentemente crio os Bateu Matou com Ivo Santos e Rui Pité.

Joaquim Durães (Fua) – arranca com a Lovers & Lollypops; depois de ter estado em Barcelona, sentiu a necessidade de emular o espírito que lá se vivia a nível musical, começa o promover concertos de bandas que gostava de as ver por cá; depois da organização de concertos aventura-se no campo da edição discográfica; organiza o Festival Milhões de Festa que conta já com mais de 10 anos de existência, o Tremor nos açores, entre outros eventos alternativos.

Joel Xavier – aos 15 anos começou a tocar guitarra, primeiro com uma guitarra clássica empenada, e depois, com uma guitarra eléctrica.Aos 16 anos assinou contracto com a BMG. Em 1992 gravou o seu primeiro álbum, 18 um registo que mostra o lado Blues de Joel Xavier. Aos 19 anos viajou para Los Angeles, nos EUA e participou num concurso de guitarra da NAMM-SHOW com um solo improvisado de Blues. Para seu espanto ficou em primeiro lugar, no meio de 70 outros guitarristas, e foi considerado pelos críticos norte-americanos como um dos 5 melhores guitarristas do ano. Em 1996 gravou o álbum Sr. Fado, um álbum cheio de solos de guitarra eléctrica que mistura Fado com Blues, gravado direct-on-tape, o que lhe conferiu um carisma live. Em 1997 ganha novamente o prestígio de um dos melhores guitarristas do mundo, desta vez como guitarrista latino, e grava o álbum Palabra de Guitarra Latina ao lado de grandes nomes da guitarra Mundial como Larry Coryell, Bireli Lagrene, Tomatito, Luis Salinas...Em 1999 gravou o álbum Latin Groove com Paquito D'Rivera, Michel Camilo, Larry Coryell e Arturo Sandoval no estúdio particular de Arturo Sandoval, em Miami. Nessa altura recebeu o endorsement da Gibson; em 2001 gravou o álbum Lusitano, uma mistura de Música tradicional portuguesa, Fado e Jazz e conta com a participação especial do acordionista Francês Richard Galliano.Em 2003 gravou o álbum que continuou o projecto iniciado em Lusitanto, o álbum Lisboa com a participação especial de Toots Thielemans. Em 2004 gravou o álbum In New York, a Duo com Ron Carter, num dos estúdios míticos de Manhattan, New York. No fim de 2007 gravou o álbum Saravá ao vivo, a Trio, no teatro Sao Luiz, um álbum de ritmos Lusófonos (Brasileiros e Africanos) e guitarra Jazz; depois de se ter evidenciado aos 19 anos no concurso internacional de guitarra da “Namn-Show” (Los Angeles) ao ser considerado um dos cinco melhores guitarristas do ano, Joel Xavier foi ainda distinguido em Espanha (2003) como «um dos melhores guitarristas latinos do mundo» e galardoado como “Melhor Guitarrista de Portugal” (2006).

John Branco & The Fee –novíssimo projecto a solo do vocalista de uma das bandas mais excitantes dos últimos anos, os Stone Dead, banda que sabe muito bem o que faz, tudo o que vem dali costuma ser bom (vejam o Mr. Gallini, projecto do baterista da banda).

Johnny Guitar se há um clube que definiu a década de 80, não restam dúvidas de que há outro que marcou a primeira metade dos anos 90 do século passado: mais pequeno, mais "subterrâneo", o Johnny Guitar abriu portas no número 72 da Calçada Marquês de Abrantes, em Lisboa, e por ali se manteve aberto até 1996, encerrando por nunca ter conseguido resolver devidamente o seu problema de ruído; a compilação Ao Vivo em 1994, Vol. 1 é um dos documentos que guardam para a posteridade uma amostra da "fauna" que frequentava o clube: bandas como Pop Dell'Arte, Turbojunkie, Tédio Boys, Da Weasel, Lulu Blind, Ramp ou, entre outros, o Palma's Gang, super banda erguida em torno de Jorge Palma, com Zé Pedro e Kalú, dos Xutos, e ainda Flak e Alex, dos Rádio Macau, que gravou igualmente um registo ao vivo no pequeno clube de Santos. Tó Trips, músico dos Dead Combo que à época militava nos sónicos Lulu Blind, já referiu mesmo que, por esses dias, escolheu a casa em que queria viver em função da proximidade do Johnny Guitar: "um gajo vivia praticamente por ali", admitiu o guitarrista. De facto, o clube criado por Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, e Alex Cortez, dos Rádio Macau, tinha a aura de um espaço onde toda a gente se conhecia e onde as cumplicidades eram cultivadas. E onde vários contratos foram assinados:

Johnny Guitar

foi depois de um concerto no Johnny Guitar que os Ornatos Violeta assinaram pela PolyGram, depois de estudarem várias propostas de A&Rs que saíram rendidos da atuação; a banda de metal Anger também chegou ao catálogo da Nortesul depois de uma intensa prestação na sala da Calçada Marquês de Abrantes; à época, os clubes de rock eram, de facto, vitais para injetarem sangue novo nos catálogos das editoras. E tendo em conta a intensa programação do Johnny Guitar, que entre a abertura e o ano de 1994 realizou mais de 500 espetáculos, é fácil perceber que todas as bandas faziam questão de se apresentarem ali. Alex recorda como era importante para os músicos tocarem para os seus pares: "sabíamos que sempre que fazíamos um concerto íamos ter à frente muitos dos nossos colegas de estrada". E muitas vezes, um desses músicos era João Ribas, dos Censurados, que muitas memórias revelam que praticamente vivia por ali. - in Blitz (Rui Miguel Abreu)

Jonny Abbey – produtor e músico da cidade do Porto; criador de batidas electrónicas, ambientes Indie e melodias Pop, onde a guitarra e os teclados são os instrumentos de eleição; editou o álbum de estreia “Unwinding” numa edição de autor, sendo de sua autoria a composição, interpretação, gravação, mistura e edição; Cecília Costa também faz parte deste projecto; participa na banda portuense ENES como guitarrista.

Jorge Ferraz – músico-guitarrista (embora trabalhe com muito equipamento electrónico e digital, a guitarra e a guitartrónica são a sua grande obsessão), compositor e produtor, fundou e liderou algumas bandas portuguesas underground desde 1983, com destaque para Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre! (cujo primeiro disco foi considerado em 1998, num trabalho conjunto do Público e da FNAC, um dos melhores discos da música popular portuguesa de 1960 a 1997), Ezra Pound e a Loucura, ou Fatimah X. Em 2006 passou a trabalhar em nome próprio, tendo publicado, desde então, dois álbuns (2008 e 2010); em 2014, no número comemorativo dos 30 anos da revista Blitz, foi considerado um dos melhores 30 guitarristas portugueses dos últimos 30 anos; foi ainda cofundador da efémera banda João Peste & o Acidoxibordel que reuniu, entre outros, músicos dos Pop Dell’Arte e dos Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre!, bem como o saxofonista Rodrigo Amado; foi produtor dos seus discos a solo e de grande parte das edições das bandas que integrou, tendo ainda desempenhado essas funções com Pop Dell’Arte e The Great Lesbian Show; desde 2013 que é igualmente membro fundador do colectivo multimédia Cellarius Noisy Machine; em maio de 2018 edita "Machines dor Don Quixote ...et... viva la muerte?" pela Cobra Discos.

Jorri – músico, compositor, produtor e instrumentista, nasceu em Coimbra a 20 de Abril de 1979, mas cresceu em Alcobaça até Ingressar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra; em 1999, surge em Coimbra, o projecto “a Jigsaw”, do qual é um dos membros fundadores. Banda essa, que além de músico e compositor, assume também o papel de Produtor; embora sem nunca ter feito uma banda sonora para um filme, com a Jigsaw musicou vários, um dos quais durante o Festival Caminhos do Cinema Português; já trabalhou com vários realizadores, não com bandas sonoras, mas com vídeos de música, dos quais destacaria António Ferreira. “The Wolf and The Rose” e “Objectosfera” são também dois espetáculos criados de raiz com o Marionetista Rui Sousa (Marionetas da Feira) onde a música faz a banda sonora da peça de Teatro de Marionetas; mais recentemente esteve envolvido na peça de Teatro “Tomeo – Histórias Perversas” da Escola da Noite, onde concebeu todo o universo sonoro; além de fazer parte de a Jigsaw, colabora com varias outras bandas da Cidade, Birds Are Indie, The Parkinsons, The Twist Connection, etc… bem como trabalha na Blue House, uma espécie de casa da criação, onde colabora principalmente com bandas da cidade de Coimbra.

José Arantes – tecnico de som formado em Londres; trabalhou na Casa da Musica no Porto; transformou o estudio de gravação londrino L-house no barcelense B-house.

José Camilo – "Até Tenho Amigos Que São" é o recente single. O tema é o segundo retirado de "Subterrâneo" e é precedido de “Piruetas de Glória”. O single  cruza o ritmo africano do kuduro com rock e hip-hop e mostra o porquê de José Camilo ser considerado por muitos como a nova promessa da FlorCaveira, editora responsável pelo nascimento de bandas como Diabo na Cruz, D' Alva, B Fachada ou Samuel Úria; os discos de José Camilo são fundamentalmente o registo sonoro continuado das suas insistências, teimosias e, nos seus melhores momentos, pragas rogadas aos ouvintes (como esquecer “Cala-te e Sangra”?). É a partir deste tom agreste que nos fulmina com “Subterrâneo”, um disco devotado à nobre e esquecida arte de confiar mais nos desastres do que nas delícias. Afinal, cantará “Mãe, consigo sentir os anos a fugirem-me das mãos”.

José Cid


José Cid – não é só um dos grandes intérpretes e compositores da música portuguesa das últimas décadas, como também está na origem daquilo que é a música pop e rock em Portugal; com mais de 60 anos de carreira, o músico da Chamusca tem mais de 25 discos de prata, oito de ouro, três de platina, além de inúmeros prémios em Portugal e no estrangeiro, como por exemplo o Globo de Ouro SIC, Prémio Carreira, ou o Grammy Latino de Excelência Musical, atribuído em 2019; desde a sua primeira canção composta na adolescência nunca mais parou, colecionando êxito atrás de êxito, num percurso absolutamente singular, tanto pela notoriedade adquirida, como pelos inúmeros empreendimentos artísticos abraçados ao longo dos anos. Atirou-se a vários géneros e passou sempre com distinção; em 1956 fundou a primeira banda rock portuguesa, Os Babys. E esses foram anos de preparo para aquele que é, até hoje, um dos maiores marcos da música portuguesa: os míticos Quarteto 1111. “A Lenda de El-Rei D. Sebastião” ainda é a música mais premiada em Portugal, com dois prémios Pouzal Domingos. Infelizmente todo esse vanguardismo foi castigado pelo anterior regime, que chegou ao ponto de censurar 28 canções do grupo, recorde para qualquer compositor. A partir desse momento, e nos anos seguintes, José Cid editou uma série de temas que o confirmam com um compositor de excelência: “20  anos”, “Yesterday, Today and Tomorrow” (prémio Yamaha em Tóquio no Búdokan para “outstanding composition” e “Mosca Superstar” (com o grupo Cid, Scarpa, Carrapa & Nabo) são alguns exemplos dessa capacidade criadora. O capítulo seguinte desta história foi disco “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”, editado em 1977, e um verdadeiro acontecimento na história do rock progressivo. Foi incluído na lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard, e, em 2015, a Sputnick Music Magazine UK colocou esse disco nos 5 melhores álbuns de sempre do chamado rock sinfónico. O sucesso lá fora teve vários outros capítulos ao longo dos anos, como quando encantou a Venezuela com o tema “Na cabana junto a praia, considerada por muitos a mais bela balada de amor escrita em Portugal, ou quando gravou o tema “Spring Time of My Life”, para a editora “Family”, em Los Angeles, ou ainda quando lançou dois álbuns em inglês na Austrália e na África do Sul, com considerável êxito. Também colecionou inúmeras digressões internacionais, contracenando com nomes como Men at Work, Amália Rodrigues, Xutos & Pontapés, Julio Iglesias, Water Boys, Rodger Watson, entre muitos outros; em 1980 venceu o Festival RTP da Canção com a música “Um Grande, Grande Amor”; depois de tantos sucessos, sempre soube arriscar e reinventar a sua personalidade artística. “Fados de Sempre” (1997) surpreendeu pela alma fadista inesperada, “Vendedor de Sonhos” foi considerado um dos melhores álbuns pela crítica mais exigente, a produção jazzística de “Cais do Sodré” espantou tudo e todos e ainda conseguiu revelar a sua vasta cultura literária em “Ode a Garcia Lorca” (1999), editado no mercado espanhol na comemoração do Centenário do nascimento de Lorca, ou em “Entre Margens” (1999), com poemas de Lorca, Camões, Pessoa, Natália Correia, David Mourão Ferreira, Neruda, entre outros; com o advento da internet, foi descoberto pelas novas gerações graças a temas divertidos e intemporais como “Como o Macaco Gosta de Banana” e “Favas com Chouriço”. Isso torna-o assíduo nos concertos universitários de norte a sul do país. A partir daí, José Cid passou a ser chamado pelas novas gerações de “Tio Zé” e arrasou nos tops com os discos “Baladas da Minha Vida” e “Quem Tem Medo de Baladas”, esgotando todos os concertos feitos no mítico recinto no Campo Pequeno entre 2010 e 2015. Tal feito viria a resultar no multiplatinado “Ao Vivo no Campo Pequeno”. Mais recentemente editou “Menino Prodígio”, um registo bem rockeiro, já na sua própria label, a “aCid Records”. E a maior prova de que José Cid continua em grande forma é olhar para o seu ano de 2019: ganhou um Grammy Latino de Excelência Musical, enchendo de orgulho todos os portugueses, e editou um novo disco, de World Music: “Fados, Fandangos, Malhões e... uma Valsinha”.

José Mário Branco


José Mário Branco – filho de professores primários, cresceu entre o Porto e Leça da Palmeira, sendo marcado pelo ambiente luzidio e inspirador desta vila piscatória.; iniciou o curso de História, primeiro na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, depois na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, não o tendo terminado; expoente da música de intervenção portuguesa, começou por ser ativo na Igreja Católica. Depois aderiu ao Partido Comunista Português e foi perseguido pela PIDE, até se exilar em França, em 1963. Em 1974 regressou a Portugal e fundou o Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta!, com o qual gravou dois álbuns; como interveniente em concertos ou álbuns editados, como cantautor e/ou como responsável pelos arranjos musicais, José Mário Branco é autor de uma obra singular no panorama musical português. Entre música de intervenção, fado e outras, são obras famosas os discos Ser solidário, Margem de Certa Maneira, A noite, e o emblemático FMI, obra síntese do movimento revolucionário português com seus sonhos e desencantos. Esta última foi proibida pelo próprio José Mário Branco de passar em qualquer rádio, TV ou outro tipo de exibição pública. Não obstante este facto, FMI será, provavelmente, a sua obra mais conhecida. O seu álbum mais recente, lançado em 2004, intitula-se Resistir é Vencer em homenagem ao povo timorense que resistiu durante décadas à ocupação pelas forças da Indonésia logo após o 25 de Abril. O ideário socialista está expresso em muitas das suas letras; trabalhou com diversos outros artistas de relevo da música de intervenção e outros géneros, nomeadamente José Afonso, Sérgio Godinho, Luís Represas, Fausto Bordalo Dias, Janita Salomé, Amélia Muge, Os Gaiteiros de Lisboa e, no âmbito do Fado, Carlos do Carmo e Camané. Do mesmo modo compôs e cantou para o teatro, o cinema e a televisão, tendo sido elemento de A Comuna - Teatro de Pesquisa; em 2006, com 64 anos iniciou uma licenciatura em Linguística, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Terminou o 1.º ano com média de 19,1 valores, sendo considerado o melhor aluno do seu curso. Desvalorizou a Bolsa de Estudo por Mérito que lhe foi atribuída, dizendo que é «algo normal numa carreira académica»; em 2009 voltou às atuações públicas com dois concertos intitulados Três Cantos, juntando «referências não só musicais mas também poéticas do que é cantar em português»: José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto;  para o fadista Camané, perdeu-se “um dos artistas mais importantes da música portuguesa do século XX e do século XXI”. Morreu aos 77 anos após um acidente vascular cerebral na madrugada do dia 19 de novembro de 2019.

José Pedro Leitão – é contrabaixista nascido a 25 de Maio de 1979 em Aveiro, celebrizado como contrabaixista do grupo Deolinda; licenciou-se em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa; foi contrabaixista do grupo Lupanar, do qual foi membro fundador. Com esse mesmo grupo, gravou o disco ("Abertura" de 2005) e participou num álbum de homenagem a Carlos Paredes; participou ainda num trio de jazz chamado Tricotismo; desde 2006 integra o grupo Deolinda; é casado com a cantora Ana Bacalhau, que também integra o mesmo grupo.

José Roberto Gomes – mentor da banda barcelense Killimanjaro; guitarrista nos Solar Corona.

JP Simões – cantor, compositor, letrista, contista e dramaturgo, edita álbuns desde 1995, com Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati e a solo ou em colaboração com outros compositores; o seu último álbum em nome próprio, "Roma", foi editado em 2013 e mereceu uma longa digressão nacional e internacional. E, em finais de 2016, lançou “Tremble Like a Flower”, em nome do seu alter-ego “Bloom”; depois da participação no Festival da Canção de 2018 com "Alvoroço", que venceu o prémio de melhor tema de música popular na Gala Prémio Autores 2019 da Sociedade Portuguesa de Autores, JP Simões voltou para a estrada para apresentar, de norte a sul, um espectáculo com reportório que atravessa diferentes fases e facetas da sua carreira.

Júlio Pereira – compositor e instrumentista  nascido em 1953, aprendeu a tocar bandolim com seu pai quando tinha 7 anos. Enquanto adolescente, em simultâneo com os estudos, aprendeu a tocar guitarra e fez parte de vários grupos de rock; a estreia em termos discográficos deu-se no início da década de 70 com o grupo Xarhanga, com o qual gravou os singles "Acid Nightmare" (1971) e "Great Coat" (1972), que foram dos poucos discos gravados em Portugal, antes do 25 de abril, por um grupo rock. Júlio Pereira tocou órgão, piano e guitarra. Em 1973, fez parte do grupo rock Petrus Castrus, liderado por Pedro Castro. Desse projeto surgiu o álbum Mestre, inteiramente cantado em português, cujos temas incluíram textos de Sofia de Mello Breyner, Alexandre O'Neill, Ary dos Santos, Bocage e Fernando Pessoa. A cargo de Júlio Pereira ficaram as violas; após o 25 de abril, Júlio Pereira e Carlos Cavalheiro decidiram gravar um álbum de sonoridade rock, visando homenagear os movimentos das ex-colónias portuguesas. Para este trabalho, intitulado Bota Fora (1975), convidaram diversos cantores e autores, tais como Fausto, Adriano Correia de Oliveira, Vitorino, José Mário Branco e Sérgio Godinho, entre outros. Em 1976 compôs Fernandinho Vai Ó Vinho (1976), uma opereta levemente rock que retrata a vida de um jovem na sociedade pós-25 de abril. Surgem neste projeto artistas como José Afonso, Herman José, Jorge Palma, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, Vitorino, Eugénia Melo e Castro e Sérgio Godinho, entre outros. Em 1978 surgiu Lisboémia, uma outra opereta, que contou com as presenças de Mário Viegas e Lia Gama; com Mãos de Fada (1979), Júlio Pereira afastou-se progressivamente do rock, procurando novas referências. Trata-se do primeiro disco do autor onde se indiciam alguns elementos da música tradicional portuguesa. Este trabalho representou um ponto de viragem no seu percurso musical no sentido de uma carreira exclusivamente instrumental; em 1981 gravou o álbum Cavaquinho, o seu primeiro sucesso comercial, o qual recebeu o Prémio da Crítica e da Imprensa. A este trabalho seguiram-se: Braguesa (1983), que representa a exploração da viola braguesa; "Cadói" (1984), em que o autor grava sozinho cerca de 30 instrumentos, e cujo tema "Nortada" viria a originar várias coreografias interpretadas por diversos grupos de dança do país; Os Sete Instrumentos (1986), um disco de inéditos; Miradouro (1987), álbum inspirado por elementos etnomusicais de cada uma das regiões de Portugal, e que atingiu a marca de disco de ouro; O Melhor de JP (1990); Janelas Verdes (1990), disco cujos temas surgiram da inspiração de pinturas de autores contemporâneos; O Meu Bandolim (1992), Acústico (1994), trabalho que apresenta um ambiente mais intimista, originando um novo conceito de espectátulo, em trio com Moz Carrapa e Minela, com várias atuações no estrangeiro; e "Lau Eskutara" (1995), disco que nasceu do contacto com Kepa Junkera, músico virtuoso da Trikitixa - pequeno acordeão popular do País Basco. Ao longo de três décadas de carreira, Júlio Pereira tocou um pouco por todo o mundo, nomeadamente Alemanha, Inglaterra, Espanha, França e Itália, Canadá, Cabo Verde, Moçambique e Macau; as colaborações em discos de outros artistas incluíram nomes como The Chieftains, José Mário Branco, Jorge Palma, Janita Salomé, Fausto, José Afonso, Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho e Adriano Correia de Oliveira; em 2001, o músico editou Rituais, acompanhado por um único espetáculo, no Coliseu do Porto, integrado nas iniciativas da Porto 2001 Capital Europeia da Cultura. Dois anos mais tarde, Júlio Pereira lançou Faz-de-conta. Partindo do poema "Aquela Nuvem", de Eugénio de Andrade, o instrumentista fez um disco para crianças, contando com a participação de duas crianças com 4 anos de idade (Simão e Julinha) e a colaboração de Sara Tavares; em 2006 Colabora no Filme Fados de Carlos Saura com Chico Buarque e Carlos do Carmo produzindo o tema "Fado Tropical". Ainda com o Bandolim, em 2008 grava o disco Geografias e cria um concerto com o mesmo nome. Actua em Portugal e vários sítios do Mundo; em 2010 lança Graffiti um álbum de canções que conta com a participação de cantoras de vários países entre as quais: Dulce Pontes, Maria João, Sara Tavares, Olga Cerpa (Espanha), Nancy Vieira (Cabo-verde) e Luanda Cozetti (Brasil). Dos concertos dados ao longo deste tempo destaca-se aquele que dirige no Théâtre de la Ville em Paris (2012) de homenagem a José Afonso com artistas da actualidade como António Zambujo, Mayra Andrade, João Afonso, etc. Em 2013 retoma, o Cavaquinho e grava o disco Cavaquinho.pt. como ponto de partida para uma nova etapa dedicada a este instrumento. Actualmente é Presidente da Associação Museu Cavaquinho que visa documentar, preservar e promover a história e a prática deste instrumento; em 2015 recebeu a medalha de honra da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores e foi condecorado pelo Estado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2017 publica o álbum (LP + CD/livro) Praça do Comércio com o qual ganha, em 2018, o prémio Pedro Osório atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores e o prémio José Afonso. Júlio Pereira conta com 22 discos de Autor e participa como Instrumentista, Orquestrador ou Produtor em cerca de 80 discos de outros Artistas.



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