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A.A.A.
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Estivemos à conversa com Tiago Vilhena sobre a edição de "Portugal 2018".

Fenther – Quem é e de onde nos chega Tiago Vilhena?
Tiago Vilhena – É um músico “simpático” natural de Viseu que vive em Lisboa.

Fenther – Este ano de 2019 está a ser simpático para ti?
Tiago Vilhena– Normalmente diz-se que uma pessoa é simpática quando não temos mais nada para dizer sobre ela. Este ano tem sido mais intenso do que isso.

"Basicamente aqui em Lisboa basta ir ao Pingo Doce comprar batatas para te esbarrares com um bom músico."

Fenther – Onde queres chegar com a edição deste disco?
Tiago Vilhena– Onde for possível. Mas este é um daqueles discos em que o cliché se aplica: é mais importante a viagem do que o destino.

Fenther – Em poucas palavras, este disco é...
Tiago Vilhena– Um disco com muitas palavras.

"este é um daqueles discos em que o cliché se aplica: é mais importante a viagem do que o destino."

Fenther – Algo em especial preparado para apresentar o disco ao vivo?
Tiago Vilhena– Tenho ideia que no Porto se usa o termo especial para qualquer prato que leve molho de francesinha. Não estou a pensar usar nos meus concertos. Mas nunca se sabe...

Fenther – Musica actual feita em Portugal... Que recomendas?
Tiago Vilhena– Recomendaria muitos mas não quero encher esta pagina. Desde o ProfJam ao B Fachada ou do Manel Cruz à Capicua, Portugal está cheio de boa música e nem é preciso ir muito longe. Vivo com o meu irmão que é o Niki Moss e sou vizinho do Pedro Ferreira dos Quelle Dead Gazelle e do Zé dos Marvel Lima. Basicamente aqui em Lisboa basta ir ao pingo doce comprar batatas para te esbarrares com um bom músico.

Fenther – Mensagem final...
Tiago Vilhena– Usem pouco plástico, tentem comer menos carne, leiam e não passem por cima de ninguém!

Vitor Pinto