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Murdering Tripping Blues - Pas Un Autre

Rasgam-se os sons, enfrentam-se o lado escuro do Blues e em "Pas Un Autre", os Murdering Tripping Blues fazem deste registo, uma pérola para o final do ano de 2014.
Aqui fica apenas mais uma confirmação de que este trio está no topo e apenas lhe é exigido que faça mais discos deste calibre.

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Entre 2006 e 2007, Henry Leone Johnson deu à luz o seu filho rebelde, fruto de uma relação carnal e violenta, de um instinto animal e recalcamentos acumulados. Nascem os MURDERING TRIPPING BLUES, deixando as emoções fortes assumir o papel criador, sem as camuflar através da razão. É registada uma primeira maquete no estúdio Art of Possession, montado pelo próprio Henry. A amostra permaneceu encarcerada num disco rígido, enquanto ele vagueava pelas ruas de Roma. Regressado no final de 2006, escolheu Johnny Dynamite e Mallory Left Eye como parceiros no crime. Estes assumiram, respectivamente, as funções de baterista e de VJ/teclista. Em Março de 2007, começaram a contagiar o país, actuando um pouco por toda a parte, gerando um buzz no panorama português. Em Julho de 2007, entraram em estúdio para gravar um conjunto de temas, dos quais foram retirados três para imprimir no primeiro lançamento: um vinil de 7” editado em parceria entre a Groovie records e a Raging Planet, intitulado “BLAH BLAH BANG!!!”.
Ao mesmo tempo que incendiavam palcos, gravaram, em Janeiro de 2008, o primeiro álbum nos Urban Insect Studios, intutulado “Knocking at the Backdoor Music”, produzido e misturado por Fernando Matias em conjunto com a banda e masterizado por Dave Collins na Collins Audio (EUA). O álbum saiu em Abril do mesmo ano, com o nome “Knocking At The Backdoor Music”, com o selo da Raging Planet. Durante a fase de misturas deram um salto a Espanha para contagiar outras terras e fechar um festival na Sala El Tren (Granada).
Esta investida tem continuação, com o nascimento de mais um álbum, em 2010: “Share The Fire”, produzido e misturado por Boz Boorer (Polecats, Morrisey) em apenas 7 dias e novamente, masterizado por Dave Collins. Um novo elemento é convidado para participar: o Saxofone de Terry Edwards. O músico foi a primeira opção da banda para entrar em três temas do novo disco. A experiência e o estilo construídos ao serviço de Gallon Drunk, Nick Cave ou PJ Harvey, enquadraram-se na perfeição. Desde o nascimento da banda, os Murdering Tripping Blues já partilharam palcos com Mão Morta, Gallon Drunk, Lords Of Altamont, Blood Red Shoes, entre outros. Juntaram armas com Kaló (Bunnyranch), trocaram riffs com Miguel Pedro (Mão Morta) e partilharam noites de boémia com o Wonderland Club.
O nome MURDERING TRIPPING BLUES define-se por si mesmo. A energia e emoção de um crime passional, estados alterados de consciência e a alma enlameada pelo blues.
O projecto bebe das águas lamacentas do Mississipi, do crime, do sexo, da rebeldia e de tudo o que nasce do impulso, da libertação.
Henry Leone Johnson revela-se nas guitarras e voz, Johnny Dynamite na bateria e Mallory Left Eye no psicadelismo visual e teclados.


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