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Estivemos à conversa com os Galgo a propósito da edição de "Quebra Nuvens".

Fenther – Quem são e de onde chegam os GALGO?
Galgo – Somos 4 amigos da secundária de Miraflores que decidiram formar uma banda, por volta de 2014. Começámos por tocar umas covers e só passados alguns meses é que passámos para os originais. Daí decidimos participar em alguns concursos de bandas que nos abriram imensas portas, portas essas que nos trouxeram até ao ponto em que estamos hoje. Tem sido um bom caminho.

Fenther – Foi complicado editar este "Quebra Nuvens"? Ou atualmente é muito prático e fácil editar discos?
Galgo– Pensamos que actualmente o processo de edição é muito mais fácil do que há uns pares de anos atrás. No entanto, todo o processo de edição requer ainda vários contactos e passos que têm que ser tomados ao longo do processo, e como sempre as coisas nunca são cumpridas dentro dos prazos estabelecidos, fazendo com que as coisas se atrasem e o processo se torne moroso e um pouco extenuante. Falando particularmente do nosso novo disco, “Quebra Nuvens”, é uma edição de autor, pelo que todo o processo teve que ser tratado por nós, ao contrário do que aconteceu no nosso 1º álbum “Pensar Faz Emagrecer” que foi editado pela Blitz Records e distribuído pela Sony Music.

"Sempre foi um desejo nosso tentar ir lá para fora. Pode ser que aconteça de dentro em breve. Por agora vamos rodar o disco por Portugal."

Fenther – Podem descrever este registo em poucas palavras?
Galgo– Para nós, uma nova experiência conceptualmente, mas, sonoramente, a jarda do costume.

Fenther – Onde alimentam as vossas inspirações musicais?
Galgo– Nós somos bastante práticos, pelo que a criação é sempre em jams com todos os elementos da banda a colocarem um pouco de si no momento. Não existem inspirações de bandas ou géneros específicos que guiem as nossas criações, já que gostamos de géneros variados e não temos nenhuma linha definidora do nosso estilo musical.

Fenther – Sentem-se confortáveis no meio da nova musica nacional?
Galgo– Sim, existem bastantes coisas novas a aparecer constantemente e sabe bem poder fazer parte desse movimento.

"Nós somos bastante práticos, pelo que a criação é sempre em jams com todos os elementos da banda a colocarem um pouco de si no momento."

Fenther – Está de boa saúde a musica feita por cá? O que recomendam?
Galgo– Está óptima! Este ano têm saído imensos álbuns e parece que ainda aí vêm muitos mais até ao final do ano. Recomendamos Iguana Garcia com o seu “Cabaret Aleatório”.

Fenther – E internacionalização? Há planos para isso acontecer?
Galgo– Sempre foi um desejo nosso tentar ir lá para fora. Pode ser que aconteça de dentro em breve. Por agora vamos rodar o disco por Portugal.

Fenther – Como é trabalhar com a malta do HAUS? Satisfeitos?
Galgo– São impecáveis. Conseguem manter uma relação bastante profissional, mas ao mesmo tempo relaxada e de amizade, tornando todo o processo de gravação muito mais leve do que seria de esperar. Recomendamos.

Fenther – Mensagem final...
Galgo– Queremos mandar um beijinho aos nossos avós, aos gatos que encontramos na rua.

Vitor Pinto



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