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Estivemos à conversa com Máquina del Amor a propósito da edição de "Disco".

Fenther – Quem são e de onde nos chegam Máquina del Amor?
Máquina del Amor – Somos os quatro de Braga, conhecemo-nos há vários anos, temos projectos anteriores em conjunto, como Smix Smox smux, e peixe : avião, e partiu da simples vontade de tocar e criar em conjunto.

Fenther – Antes deste registo, o que lançaram anteriormente?
Máquina del Amor – Lançámos há cerca de ano e meio o nosso 1º disco, homónimo.

"A inspiração surge sobretudo na própria sala de ensaios, muito através do improviso."

Fenther – Em poucas palavras falem sobre este vosso "Disco".
Máquina del Amor– É como uma banda sonora de um filme, com tons instrospectivos e histriónicos, sombrios e luminosos.

Fenther – Como definem o vosso som?
Máquina del Amor– Ambiental progressivo.

"'Disco' é como uma banda sonora de um filme, com tons instrospectivos e histriónicos, sombrios e luminosos."

Fenther – As inspirações surgem pelos subúrbios bracarenses?
Máquina del Amor– Surgem por vários factores, onde certamente o contexto, atmosfera, ambiente em que habitamos, trabalhamos e convivemos, também têm a sua influência. Mas surge sobretudo na própria sala de ensaios, muito através do improviso.

Fenther – Como está a "cena" musical de Braga?
Máquina del Amor– Aparentemente bastante boa, visto que há boas bandas por cá, com diferentes estilos e a terem boa projecção nacional e internacional inclusive.

Fenther – Como se apresentam ao vivo em palco?
Máquina del Amor – De maneira relativamente conservadora; os quatro em linha, e apostando em projecções para acompanhar a música quando possível.

Fenther – Mensagem final...
Máquina del Amor – Obrigado pela atenção e façam por nos conhecer, seja em concertos como em disco.

Vitor Pinto



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