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A.A.A.
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Estivemos à conversa com os LOLA LOLA sobre a edição de "Killed a Man in a Field".

Fenther – Quem são e de onde chegam os LOLA LOLA?
LOLA LOLA – Os LOLA LOLA são do Porto, fruto da junção de um trio de amigos: O Tiago Gil (Guitarra), o Miguel Lourenço (Baixo) e o Hélder Coelho (Bateria) fizeram parte d’Os Tornados e já tocam juntos desde 2004. O Miguel e o Tiago já fizeram parte de outros grupos, completando quase 30 anos de parelha. Em 2014, com a voz da Carla Capela, conhecida da noite portuense como DJ Just Honey, formaram-se enquanto banda. Mais recentemente, há cerca de um ano, entregaram definitivamente o saxofone barítono às mãos do Rui Teixeira.

Fenther – Antes da chegada deste quarto disco, o que já foi editado?
LOLA LOLA– Três sete polegadas: Money in the Can” (junho/2015), “Sweet Lovin’” (dezembro/2016) e o double-sider “Voodoo Man / Voodoo Woman” (fevereiro/2018), todos pela editora espanhola Sleazy Records. Inclusão da “Follow me to the Sea” no CD coletânea Rockin’ Around Portugal #2 (2016).

"Os locais e as datas para o lançamento do disco são no Sabotage Club, dia 18 de outubro, e no Barracuda Clube de Roque, dia 19 de outubro."

Fenther – Satisfeitos com o resultado de "Killed a man in a field"?
LOLA LOLA– Completamente satisfeitos.

Fenther – Em poucas palavras podem resumir este trabalho?
LOLA LOLA– É mais um pedaço da nossa história que queremos muito partilhar. Como sempre, gravado analogicamente e, tal com o disco anterior, para um Tascam de 8 pistas. A mistura e a produção foi mais uma vez entregue ao Nuno Riviera e a masterização ao Mike Mariconda. O artwork é do ilustrador Rui Ricardo. No lado A está a original “Killed a Man in a Field”, que terá direito a um videoclip rodado em película super 8 pelo cineasta Rodrigo Areias. No lado B, a nossa homenagem à enorme compositora americana J. Byers, com a versão da “Somebody’s Always Trying”.

"É mais um pedaço da nossa história que queremos muito partilhar. "

Fenther – Como definem o vosso som? Podemos colocar os vossos discos ao lado de quem nas prateleiras?
LOLA LOLA– R&B/Popcorn, 50's/60's, Rock'n'Roll.
Podem colocar sempre ao lado da música que quiserem, para nós isso é indiferente. É música, e se está nas prateleiras é bom sinal.

Fenther – A ilustração é do distinto Rui Ricardo. Como nasceu essa colaboração?
LOLA LOLA– Em todos os discos que editámos gostamos de trabalhar sempre com ilustradores/designers diferentes, cujo trabalho apreciamos. No primeiro sete polegadas escolhemos o Inãki Lopez, no segundo o Mik Baro e no terceiro o Jordi Duró. Agora, e uma vez que estamos a lançar por uma editora nacional, aceitamos com muito gosto a sugestão do Esgar Acelerado em ser o Rui Ricardo a elaborar todo o artwork deste nosso quarto 45. Há muitos anos que o acompanhamos e é um privilégio tê-lo connosco.

Fenther – E a exposição com a Chaputa! Records?
LOLA LOLA– A exposição que a Chaputa! Records poderá dar a este disco é consequência do forte envolvimento com que temos colaborado. Tanto o Esgar como o Themoteo olham para a música da mesma forma que nós. E isso é o mais importante.

Fenther – Por onde vão estar a apresentar este registo?
LOLA LOLA– Os locais e as datas para o lançamento do disco são no Sabotage Club, dia 18 de outubro, e no Barracuda Clube de Roque, dia 19 de outubro. Depois, provavelmente teremos concertos em Espanha e em Portugal e tentaremos tocar noutros países.

Fenther – E depois... Mais abordagens nacionais? E internacionais?
LOLA LOLA– A Chaputa! Records é uma editora com distribuição internacional. No entanto, os LOLA LOLA, desde o primeiro disco, têm tido exposição nas rádios, jornais e blogosfera em vários países e, nós próprios, também enviamos discos para todos os cantos do mundo. Por isso, a abordagem será de Portugal para o resto do mundo.

Fenther – Estado da música nacional na vossa opinião?
LOLA LOLA– Sempre houve e sempre haverá música para todos os gostos, diversificada o suficiente. Depois, a escolha já é da responsabilidade de cada um. Mas, sinceramente, não dedicamos muito tempo a analisar o estado da música nacional. Fazemos música e tentamos divulgá-la o melhor que sabemos, acompanhados sempre com pessoas que admiramos, tomando as decisões sempre de forma independente e honesta.

Fenther – Mensagem final...
LOLA LOLA– Ouçam música, diversifiquem a escuta e comprem discos. Só vos faz bem.

Vitor Pinto