Amigos Fenther

Fernando Ribeiro (Moonspell)

Fernando Ribeiro


A CAPA DE UM DISCO

"Bloody Kisses" dos Type O Negative. A Capa preferida.




Nuno Calado (Antena 3)

O Vinil comprado ultimamente foi o novo do
Father John Misty - "I Love You, Honeybear"
O album que mudou a minha vida foi "Where You Been" dos Dinosaur Jr..Porque me fez saber de certeza o que queria fazer na radio.
Capa favorita? Talvez o clássico "Velvet Underground & Nico".



Inês Meneses (Expresso / Radar)

A capa preferida de um disco... Quem vê capas não ouve discos, embora elas possam acentuar algo do que vai no interior (no fundo como em nós). Amigos em Portugal dos Durutti Column é um disco coerente entre o que se vê e o que se ouviu.
Último disco que comprei foi o "Depression Cherry" dos Beach House com a sua capa veludo rubi.
Um disco mediano com duas ou três canções muito boas.
Os àlbuns que mudaram a minha vida? Demasiados. A mudança continua. O Psicopátria dos GNR sem dúvida que me ajudou a perceber aquilo de que gostava e a importância das letras e da análise do mundo pela visão do Rui Reininho. Ainda recentemente, e deste ano, o Carrie & Lowell do Sufjan Stevens pela mistura explosiva entre dor e claridade. Do passado destacaria ainda o Porcupine dos Echo & Bunnymen e a discografia dos Smiths em K7 que ouvia com o meu irmão.



Fátima Araújo (RTP)

Não diria que há um disco que mudou a minha vida... Diria, antes, que se trata de um disco que mudou a minha maneira de ouvir a música,
de sentir a música, de pensar a vida e os artistas e de associar a música a determinadas pessoas. Esse disco foi o "Rebel Yell" (1983), do Billy Idol.
Uma das minhas capas preferidas é a do disco "The night before and a new day", dos portugueses Blind Zero.
Porque essa capa é um misto de contradições ou, pelo menos, eu entendo-a nesse sentido. É uma capa simultaneamente sublime e violenta, simultaneamente pujante e frágil, simultaneamente zen e caótica, simultaneamente metáfora de vida e de morte.
Se a memória não me falha (não tenho a certeza!!), o último disco que comprei (ou um dos últimos discos que comprei) foi um best of dos Goldfrapp, por altura da actuação deles no Festival Marés Vivas, em 2010... Nesse dia, passei pela FNAC, esse disco estava em promoção (5 Euros), tal como vários discos dos Kings of Convenience e comprei 3 dos Kings of Convenience e esse dos Goldfrapp! Praticamente, deixei de comprar discos, porque, hoje, em dia, a minha música está toda na net, no iphone ou no rádio do carro!!



Joe Medicis (Trabalhadores do Comércio)

Vou ter de me voltar para o Vinil, que os CDs não têm dimensão suficiente para fazer justiça às capas. Acho que o "Thick as a Brick" dos Jethro Tull é insuperável.
É todo um jornal, cheio de notícias e imagens, desdobrável e folheável, com um grafismo mesmo impressionante.
O último disco que comprei julgo que o Fate of Nations, do Robert Plant. É uma relíquia de 1993 que não quiz deixar de ter em CD. Ando muito em viagem pelo que dou preferência à comodidade da música em formato digital (comprimida e com pior som, mas mais fácil de carregar debaixo do braço). Pago uma subscrição do Spotify que é onde tenho descoberto coisas novas e por isso, desgraçadamente, tenho comprado menos discos. Devo admitir que estou a tentar reconciliar esta opção com o facto de que me parece um sistema pouco justo para os artistas.Por isso, não sei se vou mater esta estratégia muito mais tempo.



André Tentugal (We Trust)

O último disco que comprei foi o de Kendrick Lamar - "To Pimp a Butterfly"
O album que mudou a minha vida foi "Silver Apples of The Moon" dos Laika.
A Capa preferida de um disco é claramente a de "These New Countries" dos WE TRUST.



Adriana Jaulino (Les Crazy Coconuts)

O último disco que comprei foi Few Fingers, “Burning Hands” de uns amigos aqui de Leiria.
Não tenho nenhum álbum que tenha mudado a minha vida, mas na minha adolescência lembro-me de ouvir muito o "Standing in The Way Of Control" dos Gossip. Ainda hoje o oiço.
Humm... Não sei se é a minha preferida, mas a primeira que me veio à cabeça foi a dos The Velvet Underground and Nico, “The Velvet Underground & Nico”. É uma boa combinação de arte, música e humor.



Henrique Amaro (Antena 3)

O último disco que comprei foi o de Kamasi Washington "The Epic".
O album que mudou a minha vida foi sem dúvida o "Sandinista" dos The Clash.
Para mim a capa preferida é a dos Sonic Youth "Daydream Nation".



Fernando Ribeiro (Moonspell)

O último disco que comprei foi o "The Burning World" dos Swans em vinil.
O album que mudou a minha vida foi o "Bloody Kisses" dos Type O Negative.



Marta Ren

O album que mudou a minha vida foi o "Blue Lines" dos Massive Attack. Foi a abertura de um novo capítulo musical.Aquela densidade, sujidade mesclada com a docura do Horace Andy ou com a determinação e poder da Shara Nelson , foram explosivas. As letras também são todas muito boas, ainda hoje me inspiro neste disco para escrever. Introduziram o sampler de forma diferente, diferente do que estava habituada no hip-hop.
O último disco que comprei foi o Lp do " Back to Soul " da Anna King , foi editado em 1964, tem a produção do James Brown e composições/ participações do Bobby Byrd. Há umas semanas que rola no meu gira-discos diáriamente, às vezes toca duas vezes seguido, lado A e lado B.Acho que já deu para perceber o quando estou a adorar este disco. Como diz o nome, é 100% Soul e do puro!