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Estivemos à conversa com os Burn Damage.

Fenther – Como é que tudo começou?
Burn Damage – Tudo começou em 2008 quando o Alex decidiu juntar-se ao Nuno (ex-guitarrista), Silvia (ex-baixista) e o Gonçalo (ex-vocalista) para criar um projecto sem compromissos, sem medos e com muita atitude. Os primeiros concertos apareceram rápido, mesmo com poucos ensaios em cima, mas penso que foi essa linha que definiu a banda, sempre pronta a enfrentar desafios e o que vier, lidamos com isso sem medo.

Fenther – Qual a origem do vosso nome?
Burn Damage– "Burn Damage" é sobre o conceito de deixar a marca em palco, dar tudo em cada concerto para que seja memorável. Até agora tem resultado!

"Sem menosprezar todos os eventos com palcos maiores onde estivemos, dá um gozo enorme encher uma sala mais pequena e tocar literalmente na cara das pessoas."

Fenther – Quais as vossas influências e referências musicais?
Burn Damage– “Somos 4 pessoas diferentes e isso obviamente joga com influências e referências de todo o tipo, no conjunto os nossos gostos vão da música clássica até ao grind, passando pelo doom, thrash e death metal. Mas não somos elitistas, música boa não tem género mas realmente o que nos une e a linha que pretendemos seguir é dentro das sonoridades mais pesadas.

Fenther – Qual a vossa melhor letra?
Burn Damage– É difícil responder a essa pergunta, a Inês tem uma particularidade quando escreve letras: não faz sempre com o mesmo molde. Cada letra tem a sua própria personalidade no sentido em que parece que foram escritas por pessoas e mentes diferentes. Uma espécie de caos organizado, tanto pode ser poética como arrebentar-te com a verdade nua e crua na mesma frase. O abrangente sentido artístico da Inês está bem vincado nas letras que escreve portanto para te responder a esta pergunta o melhor que consigo dizer é que são todas!

"Os primeiros concertos apareceram rápido, mesmo com poucos ensaios em cima, mas penso que foi essa linha que definiu a banda, sempre pronta a enfrentar desafios e o que vier, lidamos com isso sem medo."

Fenther – Qual o vosso melhor concerto até agora?
Burn Damage– Existem vários concertos memoráveis, podemos falar das vezes que tocámos no Moita Metal Fest que foram excelentes, os concertos no Metalpoint também são sempre uma festa autêntica, o lançamento do nosso álbum de estreia "Age Of Vultures" em Lisboa no Sabotage também foi brutal, aquele concerto em Évora o ano passado (2017) onde fomos a única banda e tivemos um público "surpresa" que muitos nem era fãs de Metal e fizeram mosh e headbang como se não houvesse amanhã. Apenas alguns exemplos, pois curtimos sempre tocar em todos os sítios onde vamos, cada concertos tem as suas razões para serem lembrados, boas ou más, são experiências que nos fortalecem.

Fenther – Gostam mais de actuar em salas pequenas ou salas grandes?
Burn Damage– Para uma banda, uma sala mais pequena é um momento mais intimista, com menos pressão e onde podes ter outro tipo de interacção com o público. Sem menosprezar todos os eventos com palcos maiores onde estivemos, dá um gozo enorme encher uma sala mais pequena e tocar literalmente na cara das pessoas.

Fenther – Quais as vossas expectativas para os próximos concertos?
Burn Damage – Sendo este ano de 2018 o ano de 10º aniversário de Burn Damage, as nossas expectativas são de ter boas casas, rever toda a gente que acompanhou BD estes anos e ganhar novos fãs.

Fenther – O que podem esperar os vossos fãs no futuro?
Burn Damage– Estamos a trabalhar no nosso segundo álbum, as malhas estão a surgir naturalmente, está-se tudo a compor para que os nossos fãs possam esperar boas notícias no final deste ano!

Rita Sequeira



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