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X-Wife


X-Tense - o rapper e produtor deu que falar em 2016 com o lançamento de “A Fórmula”, mas o seu percurso no hip hop começou muito antes, no final dos anos 90, com o lançamento de “Entre (Tanto)” de Sam the Kid e “Manda Chuva” de Boss AC; em 2018, lançou o seu 1º álbum a solo, “Rosa Dragão“, que contou com a participação de SP deVille, Sacik Brow, Double Trouble, I.Van e Lalas; em 2019 lançou-se num novo desafio: a web-série PABLO, da qual já saíram os singles “Así” e “Bolero”; teve a sua estreia no festival MEO Sudoeste no dia 8 de agosto de 2019.

X-Wife - a banda formada por João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia têm uma identidade muito própria quando trabalham juntos. E, depois, porque são daqueles artistas irrequietos e irreverentes que nunca se rendem às receitas seguras e procuram constantemente experimentar, inovar, chegar mais longe, sem nunca trair a sua linhagem primordial, olhando para a história da música moderna como uma fonte inesgotável de inspiração onde as coordenadas que se cruzam vão de Nova Iorque a Berlim, do pós-Punk à EDM, dos anos 70 aos nossos dias; em 2018 editam as 10 canções que compõem “X-Wife”. E, mais uma vez, 10 canções trabalhadas ao mais ínfimo pormenor, como se poderá confirmar pelos talentos convidados a colaborar com o trio. Sejam as baterias de Fred Ferreira ou de Nuno Sarafa, o saxofone de João Cabrita, as vozes de Rita Silva e de Liliana Marinho ou as percussões e misturas de Zé Nando Pimenta; quando uma banda como os X-Wife está praticamente 7 anos sem lançar um álbum, a expectativa é sempre grande. Quando, neste prolongado intervalo, a sua única canção lançada foi a “Movin’ up” e o trabalho dos seus membros se reflecte em projectos sólidos como Mirror People ou White Haus, a expectativa deste retorno é ainda maior; em homenagem a um dos seus álbuns, "Are You Ready For a Blackout", lançam com este disco a sua própria editora, Blackout, passando a ser a banda responsável pelas suas edições independentes. A distribuição está ao cargo da Rastilho Records; para além de João Vieira com White Haus e Rui Maia como Mirror People, Fernando Sousa partilha o palco ao lado de PZ e dos Best Youth.

Xinas Leite - fundador e contrabaixista dos Fat Freddy juntamente Pedro Guedes em 1998; atualmente é guitarrista com os Clash City Rockers e com Nikkilouder; pontualmente apresenta-se como Nikkilouder - One man Band com uma interpretação muito particular de musicas do vasto cancioneiro rock´n`roll dos tempos modernos e antigos, uma guitarra, um pedal de loops, e uma voz que podem ser duas se o pedal de harmonias funcionar.

Xinobi (Bruno Cardoso) - guitarrista dos Vicious Five entre 2003 e 2009; depois de lançar alguns EPs sólidos em rótulos como Discotexas, Nervous, Work-It-Baby e Ministry of Sound, ganhou um reconhecimento real entre artistas e criadores de opinião bem conhecidos; é um dos criadores da Discotexas, juntamente com Moullinex; editou vários singles e remisturou faixas de artistas como Kris Menace, Tensnake, Sbtrkt, John Avener, John Grant, Nicolas Jaar, Riva Starr, Agnes Obel, Moullinex ou Toro y Moi; actua com a The Discotexas Band; edita o álbum "1975" em 2014 em nome próprio e repete a dose três anos mais tarde com "On The Quiet"; lançou ainda, em 2018, dois EPs pelas editoras internacionais Anjunadeep e pela MoBlack; teve ainda tempo para lançar o seu Remixes EP via Discotexas com nomes como Tensnake, Rampa, Pete Herbert e Ali Kuru; nascido de um período de meditação e auto reflexão, Xinobi traz ao mundo um single de música eletrónica introspetiva, que deixa ao ouvinte uma perspetiva daquilo que ajuda o artista a navegar neste período de mudança e incerteza. A colaboração de IVY (Rita Sampaio) complementa esta introspeção com um “twist” mais “teatral e emocional”, nas palavras de Xinobi. “The Moment” é um ato elegante de vozes que sussurram e se entranham no ouvido, combinadas com uma base rítmica coesa de bateria e baixo. Estes elementos são completados com sintetizadores que ecoam ao longo de um tema que nos faz voar, mas que igualmente nos prende com os pés na Terra a dançar.

Xutos & Pontapés –em dezembro de 1978, Zé Pedro, Kalú, Tim e Zé Leonel formam a banda, dando o primeiro concerto a 13 de Janeiro de 1979, com Zé Leonel na voz, Tim no Baixo, Zé Pedro na guitarra e Kalú na bateria, na sala Alunos de Apolo para a comemoração dos 25 anos do Rock & Roll: em 1981 entra para a banda o guitarrista Francis e sai Zé Leonel, acumulando Tim as funções de baixista e vocalista; no ano seguinte editam o primeiro álbum: 1978-1982; em 1983 Francis sai da banda que passa a actuar com músicos convidados, entre os quais o saxofonista Gui. No mesmo ano entra para a banda o guitarrista João Cabeleira; o primeiro álbum gravado por João Cabeleira em 1985 foi Cerco com as músicas "Barcos gregos" e "Homem do leme" que sairiam também em single; a explosão mediática começou em 1987 com o álbum Circo de Feras e os seus mega sucessos "Contentores", "Não sou o único" e "N'América". Continuou com o single "7º Single" e o seu estrondoso hit "A minha casinha"; o álbum 88 foi um dos pontos mais altos da carreira com os mega êxitos "À Minha Maneira", "Para Ti Maria" e "Enquanto a noite cai", entre outros, dando início a uma das maiores tour da banda que ficou retratada no álbum "Xutos - Ao vivo"; dois anos mais tarde o álbum Gritos Mudos é mal recebido e o sucesso da banda sofre o seu primeiro revés, embora a música "Gritos mudos" seja também um grande sucesso; o grupo entra em crise interna, com os seus elementos a iniciarem outros projectos. Tim integra os Resistência, Zé Pedro e Kalu abrem o bar Johnny Guitar e integram a banda de Jorge Palma, Palma's Gang, com Flak e Alex, ambos dos Rádio Macau; em 1991 editam o álbum Dizer não de Vez; no ano seguinte saí Direito ao Deserto; seis anos depois editam o álbum Tentação, que serve de banda sonora ao filme de Joaquim Leitão, Tentação;

Xutos & Pontapés

em 1999, com novo folêgo, fazem a tour XX Anos Ao Vivo, onde fazem cerca de oitenta concertos. Em ano de comemoração dos vinte anos de carreira é também editada uma compilação de homenagem, XX Anos XX Bandas, com a participação de várias das bandas e artistas. Nesse ano, gravam ainda o tema "Inferno" para o filme do mesmo nome de Joaquim Leitão; os membros dos Xutos & Pontapés em 2004, foram agraciados pelo Presidente da República Jorge Sampaio com o grau de Comendador da Ordem do Mérito. Nesse mesmo ano, deram dois concertos no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, nos dias 8 e 9 de Outubro para celebrar os seus 25 anos de carreira. A canção "O Mundo ao Contrário" do álbum homónimo foi escolhida para música oficial do filme Sorte Nula, que conta com uma breve participação de Zé Pedro como actor; no ano seguinte realizaram uma tour intitulada A Tour dos 3 Desejos, na qual deram no mesmo ano, António Feio encenou um musical Sexta Feira 13 com apenas músicas dos Xutos, tendo estes concebido um tema especialmente para o musical com mesmo nome da peça; ainda no mesmo ano, foram convidado pelos Gato Fedorento a interpretar o genérico do Diz Que É Uma Espécie de Magazine'; foram convidados em 2008 pela Associação Encontrar-se a integrarem o Movimento UPA – Unidos Para Ajudar, em conjunto com os Oioai, para interpretarem o tema de solidariedade "Pertencer"; ao longo do ano de 2009, é reeditada toda a discografia da banda. São editadas em vinil e limitadas a 500 unidades, o que se torna numa peça de coleccionador; em Setembro desse ano actuam perante 40 mil espectadores num estádio do Restelo quase cheio para ver o derradeiro concerto de comemoração dos trinta anos de carreira da banda. Os Pontos Negros e Tara Perdida asseguraram as primeiras partes e nomes como Camané, Pacman, Manuel Paulo e Pedro Gonçalves foram os convidados da noite; depois de terem completado 30 anos, têm mais uma prenda dos fãs, em Setembro de 2009, são nomeados para os EMAs na categoria de "Best Portuguese Act", ganhando o prémio em Novembro do mesmo ano; em 2012 sai o disco "O Cerco Continua" com músicas do disco "Cerco" mas noutra versão; dois anos dedpois é lançado o disco "Puro", que comemora os 35 anos da banda; a 30 de Novembro de 2017 morre o guitarrista e fundador Zé Pedro aos 61 anos, vítima de doença hepática.



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