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Gaiteiros de Lisboa – uma banda portuguesa criada em 1991 com vários CD editados e com actuações em toda a Península Ibérica, desde a sua estreia ao vivo a 21 de Março de 1994; estreiam-se em 1995 com o disco Invasões Bárbaras lançado pela Farol Música; em 1997 é editado o disco Bocas do Inferno, três anos mais tarde editam Dança Chamas e Macaréu em 2002; "Sátiro" é editado em 2006. Depois fizeram parte da selecção oficial da WOMEX em 2007 e percorreram vários palcos dentro e fora de Portugal; em 2012, os Gaiteiros de Lisboa apresentam o seu quinto álbum Avis Rara, lançado pela d'Eurídice, braço editorial da d'Orfeu Associação Cultural. Tornam-se também no primeiro projecto nacional a participar no festival Festim; lançaram o tão aguardado novo álbum de originais em Abril de 2019, num regresso às edições discográficas depois do lançamento de “Avis Rara” (2012) e de "A História" (compilação de 2017). “Bestiário” foi o sexto disco de originais dos seus quase 30 anos de carreira e teve edição pela Uguru. Os sopros tradicionais, a percussão e as polifonias vocais continuam no centro, a música ao seu redor continua a ser surpreendentemente moderna, inventiva, viva, contemporânea e ao mesmo tempo intemporal. Este álbum conta com convidados especiais como Zeca Medeiros, Filipa Pais, João Afonso, Pedro Oliveira (Sétima Legião), Rui Veloso e o colectivo vocal feminino “Segue-me à Capela“. “Bestiário” confirma como os Gaiteiros de Lisboa, trinta anos depois do início e com uma formação nova, continuam a ser “outra coisa”, a habitar o mesmo universo privado alheio a modas passageiras e aberto a tudo o que nele caiba. Ou seja, os mesmos Gaiteiros de sempre: imprevisíveis, inconfundíveis, imprescindíveis.

Galgo


Galgo – depois do lançamento de "EP5" em 2015 a banda de Oeiras fez-se à estrada e foi em Setembro de 2016 que editaram o seu primeiro longa-duração "Pensar Faz Emagrecer"; chegam a 2018 de ouvidos postos no futuro e com novas roupagens musicais, assumindo um percurso com vista para o digitalismo moderno, mas sem desviar a crueza do rock que os caracteriza. O novo álbum do quarteto formado por Alexandre Moniz, João Figueiras, Miguel Figueiredo e Joana Batista foi produzido e gravado no estúdio HAUS, chegando naturalmente a uma mescla de paisagens sonoras refrescantes, onde as vozes ganham uma nova abordagem. As guitarras permanecem estrídulas, o baixo agiganta-se e a ferocidade do rock move-se por teclados cintilantes, felizes e afortunados; "Quebra Nuvens" foi apresentado no dia 20 de Abril de 2019 no Musicbox em Lisboa; a banda continua a criar música como os vulcões criam lava, música que como a lava, aliás, é incandescente e espessa, mas também, como a tal matemática, exacta, precisa, com cada peça a encaixar-se na perfeição na seguinte. Resultado disso é “Parte Chão”, novo álbum do quarteto. O estranho diabo que se desmorona na capa do novo álbum de Galgo é o que nos assombra o pensamento e os preconceitos, o que nos inibe os movimentos, o que nos empurra para o abismo. Partir-lhe o chão, para que desapareça, partir o nosso chão, para que não nos prenda, parece, obviamente uma boa ideia. “Parte Chão” serão 8 temas, dos quais fazem parte “Panca Espalha” e “Garras Dadas” ao bom estilo dos Galgo, a pedir dança e movimento.

Gala Drop – são uma incansável e em constante desenvolvimento aventura musical, um caso de paixão pela matéria que trabalham, que se inspiram em sons e vibrações de diferentes lugares e épocas, e tentam pelo poder da imaginação transformada em música transmitir-nos esperança num presente colectivo melhor; qualificados como autores de um ‘rainforest futurism’ pelo crítico britânico Matthew ‘Woebot’ Ingram, a sua discografia é dividida entre EPs e LPs, publicada no seu selo editorial GDR e na nova-iorquina Golf Chanel Recordings; a banda iniciada há mais de uma década em Lisboa é hoje composta por Afonso Simões (bateria), Nelson Gomes (sintetizadores), Rui Dâmaso (baixo) e Guilherme Canhão (guitarra e sintetizador).

Galo Cant’Às Duas – nasceu de um encontro de artistas em meio rural; fazendo ambos parte desse encontro de artistas, Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre decidiram avançar para uma jam / concerto em duo onde a bateria, percussões e contrabaixo foram os instrumentos escolhidos para explorarem sons e texturas sem qualquer preconceito. O concerto foi libertador, tanto para os músicos como para o público; as variadas texturas, densidades, dinâmicas, respirações e silêncios fizeram com que o concerto desse a motivação necessária para ambos, um mês mais tarde se fechassem na sala de ensaios a compor. Com o trabalho diário, as linhas de contrabaixo levaram à necessidade de procurar e encontrar outras sonoridades, como baixo eléctrico ou guitarra. Os loops e as frases electrónicas foram surgindo e uma estrutura mais concreta foi desenvolvida sem uma procura consciente. O principal objectivo foi o não assumir um género/rótulo musical, mas sim a criação de uma história, sim, a criação de uma história onde tudo se liga a tudo e leva a tantas outras coisas. As variadas dinâmicas e densidades foi o que esteve mais presente nas mentes dos dois músicos; os concertos começaram a surgir e a sonoridade de Galo, automaticamente, começou a ficar mais concreta. A estrutura mais clara e a comunicação dos dois músicos tornar-se-ia mais coesa e balançada;

Galo Cant’Às Duas

após 9 meses de composição e concertos, Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre gravam Os Anjos Também Cantam, o disco de estreia editado em Março de 2017 pela Blitz Records e Distribuído pela Sony Music Entertainment. No estúdio HAUS, durante uma semana, trabalharam com Makoto Yagyu e Fábio Jevelim na gravação, produção, mixagem e masterização do disco com a assistência de Miguel Abelaira. O contacto com estes profissionais e com o próprio ambiente de estúdio faz com que o disco soe mais maduro, expressivo e orgânico. Desde então, a linguagem do Galo transformou-se; depois do lançamento do seu primeiro trabalho discográfico, Galo Cant’Às Duas naturalmente faz aquilo que lhe dá vida, os concertos. Os concertos do duo são um expulsar de energia rítmica e harmónica, viajando pelas texturas tanto desejadas desde o início do projeto; em Agosto de 2018, procuram o desconforto e gravam Cabo da Boa Esperança em Viseu, no Carmo’81 com a Produção e Mixagem de Nuxo Espinheira e Masterização de Andy Vandette.

Gator, The Alligator – banda formada em 2017 por Eduardo da Floresta na guitarra, Ricardo Tomé no Baixo, Filipe Ferreira na bateria e Tiago Martins na guitarra e voz; Barcelos é a cidade que acolhe o estilo Banana Rock que produzem; o jacaré hiperativo chegou e está pronto para soltar descargas elétricas em forma de ondas sonoras. Carregado de poderes místicos do fuzz, promete hipnotizar todos aqueles que se submeterem aos seus feitiços; depois de serem um dos finalistas do Festival Termómetro, que se dedica ao lançamento de alguns dos mais consagrados nomes da nova música nacional, como por exemplo Ornatos Violeta, B Fachada ou Noiserv, os Gator, The Alligator são uma das bandas do momento em Portugal. A energia é perfeitamente contagiante, com uma certa ansiedade juvenil a combinar com a distorção do som, deixando o público rendido também nos concertos. “Life is Boring” é o primeiro passo na vida da banda. Representa a repetição de acontecimentos e emoções durante todo o período das suas vidas, tornando-a por vezes previsível, mas matéria-prima para canções.

Gianz – é o heterónimo musical de David Gião, que se estreia com o single “Encontrar-te”. Neste tema o rapper, cantor e compositor do Barreiro funde Rap com Pop e partilha histórias e experiências vividas na primeira pessoa, mas com uma visão que é universal a todos. “Este tema é lançado num momento em que estamos distantes das pessoas que nos são queridas. No final deste isolamento social todos vão querer encontrar alguém e “Encontrar-te” é lançado com o intuito de aproximar as pessoas que se amam; o videoclip, produzido pela MLN Studios, parte de uma ideia de Gianz: ilustra o que vem sendo cantado/rappado, levando-nos numa viagem por várias paisagens, hiperbolizando aquela que é a busca pelo amor.

Gisela João


Gisela João – nasceu e cresceu em Barcelos, viveu seis anos no Porto e chegou a Lisboa há dois para fazer História; sendo a mais velha de 7 irmãos, de uma família ligada pelo trabalho à indústria têxtil, teve, ainda criança, o primeiro contacto com o Fado através da rádio e começou logo a cantá-lo. Primeiro para a família, depois para os amigos e vizinhos e finalmente em concursos locais; quis estudar design de moda, mudou-se para o Porto e acabou no circuito boémio da Invicta, a “en-cantar” numa casa de Fados da Ribeira. Finalmente o canto impôs a sua vontade e levou-a para Lisboa. Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou o Sr. Vinho, a Tasca da Bela, a Mesa de Frades primeiro, para depois encher a Fábrica do Braço de Prata, o Lux (primeiro num set do mago do pós-Dubstep, Nicolas Jaar e depois em nome próprio, a convite de Manuel Reis), e, mais recentemente, uma pequena legião de fãs esgotou o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém duas semanas antes do espectáculo. A sua voz grave e poderosa, a forma como se entrega às palavras, como permite que dominem a sua prestação, mostram que não é apenas mais uma. E Camané proclama-a a grande aposta do momento. Chegara a hora de gravar o disco homónimo de estreia, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e depois de ultrapassarem a difícil tarefa de escolher repertório – Gisela queria gravar mais de cinquenta canções, entre Fado e Música Popular – iniciaram as gravações. Estávamos em Fevereiro de 2013, no Palácio Marquês de Pombal, certos do caminho que havia para percorrer mas longe de prever o que iria acontecer; o disco de estreia de Gisela João é um marco na História do Fado contemporâneo. Sem desvios nem artifícios, parte duma formação tradicional e mergulha na sua génese, reencontra a sua autenticidade, questiona os seus excessos e maneirismos, para se tornar genuíno como nunca e apontar o seu futuro; após o concerto de apresentação no Centro Cultural de Belém, electrizou inúmeros palcos de Norte a Sul do País. Rapidamente foi convidada para se apresentar nos mais variados palcos internacionais, como em Ghent, Copenhaga, Madrid, Nova Iorque, Mérida, Manchester, Paris, Marselha, Rio de Janeiro, Bruxelas, Londres, etc. Neste interminável (e imparável) trajecto, ficam na memória as actuações nos Coliseus de Lisboa e Porto, o ciclo de espectáculos “Caixinha de Música”, no Teatro São Luiz, onde Gisela camaleónica assumiu e interpretou temas de Nick Cave, Violeta Parra, Amy Winehouse, Leonard Cohen, divas e crooners, poetas celebrados do nosso imaginário colectivo. E sem esquecer, obviamente, os galardões de Ouro e Platina conquistados pelo seu disco de estreia, juntamente com o Prémio Revelação na VIII Gala dos Prémios Amália, o Prémio de Mulher do Ano 2015 na Gala GQ Men Of The Year Awards 2015 e com o Globo de Ouro para Melhor Intérprete Individual, prémio que lhe foi agraciado na XIX Gala dos Globos de Ouro; a 11 de Novembro de 2016 estreou um novo álbum, com o nome “Nua”.

Glockenwise


Glockenwise – quando Nuno Rodrigues, Rafael Ferreira e Rui Fiúsa decidiram avançar com os Glockenwise tinham apenas 16 anos de idade. E hoje podemos dizer com toda a certeza que essa ideia adolescente foi mesmo uma boa ideia. São um dos projetos mais interessantes da música portuguesa; o primeiro disco, “Building Waves”, editado em 2011, já mostrava as boas ideias da banda, que viriam a tornar-se cada vez mais densas nos álbuns seguintes: “Leeches” e “Heat”, editados em 2011 e 2015, respetivamente; o novo disco viu a luz do dia em 2018 e com uns Glockenwise diferentes. A maturidade chegou, a urgência punk abrandou um pouco e a banda dá-nos aquele que é o seu melhor disco até este momento e um dos melhores discos da música portuguesa nos últimos anos; depois de três discos cantados em inglês, a nossa língua assume o protagonismo neste quarto disco da banda. Dos gestos mais prosaicos do quotidiano até aos temas mais profundos, inclusive a tal maturidade, tudo pode ser assunto destas belas canções – e, curiosamente, em “Plástico”, tudo soa verdadeiramente genuíno.

GNR – nascidos em 1981 no Porto; vieram revolucionar o conceito de pop rock em Portugal, criando uma marca musical única. Ao longo de 37 anos, somam recordes de vendas de discos e de concertos, sendo a primeira banda portuguesa a arriscar em nome próprio concertos nos Estádios de Alvalade e Antas com assistências superiores a 40.000 pessoas. Dunas, Efectivamente, Bellevue, Morte ao Sol, Valsa dos Detectives, Popless, Asas, Sangue Oculto, Pronúncia do Norte, Ana Lee, Sub-16, + Vale Nunca, 6ª Feira, ou Cadeira Eléctrica serão para sempre marcos incontornáveis na música portuguesa; com mais de 20 álbuns editados, continuam a ser uma das bandas com mais energia e produção musical; ao longo de mais de três décadas, Rui Reininho, Toli César Machado e Jorge Romão têm proporcionado muitos dos melhores momentos da música portuguesa. E não vão parar!

GoBabyGo – formados em 2007, lançaram o seu segundo álbum “Dizzizz”, gravado em Espanha em 2019; depois do longa-duração de estreia “Red Cocktail”, a banda do Porto lançou 20 temas, contando, entre outros, com a participação de especial de Gon (vocalista dos Zen, Plus Ultra e Krypto). O primeiro avanço foi “Méme” e conta com um vídeo que faz jus à reputação cómica da banda.

Grandfather’s House


Grand Sun – a amizade e a união de interesses, aliadas a uma atitude irreverente e juvenil, possibilita a criação dos Grand Sun em 2016; o primeiro single, “Apolo”, produzido por Filipe Sambado, sai no início desse ano e possibilitou os primeiros concertos da banda no Sabotage Club, Lx Factory, Casa Independente e Damas. Aprimoram e definem a sua estética, com passagens pelo Musicbox e Galeria Zé dos Bois e, em conjunto com as primeiras experiências nos media, são impulsionados a entrar em estúdio para gravar o seu EP de estreia The Plastic People of The Universe. Um conjunto de 5 músicas, imaginadas pela banda e produzidas por Guilherme Gonçalves (Gala Drop, Legendary Tigerman, Keep Razors Sharp), gravadas e masterizadas por Bruno Plattier no Blacksheep Studios em Lisboa. Deste disco saem dois singles de apresentação, “Go Home” e “Little Mouse” que tiveram presença constante em diversas nas rádios nacionais. Os videoclips dos singles foram realizados por Tomás Barão da Cunha (“Go Home”) e Luís Judícibus (“Little Mouse”); o novo trabalho, Sal Y Amore, representa uma outra faceta da banda, mais crua, sem filtros e genuína. Durante 2019, tocaram pelo país fora em salas de concertos e também se lançaram em festivais como o Festival Ecos de Lima, a Festa do Avante ou o Festival Termómetro. O novo disco canta todas estas viagens, novos amigos e muito roque que permitiu ao quarteto de Oeiras crescer e mostrar uma nova face. Foi gravado e misturado pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizado pelo João Alves no Sweet Mastering Studio. O trabalho foi editado pela Aunt Sally Records no dia 27 de Março e o artwork da capa foi trabalhado em conjunto com a MURTA e a sua lente; de Lisboa, os Grand Sun são António Reis, João Ribeiro, João Simões e Miguel da Costa Gomes. Cantam sobre personagens peculiares que encontram todos os dias. Pensem neles como uma banda de sunshine-pop com influências dos anos 60 e 70, que por vezes toca rock psicadélico, na maioria das vezes com uma atitude de garage / pós-punk.

Grandfather’s House – banda de Braga que surge em 2012 com Tiago Sampaio na guitarra, Rita Sampaio nos sintetizadores e voz, e João Costeira na bateria; contam com mais de 250 concertos dados por todo o país e internacionalmente; editaram o primeiro EP "Skeleton" em 2014; em 2016, editam o longa-duração, "Slow Move", sendo aclamados pelo público e pela crítica; lançaram o seu terceiro disco “Diving” em Setembro de 2017, resultado de uma residência artística no espaço GNRation (Braga) contando com as participações de Adolfo Luxúria Canibal, Nuno Gonçalves e Mário Afonso, na voz, teclados e saxofone, respetivamente.

Green Machine – a banda filha de Barcelos, composta por João Pimenta, Bruno Costa, Ângelo Sousa e Pedro Oliveira, é também a primeira dada à luz pela Lovers and Lollypops. O selo de Joaquim Durães iniciou-se por obra desta edição. O ano de 2005 trazia um furacão rock’n’roll que servia de rastilho para hiperactivos anos da cena de Barcelos. Ainda nos estilhaços do que tinham construídos as bandas dos anos 90, houve aqui um ponto de partida para uma era transgressora que se prolongou até hoje. As guitarras sempre foram domínio na sonoridade de Barcelos e os Green Machine eram exemplo explosivo de tudo isso. Gritos punk em energia de contágio; em Setembro de 2005 e ainda com a antiga formação (Miguel Carvalho no baixo e o mítico Rui Esteves na bateria) gravam "Green Machine", EP/CR-r de 4 temas, com produção de Guedes Ferreira "dans le garage"; a partir daqui e até ao final de 2005, os protegidos de Sonhouse e já com Ângelo Sousa no baixo e Pedro Oliveira na bateria, multiplicaram-se em concertos em cidades como Barcelona, Braga, Girona, Barcelos ou Murcia, em locais que já fazem parte da lenda urbana como o Sidecar Factory Club ou o Deslize, partilhando palcos com VeraCruz, Lynn Youki Project, Vicious 5, If Lucy Fell, Hello Cuca;

Green Machine

no início de 2006 prinicipiam as gravações do que mais tarde será "Themes for the Hidebounds" e continuam a evocação do espírito de Robert Johnson por Braga (Semana Académica-Enterro da Gata; Bunker), Porto (O meu mercedes é maior que o teu; Tendinha), Gaia (Hard Club), Santiago de Compostela, Corunha, Barcelos, Santo Tirso, S.Pedro de Moel, Taipas... abrindo ou fechando para The Homens (esp), Xutos & Pontapés, Samesugas (esp), X-Wife, Veados com Fome, Chemical Wire, Smartini; em Junho de 2006 é editado "Themes for the Hidebounds", com produção de José Arantes, participações de Filipe Miranda (Kafka, Partisan Seed), Alcino Fonseca (Rendimento Mínimo), entre outros; o álbum "Plays Ghost” é sobre a ausência. É sobre vivos e mortos! Foi passado para bobine com toda a alma na primeira metade do mês de Novembro de 2007. Toda a produção ficou a cargo de Paulo Miranda e os estúdios foram os da Amp, em Viana do Castelo. No seu segundo álbum convidaram Filipe Miranda (The Partisan Seed), Francisco Silva (Old Jerusalem), Luís Fernandes (The Astroboy , peixe:avião) e Duarte Monteiro (Tree Valley). "Plays Ghost" é dinamite que precisa de palco para explodir. Green Machine é sobre deixar a alma nos locais e vir recolhe-la no fim. É Blues-Rock! É sobre o tempo das luzes desligadas.

Grutera – nascido a 3 de julho de 1991, Guilherme Efe apresenta-se ao mundo todo nu, careca, sem dentes e cheio de sangue da barriga de sua mãe. Na altura ainda não sabia tocar guitarra, porque não tinha unhas, mas provavelmente já sabia que era isso que faria o resto da sua vida, ainda que paralelamente tivesse qualquer outra atividade, mais ou menos lícita,mais ou menos nobre, com que fizesse mais ou menos dinheiro; começa a tocar em bandas de metal, mas o headbang faz-lhe dores de pescoço. Descobre que tocar guitarra clássica, à sua maneira, pouco ortodoxa, é a coisa mais simples e fácil que já alguma vez aprendeu a fazer. Fazer música com ela também. Assim, escolhe esse caminho para alcançar a fama, riqueza e sucesso. Ou só fazer música que o emocione e que melhore alguns minutos da vida de alguém que a ouça; em 2012 grava o "Palavras Gastas" e entra para os Novos Talentos FNAC, um álbum que, hoje em dia, o envergonha; em 2013 edita "O Passado Volta Sempre" no Mosteiro de Cós, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o primeiro; em 2015 grava "Sur Lie" na Herdade do Esporão, um álbum que hoje em dia, o envergonha, mas menos do que o segundo; em 2020 lança um novo disco, "Aconteceu",um disco sobre o que aconteceu nos últimos 5 anos. Espera que este não o envergonhe.



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