A.A.A.
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Estivemos à conversa com os Old Yellow Jack a propósito da edição de "Cut Corners".

Fenther – 2016... um ano bom para os Old Yellow Jack?
Old Yellow Jack – A primeira metade do ano foi um pouco complicada para nós, houve muitos atrasos na conclusão do álbum mas a segunda metade compensou a primeira.

Fenther – "Cut Corners". Um alivio por imortalizar estes temas ou um prazer por poder agora partilhar?
Old Yellow Jack – Uma mistura dos dois, acho eu, estas músicas já andam connosco há algum tempo por isso lançá-las significa que finalmente as podem ouvir depois de tanto tempo mas também para nós podermos avançar, começar a pensar no que fazer a seguir.

"Somos grandes fãs de muitas bandas da nossa idade desde Galgo a Cave Story, Pega Monstro, Ganso..."

Fenther – Onde é a vossa fonte de inspiração para estes fantásticos temas?
Old Yellow Jack– Musicalmente, principalmente o indie americano dos últimos 10 anos mas liricamente é uma mistura de cinismo e esperança na transição para a idade adulta. O cinismo vem de artistas tão diferentes de nós como o Earl Sweatshirt enquanto que a parte mais esperançosa é sub-produto das tais influencias indie.

Fenther – São capazes de escolher um tema deste "Cut Corners"?
Old Yellow Jack – Temos escolhido a última do álbum, a Beat Life, porque enquanto que a primeira parte é uma carta fora do baralho, a segunda é uma condensação do som geral do álbum, tem o mood mais expansivo.

Fenther – Ao vivo vão estar por onde?
Old Yellow Jack – Vamos voltar a tocar em Lisboa e no Porto em Dezembro e a segunda metade da tour será no primeiro trimestre de 2017?.

"Inspirações vêm do indie americano dos últimos 10 anos mas liricamente é uma mistura de cinismo e esperança na transição para a idade adulta."

Fenther – A vossa opinião sobre a musica nacional? Destaquem algumas bandas...
Old Yellow Jack– Está, sem dúvida, em grande forma, somos grandes fãs de muitas bandas da nossa idade desde Galgo a Cave Story, Pega Monstro, Ganso, etc..

Fenther – Mensagem final...
Old Yellow Jack – Oiçam o álbum e viva o green man.

Vitor Pinto