Banda X - Rui Taipa

Quando e onde tudo começou?
• Eu não tinha nascido já a minha mãe dava aulas de música comigo na barriga. Chegou a chorar muito quando eu desisti das aulas de música porque o prof “era mau”. Depois trouxe-me uma harmónica quando foi a Fátima há uns anos e pronto…

Banda ou artista que te inspirou nesse inicio.
• Eu cresci a ouvir Rio Grande, António Variações. Mas quando me aventurei a escrever canções pensava muitas vezes “Como é que o Palma faria?”. Acho que é um dos mais fortes pilares da minha evolução enquanto autor.

Se fosses uma cor, qual seria? Porquê?
•  “Azul… A cor azul. O céu do mundo. Uma luz pra nos salvar.” A-aaar! hehe

3 musicas tuas.
• Que eu goste mesmo? Quando escrevi a Melro muita gente disse que foi o meu apogeu até à data, mas depois escrevi a Façamos de Conta que às vezes a ouvir (com toda a modéstia) fico “fónix, fui eu que escrevi isto? Está tão bonita…!”. Além dessas duas, a Joana.

Melhor palco que já pisaste.
• Sei lá… Melhor é subjectivo. Os concertos são mágicos por tudo menos pelo palco. As pessoas é que fazem o concerto. Estejam 10, estejam 1000. Um concerto que me deixou de coração cheio, foi quando fomos tocar ao Espaço A para testar que malhas íamos colocar no disco. Houve uma entrega por parte da malta, incrível. A maior parte era família e amigos e isso só me deixa mais feliz.

Palco de sonho.
• Todos. Quero tocar em todo o lado.

Quem gostarias de ressuscitar ou convidar para estar contigo em palco?
• David Bowie.

Para 2018...
• Muitos concertos se tudo correr bem e preparação de um segundo álbum.




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